sábado, 21 de março de 2026.
  • Quem Somos
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Vídeos
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Palmas
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tocantins
  • Quem Somos
  • Contato
PORTAL LJ
Sem resultados
Ver todos resultados
PORTAL LJ
Home Tocantins

MPF discute denúncias contra REDD+ em reunião com movimentos sociais e Semarh 

Ascom por Ascom
06/10/2025
em Tocantins
Tempo de leitura: 5 minutos
A A
fotos: Geíne Medrado - Comunicação COEQTO/ATA

fotos: Geíne Medrado - Comunicação COEQTO/ATA

CompartilharCompartilhar

Nesta sexta-feira (3), representantes da Articulação Tocantinense de Agroecologia (ATA), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Coordenação Estadual das Comunidades Quilombolas do Tocantins (COEQTO) e Instituto Terra, Direito e Cidadania (ITDC) se reuniram com o Ministério Público Federal (MPF) e a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) para diálogo sobre as denúncias dos movimentos sociais em relação ao REDD+ Jurisdicional do Tocantins e possíveis ajustes no processo de consulta do programa. Também participaram a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e a Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais (Sepot). 

Os movimentos sociais denunciam que o Programa REDD+ Jurisdicional do Tocantins tem avançado de forma irregular, sem garantir uma Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI), como determina a Convenção 169 da OIT. Segundo lideranças, o governo estadual tem limitado os debates à repartição de benefícios, sem apresentar informações completas sobre impactos ambientais, sociais e culturais, o que inviabiliza uma consulta efetivamente informada, em desacordo com as Salvaguardas de Cancún. 

ARTIGOSRELACIONADOS

Crédito: Silvio Santos/Aleto

Pesquisa aponta Eduardo Mantoan entre os nomes mais lembrados para a Aleto

21/03/2026
Fotos: Ascom Setas/Governo do Tocantins

Sine de Araguaína apoia rede atacadista em intermediação e seleção de mão- de-obra

21/03/2026

As organizações destacam que questões estruturais como a regularização fundiária e a segurança territorial dos povos e comunidades tradicionais são vistas como condições importantes para qualquer política de compensação de carbono ser legítima e justa. 

Diante disso, além da suspensão imediata do programa, os movimentos defendem a revogação da Lei Estadual nº 3.525/2019, que convalida registros fundiários irregulares e traz insegurança para as comunidades, com aumento de conflitos no campo e do desmatamento. A inconstitucionalidade dessa Lei, conhecida como a “Lei da Grilagem”, está em análise pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a partir de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) proposta pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag) e pela Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO). 

As entidades também cobram avanços na titulação dos territórios quilombolas e a efetividade da Lei do Babaçu Livre. Das 52 comunidades quilombolas certificadas no estado, apenas uma possui título; já a Lei do Babaçu Livre, criada para proteger o modo de vida das quebradeiras de coco babaçu e garantir o acesso aos babaçuais, permanece inoperante há 17 anos.

Recomendações da DPU e DPE

A Recomendação nº 8409084, emitida pela DPU no final de setembro, pede a suspensão integral do Programa Jurisdicional de REDD+ no Tocantins. O documento considera nulas as consultas realizadas e critica o formato de oficinas, consultas online e audiências públicas do programa, classificando-o como “simplificado” e desrespeitoso aos protocolos de decisão dos povos.

Entre as exigências estão a revogação da Instrução Normativa nº 01/2025 da Semarh, a apresentação de um projeto detalhado e compromissos concretos com a regularização fundiária de territórios tradicionais. O governo tem 20 dias para atender integralmente as recomendações, sob pena de ação judicial.

Em maio, a Defensoria Pública do Estado, por meio da Defensoria Agrária e Ambiental (DPAGRA) e do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos (NDDH), já havia feito recomendação semelhante, destacando a necessidade de garantir uma CLPI ampla e que respeite os protocolos próprios de consulta das comunidades.

Histórico de denúncias

Desde o início do programa, movimentos sociais têm questionado a condução do REDD+ no Tocantins. Em março deste ano, a COEQTO cobrou a suspensão das oficinas por falta de informações claras no programa, em especial sobre seus impactos, e reforçou a necessidade de adequação ao protocolo de consulta das comunidades quilombolas. Em julho, a ATA levou denúncias ao MPF e ao Comitê Nacional de Salvaguardas do REDD+ (CONAREDD+), destacando violações ao direito de consulta de quilombolas, quebradeiras de coco e agricultores familiares.

No VII Encontro Tocantinense de Agroecologia, em agosto, mais de 300 lideranças indígenas, quilombolas, quebradeiras de coco babaçu e camponesas lançaram carta política e denunciaram que as oficinas não esclarecem pontos centrais do programa e priorizam apenas a discussão sobre benefícios financeiros. Já em setembro, a ATA voltou a se reunir com MPF, reforçando as denúncias sobre o processo de consulta do REDD+, e durante o seminário Tocantins na Encruzilhada, os movimentos lançaram uma carta-manifesto com críticas ao mercado de carbono, apontando-o como mecanismo de mercantilização da natureza que não enfrenta as causas do desmatamento.

