quarta-feira, 27 de maio de 2026.
  • Quem Somos
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Vídeos
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Palmas
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tocantins
  • Quem Somos
  • Contato
PORTAL LJ
Sem resultados
Ver todos resultados
PORTAL LJ
Home Agricultura e Pecuária

Clima ruim puxa escalada de preços das frutas no país

Banana sobe mais de 60% e lidera altas, que ainda não elevaram receita de produtores

por Ascom
19/04/2024
em Agricultura e Pecuária
Tempo de leitura: 4 minutos
A A
CompartilharCompartilhar

Os problemas climáticos e também a disseminação de doenças em culturas importantes (caso do greening nos citros) têm dado combustível à escalada dos preços das frutas no país. A banana, a fruta mais consumida pelos brasileiros, ilustra o quadro: de acordo com o IPCA, o índice oficial de inflação, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o preço da banana-prata acumula alta de 26,6% neste ano e de 33,9% nos últimos 12 meses. O fenômeno ocorre também em outros itens, como tangerina (que subiu 63,5% nos últimos 12 meses), laranja-pera (+39,16%), manga (+26,41%) e melão (+18,71%).


Os preços subiram, mas o movimento não tem sido sinônimo de aumento de receita no campo. Em parte, isso ocorre porque as intempéries pioraram a qualidade dos frutos, o que afetou a demanda.

ARTIGOSRELACIONADOS

Foto: Thiago de Jesus

Boi gordo começa a semana com preços estáveis e poucos negócios

26/05/2026
Foto: Wenderson Araujo/CNA

Queda de qualidade limita vendas de cebola e preços caem

26/05/2026

“A baixa qualidade é um problema porque existem mercados que exigem um produto com padrão de qualidade mais alto, e a gente acaba não tendo como atender”, afirma Helton Jun Yamada, diretor-presidente da Brasnica, a maior produtora de bananas do país, com dois mil hectares de cultivo em três Estados. A falta de chuvas fez a empresa registrar perdas de mais 50% em algumas regiões em relação à expectativa inicial de produção.

Tangerina e laranja, as frutas que mais encareceram nos últimos 12 meses, refletiram, além dos problemas climáticos, o avanço do greening nas principais zonas citrícolas do país. A doença foi responsável pela queda prematura de 8,16 bilhões de frutos nas regiões de São Paulo e Triângulo Mineiro, segundo estimativa da Fundecitrus medida em milhões de caixas de 40,8 quilos. Cada caixa tem 255 laranjas, em média.

No região Nordeste do país, foi a chuva acima da média que prejudicou a produção, o que teve impacto sobre os preços da manga e do melão. “No mercado de hortifrútis, as altas momentâneas de preços são comuns, mas, neste ano, houve a coincidência de vários produtos terem ficado mais caros ao mesmo tempo”, disse Lucas Gutierrez, gerente de vendas da Agrícola Famosa, a maior produtora de frutas do país.

A empresa do Rio Grande do Norte, a maior produtora nacional de melões, também enfrentou problemas climáticos neste ano. “Desde dezembro tem chovido constantemente na região, e isso tem causado perdas muito grandes de produtividade. Áreas que poderiam produzir perto de duas mil caixas não chegam a mil, e tem áreas que nem colhemos porque a chuva foi tanta que perdemos a roça”, conta.

Ainda não identificado pelo IPCA, onde aparece com queda acumulada de 26% em 12 meses, o mamão foi outra fruta cujo preço disparou nas últimas semanas. A caixa de dez quilos da variedade papaia chegou custar R$ 150 reais – um preço “absurdo”, segundo o próprio gerente de vendas da Famosa.

“O meu receio é que os preços se mantenham em patamares elevados por muito tempo, levando o consumidor a mudar de hábitos de compra e a migrar para outros produtos. Demora trazer essa pessoa de volta para consumir a fruta”, diz o gerente de vendas da Famosa.

