O preço do cacau opera em alta na bolsa de Nova York. Nesta manhã de quinta-feira (8/1), os contratos da amêndoa para março de 2026 sobem 1,62%, cotados a US$ 6.011 a tonelada.
De acordo com o Mercado do Cacau, o mercado internacional atravessa um momento de consolidação de preços na faixa de US$ 6 mil por tonelada, às vésperas do início do balanceamento da posição do Índice de Commodities da Bloomberg (BCOM). A inclusão oficial dos contratos futuros de cacau no índice passa a valer a partir de hoje, 8 de janeiro. Esse fator tem gerado maior atenção dos investidores.
Além disso, os dados mais recentes de exportação da Costa do Marfim, maior produtor mundial de cacau, indicam um cenário ainda apertado de oferta, o que também sustenta os preços.
Ainda segundo a análise do Mercado do Cacau, o cenário encontra suporte na região de US$ 5.750 por tonelada, enquanto as principais resistências estão localizadas entre US$ 6.150 e US$ 6.350. “Esses níveis devem servir como referência para os próximos movimentos, especialmente em meio ao reposicionamento de fundos atrelados ao BCOM”, finaliza.
Café
O café também mantém sua trajetória de alta nesta manhã em Nova York. Os contratos com vencimento em março de 2026 sobem 0,49%, negociados a US$ 3,7705 a libra-peso. Neste momento, as precipitações abaixo da média no Brasil sustentam os preços do café, segundo a Barchart.
Açúcar
Os lotes de açúcar com entrega para março de 2026 apresentam leve alta de 0,20%, cotados a 15 centavos de dólar a libra-peso.
Algodão
Já o algodão opera em leve baixa. Os papéis da pluma com entrega para março de 2026 caem 0,17%, cotados a 64,73 centavos de dólar por libra-peso.







