quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026.
  • Quem Somos
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Vídeos
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Palmas
    • Política
    • Saúde
    • Segurança
    • Tocantins
  • Quem Somos
  • Contato
PORTAL LJ
Sem resultados
Ver todos resultados
PORTAL LJ
Home Economia

Tarifaço gera férias coletivas e demissões no setor de madeira

CNN por CNN
19/08/2025
em Economia
Tempo de leitura: 5 minutos
A A
Além da ameaça tarifária, os EUA deflagraram uma investigação comercial contra o Brasil, na qual citam, entre suas preocupações, a madeira brasileira • Joel & Jasmin Førestbird/ Unsplash

Além da ameaça tarifária, os EUA deflagraram uma investigação comercial contra o Brasil, na qual citam, entre suas preocupações, a madeira brasileira • Joel & Jasmin Førestbird/ Unsplash

CompartilharCompartilhar

As tarifas de 50% às exportações brasileiras, implementadas no começo de agosto pelos Estados Unidos, já começam a afetar trabalhadores do setor de madeira processada do país.

O setor faz parte do grupo que não conseguiu entrar na lista de 694 produtos isentos ao aumento da taxa, que teve início há cerca de duas semanas. Mas os efeitos são sentidos desde o começo de abril, quando a tarifa de 10% entrou em vigor.

ARTIGOSRELACIONADOS

Mega-Sena - Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil.

Mega-Sena 2971 acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões. Veja números

11/02/2026
Bilhetes da Mega-Sena, em imagem de arquivo — Foto: Marcelo Brandt/G1

Confira números da Mega-Sena 2971 e demais sorteios desta terça (10/2)

11/02/2026

“Desde esse primeiro momento, a indústria começou a ajustar questões de mão de obra e custos internos. Nesse sentido, a estratégia de férias coletivas já havia sido adotada por muitas empresas que dependem do mercado norte-americano”, explica Paulo Roberto Pupo, superintendente da Abimci (Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente), à CNN.

É o caso da Millpar, segunda maior empresa do setor no país e terceira na América Latina. Em julho, a companhia afirmou que alguns setores da unidade de Guarapuava (PR) entraram em férias coletivas por 15 dias.

Um dia antes de o tarifaço entrar em vigor, a empresa anunciou a suspensão total de sua produção — colocando mais de 65% de seu quadro de funcionários (720 de 1,1 mil) em férias por período indeterminado.

“Temos informações que muitas empresas estão finalizando esse período de férias coletivas. Se a coisa continuar da forma como está (e parece que sim) as empresas terão que fazer cortes para equilibrar as suas contas”, diz Pupo.

Quem sofre

Segundo dados da Abimci, o setor madeireiro exportou US$ 1,6 bilhão para os Estados Unidos em 2024, para onde são destinados, em média, 50% do total produzido no país.

O impacto da aplicação das taxas norte-americanas nas empresas madeireiras coloca em risco aproximadamente 180 mil empregos diretos em todo o Brasil, afirma a associação. Em nota divulgada no dia 18 de julho, a Abimci afirmou que o setor estaria enfrentando “o início de um colapso” com o tarifaço.

Inclusive, 90% dessa produção está concentrada no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Só no primeiro estado, onde aconteceram os maiores casos de férias e demissões, são 6,7 mil empresas atuantes e 109 mil empregos em jogo.

A madeira é o principal produto de exportação do Paraná ao vizinho norte-americano.

“Temos uma tradição de madeira, com cadeias produtivas bem estabelecidas e interligadas com inúmeros outros setores”, explica Ailson Loper, diretor-executivo da Apre (Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal).

“Para cada tonelada de frango produzido no Paraná, são necessárias quatro toneladas de madeiras. Portanto, quando há um impacto em um setor, há um impacto em todos”, argumenta.

Apesar os números relevantes, o setor de madeira não é o único que não escapou das tarifas de Trump. Café, carnes, pescados, frutas e equipamentos de construção civil, por exemplo, também sofrem com a interrupção de exportações ao país, que representava uma fatia relevante da clientela de todos os setores citados.

Até agora, férias coletivas e demissões não foram vistas na mesma escala.

Segundo Pupo, isso acontece por uma particularidade do setor de madeira: a personalização de parte da indústria exclusivamente aos EUA. Os contratos são fechados com uma especificidade muito grande, que praticamente impossibilitam a mudança de um mercado para outro tão rapidamente.

O negócio dos mouldings (molduras de madeira, do inglês), por exemplo, é produzido especialmente para o mercado norte-americano. Não há mercado em nenhum outro lugar do mundo para o produto.

“Nestes casos, não há outra solução além da paralisação das unidades fabris”, explica o especialista.

O setor madeireiro exportou US$ 1,6 bilhão para os Estados Unidos em 2024, para onde são destinados, em média, 50% do total produzido no país.

Caminho à frente

Além da ameaça tarifária, os EUA deflagraram uma investigação comercial contra o Brasil, na qual citam, entre suas preocupações, a madeira brasileira.