Ele afirma que o aumento dos preços das frutas não se converteu, necessariamente, em renda a mais para o produtor. “Na hora em que a gente fechar a safra, mesmo com o preço alto, talvez a lucratividade seja até pior do que a da safra passada. Em algumas áreas a sequer conseguiu colher, e isso reduziu a produtividade”, comenta Gutierrez.

Para os próximos meses, a expectativa do segmento é de acomodação ou queda de preços, com a normalização do clima nas principais regiões produtoras e o consequente aumento da oferta. “No primeiro trimestre deste ano, as chuvas já começaram a se regularizar, então a tendência é que a gente venha a ter uma equalização no volume de produção. Estamos otimistas com o ano de 2024”, completa Helton Jun Yamada, da Brasnica.

Anterior

No Mato Grosso, Polícia Civil do Tocantins prende homem  foragido da justiça pela prática de crime de violência doméstica em Paraíso 

Próximo

Preço do boi gordo se mantém firme e ‘busca’ novas altas

Próximo

Preço do boi gordo se mantém firme e 'busca' novas altas

LEIA TAMBÉM

Palmas

Nova praça marca comemoração dos 24 anos do Jardim Taquari e reforça investimentos da Prefeitura na região sul de Palmas

26/05/2026
Palmas

Feira do Aureny I é interditada temporariamente e terá funcionamento provisório no Ayrton Senna

26/05/2026
Tocantins

Área de tecnologia é destaque entre cursos ofertados pelo Senac Tocantins

26/05/2026
Segurança

Polícia Militar prende dupla reincidente em flagrante e recupera motocicletas furtadas em Taguatinga

26/05/2026
Segurança

PMTO prende mulher por violência doméstica após discussão em Cristalândia

26/05/2026

CATEGORIAS

  • Agricultura e Pecuária
  • Brasil
  • COLUNA DO LEAL
  • Economia
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esportes
  • GOL DE PLACA
  • Lajeado
  • Miracema
  • Palmas
  • Papo de Skyna
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Tocantinia
  • Tocantinia
  • Tocantins

TÓPICOS

#Palmas #Tocantins #Lajeado 2° Farm Day Athletico COLUNA DO LEAL Copa do Nordeste Copão Tocantins Corinthians covid19 Dengue educação Entretenimento flamengo GOL DE PLACA Inter Lajeado Libertadores Miracema Palmas palmeiras Paris 2024 Política Seleção Brasileira São Paulo Tocantinia tocantins

POPULARES

Brasil

Clima: frente fria avança pelo Sudeste e tempo estabiliza no Sul; veja

27/05/2026
Brasil

Atlas da Violência: quais são as capitais mais violentas do Brasil

27/05/2026
Tocantins

Com emendas de Ricardo Ayres, sete municípios do Tocantins iniciam obras de pavimentação

26/05/2026
COLUNA DO LEAL

A mola mestra é o trabalho, mas, com tantos feriados e pontos facultativos…

26/05/2026
Palmas

Prefeitura de Palmas orienta população sobre como denunciar poluição sonora e excesso de ruído automotivo

26/05/2026
Logomarca Leal Junior

O site que busca sempre a notícia com credibilidade e transparência.

#SIGA-NOS:

MAIS RECENTES

  • Clima: frente fria avança pelo Sudeste e tempo estabiliza no Sul; veja
  • Atlas da Violência: quais são as capitais mais violentas do Brasil
  • Com emendas de Ricardo Ayres, sete municípios do Tocantins iniciam obras de pavimentação

CATEGORIAS

ÚLTIMAS

Patrick Rodrigues, NSC Tota

Clima: frente fria avança pelo Sudeste e tempo estabiliza no Sul; veja

27/05/2026
Carla Sena/Arte Metrópoles

Atlas da Violência: quais são as capitais mais violentas do Brasil

27/05/2026
  • Quem Somos
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Sem resultados
Ver todos resultados
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Política
    • Saúde
    • Palmas
    • Tocantins
  • Coluna do Leal
  • Gol de Placa

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Sem resultados
Ver todos resultados
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Política
    • Saúde
    • Palmas
    • Tocantins
  • Coluna do Leal
  • Gol de Placa

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este website está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade.