Enquanto os produtores intensificam a colheita do tabaco, a definição do reajuste das tabelas de preço mínimo está marcada para os dias 19 e 20 de janeiro, em reuniões com cada empresa. A informação é da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra).
O volume colhido já ultrapassa 50% nas principais regiões produtoras de Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.
Segundo o presidente da Afubra, Marcilio Drescher, a negociação foi deslocada para a segunda quinzena de janeiro devido a um atraso no fechamento do levantamento de custos de produção, especialmente na etapa relacionada à mão de obra.
“Nossa equipe de campo concentrou esforços no atendimento aos associados com lavouras atingidas pela alta incidência de granizo, o que também contribuiu para o atraso do processo”, observou.
Drescher afirma que a expectativa é por uma negociação tranquila e lembra que, pela Lei da Integração, é necessário recompor, a cada safra, o reajuste mínimo do custo de produção para garantir sustentabilidade e rentabilidade ao produtor.
Em relação à qualidade do tabaco, a entidade observa impactos climáticos pontuais em algumas regiões, associados ao período de plantio, com pequena redução de produtividade e reflexos na qualidade — variando conforme a localidade nos três Estados.