O USTR (Representante Comercial dos Estados Unidos) avalia que o país parece não estar conseguindo aplicar efetivamente as leis e regulamentações destinadas a impedir o desmatamento ilegal, o que prejudicaria a competitividade dos produtores norte-americanos de madeira e produtos agrícolas.

Contudo, toda a produção exportada para os norte-americanos provinda do Sul do país, que representa mais de 95% da produção nacional de madeira processada, provém de florestas plantadas, afirmou Pupo, da Abimci.

“Essa imagem antiga da [madeira ilegal] da Amazônia já tem décadas que ficou para trás, o grande polo produtivo nacional é aqui no Sul. Nós cumprimos todos os regramentos para atender o mercado americano, sobretudo na construção civil”, enfatiza.

Loper, da Apre, afirma que medidas legais já estão sendo tomadas nos EUA, com companhias daqui contratando advogados para construir uma defesa sólida do setor.

Sobre as tarifas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, semana passada, a criação de uma linha de crédito de R$ 30 bilhões para amparar empresas afetadas pelas tarifas.

“O pacote anunciado pelo governo traz um respiro, mas entendemos que é paliativo. Ajuda a questão dos empregos, mas não resolve”, argumenta Ailson Loper, da Apre.

“Estamos em meio a uma guerra. O que é preciso fazer para sair firme dela é a renegociação da tarifa”.

Até lá, segundo ele, milhares de empregos seguirão ameaçados.

Anterior

Vereador Dr. Vinícius Pires se reúne com Conselho Regional de Odontologia e anuncia audiência pública para debater vigilância sanitária

Próximo

Mega-Sena: quanto rendem R$ 65 milhões na poupança, Tesouro Direto ou CDB

Próximo
A melhor opção estaria nos CDBs de bancos médios, considerando uma remuneração de 110% do CDI • Andre Taissin no Pexels

Mega-Sena: quanto rendem R$ 65 milhões na poupança, Tesouro Direto ou CDB

LEIA TAMBÉM

Educação

IFTO/Palmas abre inscrição para 87 vagas remanescentes em cursos superiores gratuitos

11/02/2026
Agricultura e Pecuária

Vendas de arroz seguem travadas com o início da colheita

11/02/2026
Tocantins

Vereador Hérico Milhomens apresenta matérias de relevância em Lajeado

11/02/2026
Saúde

Psiquiatra explica o que é e como tratar a depressão funcional

11/02/2026
Saúde

Dermatologista conta 5 sinais de alerta de que a queda de cabelo é séria

11/02/2026

CATEGORIAS

  • Agricultura e Pecuária
  • Brasil
  • COLUNA DO LEAL
  • Economia
  • Educação
  • Entretenimento
  • Esportes
  • GOL DE PLACA
  • Lajeado
  • Miracema
  • Palmas
  • Papo de Skyna
  • Política
  • Saúde
  • Segurança
  • Tocantinia
  • Tocantinia
  • Tocantins

TÓPICOS

#Palmas #Tocantins #Lajeado 2° Farm Day Athletico COLUNA DO LEAL Copa do Nordeste Copão Tocantins Corinthians covid19 Dengue educação Entretenimento flamengo GOL DE PLACA Inter Lajeado Libertadores Miracema Palmas palmeiras Paris 2024 Política Seleção Brasileira São Paulo Tocantinia tocantins

POPULARES

Política

Ricardo Ayres defende PEC que limita IPVA a 1% do valor do veículo

11/02/2026
Miracema

Vereador Adão Pedreiro concede Honraria ao Major Hallin Brito Barbosa

11/02/2026
Miracema

No retorno legislativo Euliene Resplandes prioriza saúde

11/02/2026
Segurança

Polícia conclui inquérito e indicia motorista que atropelou e matou ex-secretário do Governo do Tocantins

11/02/2026
Segurança

PMTO recebe doação de embarcações da FICCO/TO para intensificar fiscalização ambiental

11/02/2026
Logomarca Leal Junior

O site que busca sempre a notícia com credibilidade e transparência.

#SIGA-NOS:

MAIS RECENTES

  • Ricardo Ayres defende PEC que limita IPVA a 1% do valor do veículo
  • Vereador Adão Pedreiro concede Honraria ao Major Hallin Brito Barbosa
  • No retorno legislativo Euliene Resplandes prioriza saúde

CATEGORIAS

ÚLTIMAS

Foto: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

Ricardo Ayres defende PEC que limita IPVA a 1% do valor do veículo

11/02/2026
Foto: DJ Léo

Vereador Adão Pedreiro concede Honraria ao Major Hallin Brito Barbosa

11/02/2026
  • Quem Somos
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Sem resultados
Ver todos resultados
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Política
    • Saúde
    • Palmas
    • Tocantins
  • Coluna do Leal
  • Gol de Placa

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Sem resultados
Ver todos resultados
  • Categorias
    • Agricultura e Pecuária
    • Brasil
    • Economia
    • Educação
    • Entretenimento
    • Esportes
    • Miracema
    • Política
    • Saúde
    • Palmas
    • Tocantins
  • Coluna do Leal
  • Gol de Placa

© 2024 Portal LJ - Todos os direitos reservados.

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este website está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade.