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Além da guerra do Irã, El Niño também pode pressionar a inflação

Meteorologia alerta para ocorrência de El Niño intenso. Preços de alimentos e energia podem ser os mais impactados

Metrópoles por Metrópoles
07/04/2026
em Economia
Tempo de leitura: 5 minutos
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Aline Massuca/ Metrópoles

Aline Massuca/ Metrópoles

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A guerra no Oriente Médio aumentou o grau de preocupação do governo federal com a inflação neste ano, e um fenômeno climático pode deixar a situação ainda mais delicada. A Agência Climática dos Estados Unidos (Noaa/CPC, na sigla em inglês) elevou as chances de um El Niño neste ano, o que implica em riscos inflacionários, sobretudo na energia e nos alimentos.

Conforme a Noaa, deve haver uma transição de La Niña para um padrão neutro no próximo mês, o que tem maior chance (55% de probabilidade) de durar até maio-julho.

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“De junho a agosto de 2026, é provável que o El Niño surja (62% de probabilidade) e persista pelo menos até o final de 2026”, diz publicação da Noaa.

Meteorologista pesquisador do Centro de Excelência em Estudos, Monitoramento e Previsões Ambientais (Cempa), baseado na Universidade Federal de Goiás (UFG), Angel Domínguez Chovert afirma que os modelos que fazem as previsões indicam permanência das características típicas da fase positiva (El Niño) até, ao menos, o fim do ano. Isso deverá influenciar as características climáticas do país durante o final do inverno, primavera e verão.

“Em relação à intensidade, os conjuntos de modelos determinísticos estão mostrando valores relativamente elevados de anomalias de temperatura, o significa um El Niño mais severo. Modelos estatísticos mostram valores menores de anomalias. Em ambos casos a maior intensidade a partir do trimestre setembro, outubro, novembro”, explica Chovert.

Conta mais cara?

O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais no Pacífico Equatorial. No Brasil, o fenômeno implica em uma desregulação do clima com efeitos sobre as chuvas, entre outros fatores.

“Os efeitos de qualquer questão climática sobre a economia se dão de fato por duas vias: o preço de alimentos e a questão da produção de energia hidrelétrica”, explica economista e professor da Fundação Getúlio Vargas FGV, Robson Gonçalves.

Além das projeções indicarem a ocorrência do El Niño até o fim do ano, os modelos meteorológicos apontam que ele deve ter maior intensidade. A energia é afetada por causa das chuvas, que podem diminuir por causa do El Niño. Se isto ocorrer, os reservatórios das hidrelétricas reduzem os volume de geração e, para não haver falta do item, outros meios de produção mais caros são acionados, elevando a conta.

No último dia 26, o diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Paulo Picchetti, afirmou que o Relatório de Política Monetária (RPM), divulgado trimestralmente, já contempla os possíveis efeitos do El Niño.

O documento da autoridade monetária prevê para as contas de energia “bandeira verde até abril, amarela em maio, vermelha 1 em junho e julho, vermelha 2 em agosto e setembro, vermelha 1 em outubro e novembro e amarela em dezembro”.

  • O RPM reúne as decisões de política monetária adotadas pelo Comitê de Política Monetária (Copom), bem como o desempenho da nova sistemática da meta inflacionária, as considerações sobre a evolução do cenário econômico e as projeções para a inflação.

Bandeiras tarifárias

O governo federal descreve as bandeiras tarifárias como sendo o sistema que sinaliza aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica.

  • Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo.
  • Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos
  • Bandeira vermelha – Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04463 para cada quilowatt-hora kWh consumido.
  • Bandeira vermelha – Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,07877 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

A próxima divulgação da bandeira tarifária, referente ao mês de maio, está marcada para o dia 24 deste mês.


Veja a situação dos reservatórios:

Nível dos reservatórios
Nível dos reservatórios

Inflação alimentos

Em relação ao alimentos, o professor Robson Gonçalves, da FGV, diz o momento é recuo nos preços, mas que ainda existe “algum espaço para que essa alta dos preços se acomode”.

“A questão é a guerra no Golfo e os fertilizantes. Se realmente a gente tiver uma conjunção de problemas climáticos com falta de fertilizantes para a próxima safra, então a gente pode ter, a partir do segundo semestre, uma pressão de inflação por alimentos significativa”, diz o especialista da FGV.

No momento, centros de pesquisas, instituições públicas e agências de investimentos estão revisando as previsões de inflação para cima por conta da guerra.

O Banco Daycoval, por exemplo, subiu a projeção da inflação em 2026 de 3,8% para 4,2%. A decisão foi tomada considerando as “surpresas” em itens como preços dos alimentos e das passagens aéreas, bem como o cenário externo mais adverso por causa da guerra, e também a maior chance de ocorrência do El Niño no segundo semestre deste ano.

No último dia 26, o Banco Central elevou a projeção da inflação de 2026 de 3,5% para 3,9%. O mercado, que previa índice na casa dos 3,9% já considera que a inflação de 2026 será de 4,36%.

Em 2024, o grupo alimentação e bebidas foi o que teve maior índice: 7,69%. No ano passado, teve uma desaceleração, resultando em alta de 2,95%. A inflação total dos anos foi, respectivamente de: 4,83% e 4,26%.

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