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Home Economia

Por que Trump, Putin e guerras fizeram o ouro e outros ativos seguros dispararem — e vale investir agora?

por G1
03/03/2026
em Economia
Tempo de leitura: 6 minutos
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Barras de ouro • Divulgação/Banco do Brasil

Barras de ouro • Divulgação/Banco do Brasil

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Com a escalada da guerra no Oriente Médio após ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, o ouro voltou a disparar nos mercados internacionais nesta segunda-feira (2).

Considerado um investimento de proteção em momentos de crise, o metal passou a ser mais procurado à medida que ações e outros ativos mais arriscados recuavam.

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🥇 Movimentos semelhantes já foram vistos em outras grandes crises recentes, como a guerra na Ucrânia, conflitos no Oriente Médio, tensões entre EUA e Irã, a guerra comercial entre EUA e China, e também durante a pandemia.

Nos últimos meses, no entanto, a cotação do metal precioso tem chegado a patamares históricos. Desde o início de 2026, o ouro já vinha em trajetória de alta, impulsionado por incertezas políticas, dúvidas sobre os juros americanos e aumento das compras por bancos centrais.

Em janeiro, o ouro atingiu o recorde histórico de US$ 5.595 por onça, alcançando o maior valor de sua história logo após superar, pela primeira vez, a marca dos US$ 5 mil.

Nos últimos 12 meses até fevereiro, o preço do ouro acumulou valorização de mais de 85%, desempenho muito superior ao da bolsa brasileira e de outros investimentos populares.

No mesmo período, o Ibovespa subiu cerca de 54%, o índice de ações que pagam dividendos avançou quase 49% e as ações de empresas menores, as chamadas small caps, tiveram alta de aproximadamente 44%.

O que explica a alta do ouro?

Segundo analistas, a busca por segurança explica grande parte desse movimento. Para Thiago Azevedo, sócio-fundador da Guardian Capital, a disparada é resultado de uma combinação de fatores globais.

“O ouro atingiu níveis recordes principalmente por causa da expectativa de queda dos juros nas principais economias, do aumento das tensões geopolíticas e da procura por proteção do patrimônio. Em cenários assim, os investidores costumam reduzir a exposição a aplicações mais arriscadas e aumentar a presença em investimentos considerados mais seguros”, afirma.

A atuação dos bancos centrais também tem sustentado os preços. De acordo com o economista Mauriciano Cavalcante, da Ourominas, vários países vêm trocando parte de suas reservas em dólar por ouro.

Isso porque o ouro não depende de nenhum país específico, ao contrário do dólar, que está ligado à economia dos EUA. Por isso, em períodos de guerra, sanções ou instabilidade financeira, o ouro tende a manter valor melhor que moedas.

“O preço do ouro sobe por diversos motivos, mas hoje o fator mais relevante é a procura dos bancos centrais, que estão ampliando suas reservas em ouro e diminuindo a dependência do dólar”, diz.

Além disso, a escalada de tensões entre EUA e Irã, que culminou nos ataques do último sábado, e as dúvidas sobre a política monetária americana contribuem para a valorização.

Quando há expectativa de juros mais baixos, investimentos que pagam rendimento se tornam menos atrativos, e o ouro ganha espaço. Taxas menores tendem a enfraquecer o dólar, tornando o metal mais barato para investidores de outros países.

Após atingir recordes, o preço passou por ajustes pontuais, considerados naturais por especialistas.

“Vejo esse recuo como uma realização de lucros por parte de quem entrou antes da alta, além de ajustes provocados pelo fortalecimento do dólar e pela oscilação dos juros americanos. Esse tipo de comportamento é comum em ativos globais como o ouro”, explica Thiago Azevedo.

Ramiro Gomes Ferreira, cofundador do Clube do Valor, destaca que o metal funciona como um “termômetro do medo”.

“Quando os piores cenários não se confirmam ou muitos investidores decidem vender para garantir o lucro, o preço costuma cair um pouco. Como o ouro não gera renda, seu valor depende da oferta, da demanda e do grau de incerteza dos investidores”, afirma.

Vale a pena investir em ouro agora?

O ouro continua sendo procurado como porto seguro em tempos de crise e instabilidade econômica. Investidores recorrem ao metal porque, ao contrário de ações ou títulos, ele tende a manter seu valor mesmo em momentos de turbulência nos mercados financeiros.

Guerras, conflitos internacionais e altas nos preços de commodities, como petróleo e gás, aumentam a demanda pelo ouro, que funciona como uma “proteção” contra perdas em ativos mais arriscados.

Além disso, o metal ajuda a diversificar investimentos: em carteiras com ações, fundos imobiliários e renda fixa, ele pode reduzir riscos, evitando perdas maiores quando outros ativos caem.

Para Mauriciano Cavalcante, apesar das oscilações recentes, ainda há espaço para novas altas. “Vale a pena investir em ouro porque a tendência é que o preço continue subindo diante do cenário geopolítico e econômico. Além disso, o metal preserva seu valor ao longo do tempo”, diz.

Segundo ele, o ouro pode atender a diferentes perfis, e a fatia do patrimônio destinada ao metal pode variar entre 15% e 30%, de acordo com a tolerância ao risco do investidor.

Já Thiago Azevedo vê o ouro principalmente como um instrumento de proteção, e não como uma aposta de curto prazo.

“A questão não é se o ouro está caro ou barato, mas qual é o papel dele na carteira. Ele serve para proteção e diversificação. Para quem quer começar, faz mais sentido comprar aos poucos, ao longo do tempo”, afirma.

Ramiro Ferreira ressalta que o ouro não gera renda e não tem um valor justo fácil de calcular. Historicamente, fica atrás de ativos produtivos, como ações, no longo prazo. “Comprar no topo [na alta] é, na prática, comprar o medo do mercado”, diz.

Por não render juros, o ganho ocorre apenas se o preço subir. Por isso, quem optar por ter ouro deve limitar a exposição. “O ideal é que não passe de 3% a 5% da carteira, para não comprometer o crescimento do patrimônio”, afirma.

Como investir em ouro

No Brasil, há diferentes formas de investir no metal precioso:

  • Ouro físico: compra de barras ou lâminas em empresas autorizadas (a partir de cerca de 1 grama).
  • ETFs, ou Exchange Traded Funds (fundos negociados em Bolsa), como o GOLD11, negociado na B3;
  • Fundos de investimento: com aplicação em ouro ou em empresas do setor;
  • Contratos futuros: indicados apenas para investidores experientes.

Para Thiago Azevedo, o metal continua relevante no médio e longo prazo. “O mundo ainda convive com alto endividamento público, riscos fiscais e conflitos geopolíticos. Por isso, o ouro segue cumprindo um papel importante como proteção contra choques e perda do poder de compra das moedas”, afirma.

A expectativa do mercado é de que o preço continue volátil no curto prazo, mas mantenha uma tendência de alta no médio e longo prazo, caso persistam as incertezas globais e a perspectiva de cortes de juros nos Estados Unidos.

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