Encaminhamentos da reunião

Na reunião desta sexta-feira (03), a Semarh afirmou que irá analisar os questionamentos e que pretende manter o diálogo com os movimentos. A Funai destacou preocupação com a forma como as informações chegam às comunidades indígenas, defendendo maior cuidado para evitar insegurança e conflitos internos.

“Essas manifestações dos povos indígenas, através de suas organizações e lideranças, são legítimas. Cabe à Funai, ao governo estadual e aos demais entes federativos aprimorar o diálogo para não gerar mais conflitos e dúvidas”, afirmou Clarisse Raposo, chefe do Serviço de Gestão Territorial e Ambiental da Funai – Coordenação Regional Araguaia-Tocantins.

Diante das irregularidades apontadas, a Articulação Tocantinense de Agroecologia (ATA) reforçou que seguirá denunciando o programa em diferentes instâncias até que o processo de consulta seja legítimo e respeite os direitos dos povos e comunidades tradicionais.

Anterior

Governador Laurez Moreira nomeia secretário-executivo da Secretaria de Assuntos Institucionais

Próximo

Naturatins celebra 25 anos de história e conservação do Monumento Natural das Árvores Fossilizadas

Próximo
Monaf celebra 25 anos desde sua criação pela Lei nº 1.179 de 2000 - Naturatins/Governo do Tocantins

Naturatins celebra 25 anos de história e conservação do Monumento Natural das Árvores Fossilizadas

LEIA TAMBÉM

Educação

UFT divulga homologação das inscrições para Comitê do Pibic

21/03/2026
Educação

Incubadora Social leva mulheres ao cinema pela primeira vez, para assistir a um filme sobre mulheres

21/03/2026
Agricultura e Pecuária

A galinha põe menos ovos na Quaresma? Descubra se é mito ou verdade

21/03/2026
Agricultura e Pecuária

Exportações de café solúvel cresceram 14% em fevereiro

21/03/2026
Agricultura e Pecuária

Alta do preço do bezerro deve continuar no outono

21/03/2026

CATEGORIAS

  • Agricultura e Pecuária
  • Brasil
  • COLUNA DO LEAL
  • Economia
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esportes
  • GOL DE PLACA
  • Lajeado
  • Miracema
  • Palmas
  • Papo de Skyna
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Tocantinia
  • Tocantinia
  • Tocantins

TÓPICOS

#Palmas #Tocantins #Lajeado 2° Farm Day Athletico COLUNA DO LEAL Copa do Nordeste Copão Tocantins Corinthians covid19 Dengue educação Entretenimento flamengo GOL DE PLACA Inter Lajeado Libertadores Miracema Palmas palmeiras Paris 2024 Política Seleção Brasileira São Paulo Tocantinia tocantins

POPULARES

Política

Simone Tebet deixa MDB após quase 30 anos e se filia ao PSB para disputar o Senado em SP

21/03/2026
Palmas

Prefeitura de Palmas promove palestras antirracistas para 1,2 mil estudantes da Capital

21/03/2026
Tocantins

Pesquisa aponta Eduardo Mantoan entre os nomes mais lembrados para a Aleto

21/03/2026
Entretenimento

Jonas e Jordana movimentam o edredom após festa no BBB

21/03/2026
Segurança

Quem é o chefe de polícia apontado como líder de fraude em concursos

21/03/2026
Logomarca Leal Junior

O site que busca sempre a notícia com credibilidade e transparência.

#SIGA-NOS:

MAIS RECENTES

  • Simone Tebet deixa MDB após quase 30 anos e se filia ao PSB para disputar o Senado em SP
  • Prefeitura de Palmas promove palestras antirracistas para 1,2 mil estudantes da Capital
  • Pesquisa aponta Eduardo Mantoan entre os nomes mais lembrados para a Aleto

CATEGORIAS

ÚLTIMAS

Foto: Diogo Zacarias/MF

Simone Tebet deixa MDB após quase 30 anos e se filia ao PSB para disputar o Senado em SP

21/03/2026

Prefeitura de Palmas promove palestras antirracistas para 1,2 mil estudantes da Capital

21/03/2026
  • Quem Somos
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Sem resultados
Ver todos resultados
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Política
    • Saúde
    • Palmas
    • Tocantins
  • Coluna do Leal
  • Gol de Placa

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Sem resultados
Ver todos resultados
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Política
    • Saúde
    • Palmas
    • Tocantins
  • Coluna do Leal
  • Gol de Placa

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este website está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade.