terça-feira, 3 de março de 2026.
  • Quem Somos
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Vídeos
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Palmas
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tocantins
  • Quem Somos
  • Contato
PORTAL LJ
Sem resultados
Ver todos resultados
PORTAL LJ
Home Saúde

Nova lei de pesquisa clínica facilitará testes de remédios no Brasil

Nova legislação moderniza o sistema brasileiro de ética em pesquisa e estabelece prazos máximos para a análise de projetos

Metrópoles por Metrópoles
09/10/2025
em Saúde
Tempo de leitura: 3 minutos
A A
Natalia Lebedinskaia/Getty Images

Natalia Lebedinskaia/Getty Images

CompartilharCompartilhar

Nessa terça-feira (7/10), o Brasil passou a ter uma nova Lei da Pesquisa Clínica. A ideia do projeto é dar bases legais para aumentar a pesquisa com medicamentos inovadores no país, impulsionando o setor farmacêutico.

Um estudo da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) publicado em setembro estima que a nova política beneficiará mais de 286 mil pessoas que possuem doenças com tratamentos complexos.

ARTIGOSRELACIONADOS

Foto: sasirin pamai/Getty Images

Endocrinologistas listam os principais sintomas do hipotireoidismo

03/03/2026
Foto: Freepik

Neuropsicóloga explica se jogos de celular ajudam o cérebro na velhice

03/03/2026

Antes, a aprovação de testes de remédios no Brasil podia levar até um ano. A lentidão da burocracia causava um efeito em cadeia que afetava desde os cientistas até a população. O Brasil está entre os 20 países no ranking global de estudos clínicos, mas participa de menos de 2% da pesquisa clínica mundial.

“Muitas vezes, uma universidade ou um instituto quer fazer um projeto de avaliação de medicamento e, hoje, no Brasil, isso demora em média até seis meses, em alguns casos, até um ano, para aprovação pelas várias etapas do sistema atual. Estamos modernizando esse sistema para encurtar os prazos de aprovação”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Como funcionará?

A lei foi aprovada em maio de 2024 e, desde agosto, o Ministério da Saúde buscava meios de organizar o novo sistema. A medida agora estabelece prazos máximos para a análise de projetos, o que reduz a espera de até 180 para apenas 30 dias.

Com ela, o governo espera posicionar o Brasil entre os 10 maiores centros de pesquisa clínica do mundo. Além de mexer nos prazos, a legislação garante direitos para os participantes voluntários dos estudos e os deveres para o pesquisador, o patrocinador e as entidades envolvidas.

Segundo Fernanda De Negri, secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde do Ministério da Saúde, essa agilidade desburocratiza o sistema e amplia os investimentos no país, aumentando o acesso de quem precisa.

“É uma decisão corajosa e arrojada, que fortalece a soberania do nosso país, além de modernizar o sistema de análise de ética em pesquisa, torná-lo mais eficiente, tanto na proteção do participante quanto na análise dos projetos”, avalia a secretária.

Quem será beneficiado?

A pesquisa clínica é vital para ampliar o acesso à inovação em saúde. Ela envolve testes em grupos controlados de pessoas que são examinadas com frequência para a avaliação da segurança de novas terapias em estudo. Ela também é, muitas vezes, uma forma de antecipar o contato de médicos e pacientes com novas tecnologias, buscando alternativas para quem já esgotou o que havia disponível.

A nova lei prevê que se um paciente estiver em um estudo de um remédio novo para uma doença grave e o tratamento fizer bem para ele e for a única alternativa disponível, o voluntário poderá continuar usando o medicamento de graça por até cinco anos depois que a pesquisa acabar.

Contudo, a continuidade pode ser interrompida em alguns casos, como se a própria pessoa quiser parar, se ela for curada, se surgir um tratamento melhor no mercado, se o remédio parar de fazer efeito ou se causar algum efeito colateral grave.

A nova lei também aumenta a proteção para todos que participam das pesquisas. Antes de entrar no estudo, a pessoa recebe todas as informações de forma clara e detalhada, e só participa se assinar um termo de consentimento.

Crianças, grávidas, indígenas e pessoas presas, que são considerados grupos mais vulneráveis, ganham regras de proteção especiais e ainda mais rígidas.

Anterior

Censo 2022: mulheres são maioria nos serviços domésticos no país

Próximo

Adultos com gordura no fígado têm 30% mais risco de diabetes tipo 2

Próximo
Getty Images

Adultos com gordura no fígado têm 30% mais risco de diabetes tipo 2

LEIA TAMBÉM

Política

Com apoio do Prefeito João Alberto, Fênix conquista título em Pedro Afonso

03/03/2026
Miracema

Câmara de vereadores de Miracema inicia sessões de março

03/03/2026
Saúde

Endocrinologistas listam os principais sintomas do hipotireoidismo

03/03/2026
Saúde

Neuropsicóloga explica se jogos de celular ajudam o cérebro na velhice

03/03/2026
Saúde

Excesso de ultraprocessados pode afetar fome e saciedade em jovens

03/03/2026

CATEGORIAS

  • Agricultura e Pecuária
  • Brasil
  • COLUNA DO LEAL
  • Economia
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esportes
  • GOL DE PLACA
  • Lajeado
  • Miracema
  • Palmas
  • Papo de Skyna
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Tocantinia
  • Tocantinia
  • Tocantins

TÓPICOS

#Palmas #Tocantins #Lajeado 2° Farm Day Athletico COLUNA DO LEAL Copa do Nordeste Copão Tocantins Corinthians covid19 Dengue educação Entretenimento flamengo GOL DE PLACA Inter Lajeado Libertadores Miracema Palmas palmeiras Paris 2024 Política Seleção Brasileira São Paulo Tocantinia tocantins

POPULARES

Brasil

Quatro pessoas perdem a visão após mutirão em clínica oftalmológica

03/03/2026
Brasil

Temporais atingem parte do país nesta terça-feira (3); veja onde

03/03/2026
Brasil

Professor é preso por abusar de alunas na Bahia

03/03/2026
Economia

Ministério da Fazenda diz que taxa de juros exerceu ‘impacto relevante’ sobre o PIB e prevê expansão de 2,3% em 2026

03/03/2026
Economia

Por que Trump, Putin e guerras fizeram o ouro e outros ativos seguros dispararem — e vale investir agora?

03/03/2026
Logomarca Leal Junior

O site que busca sempre a notícia com credibilidade e transparência.

#SIGA-NOS:

MAIS RECENTES

  • Quatro pessoas perdem a visão após mutirão em clínica oftalmológica
  • Temporais atingem parte do país nesta terça-feira (3); veja onde
  • Professor é preso por abusar de alunas na Bahia

CATEGORIAS

ÚLTIMAS

Foto: Reprodução/ Correio 24 Horas

Quatro pessoas perdem a visão após mutirão em clínica oftalmológica

03/03/2026
Frente fria deve avançar pelo Brasil Renato S. Cerqueira/Ato Press/Estadão Conteúdo

Temporais atingem parte do país nesta terça-feira (3); veja onde

03/03/2026
  • Quem Somos
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Sem resultados
Ver todos resultados
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Política
    • Saúde
    • Palmas
    • Tocantins
  • Coluna do Leal
  • Gol de Placa

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Sem resultados
Ver todos resultados
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Política
    • Saúde
    • Palmas
    • Tocantins
  • Coluna do Leal
  • Gol de Placa

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este website está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade.