Depois das quedas sofridas na terça-feira (21/7), os preços da soja reagiram e tiveram altas em quase todas as regiões brasileiras nesta quarta-feira (22/7). As cotações domésticas acompanharam o avanço na bolsa de Chicago, onde as previsões de chuvas escassas nos EUA e a expectativa de maior demanda chinesa pelo grão americano puxaram as cotações.
Das 38 praças monitoradas pela consultoria AgRural, apenas duas tiveram estabilidade nos preços da soja na comparação diária: Luís Eduardo Magalhães (BA) e Palmas (TO). Todas as demais regiões registraram altas.
O indicador Cepea/Esalq, baseado nos negócios realizados no porto de Paranaguá (PR), apontou o preço médio de R$ 145,45 a saca de 60 quilos, uma alta diária de 0,89%. No acumulado de julho, o avanço é de 8,89%.
Na bolsa de Chicago, o contrato com entrega para novembro de 2026, de maior volume negociado, teve ganho de 1,27%, cotado a US$ 12,3825 o bushel.
Segundo a AgRural, em Ponta Grossa (PR), a cotação da saca de 60 quilos estava em R$ 140; em Passo Fundo, R$ 134,50; em Sorriso (MT), R$ 125; em Dourados (MS), R$ 127,50; em Rio Verde (GO), R$ 128; em Uberaba (MG), R$ 136; em Luís Eduardo Magalhães, R$ 129; e em Balsas (MA), R$ 126.






