O 1º desfile de Virginia na Sapucaí deu o que falar. A Rainha de Bateria roubou os holofotes e encantou os milhares de foliões que acompanhavam os desfiles no sambódromo. Ainda assim, a estreia da influenciadora não foi perfeita; e internautas já apontam deslizes da iniciante que poderiam afetar a nota final da Grande Rio na apuração do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro.
Entre as principais críticas à performance de Virginia estão a dureza nos passos de dança e os “buracos” deixados por ela entre a bateria e a ala de frente.
Além disso, a influenciadora também enfrentou perrengues com a fantasia, como o tapa-sexo parcialmente descolado no meio da apresentação ou o costeiro de 12 kg que precisou ser tirado para que ela completasse o desfile, bem na hora em que a agremiação passava em frente à última cabine de jurados.
Segundo o regulamento da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), a performance individual de uma Rainha de Bateria não pode ser motivo para penalizar a nota da escola de samba. A orientação é que os jurados considerem como todos os componentes contribuem de forma geral para o desfile.
Assim, fica a critério de cada um dos avaliadores determinar se o desempenho de Virginia, ou as falhas na fantasia da Rainha, podem ser passíveis de penalidade na nota final da escola em critérios como Bateria ou Fantasias. Vale lembrar ainda que o desfile do Grupo Especial conta com 54 jurados, mas apenas metade das avaliações será considerada para a nota final da escola.







