Em seu primeiro relato público após a divulgação das agressões do cantor João Lima, a médica e influenciadora Raphaella Brilhante afirmou que o comportamento controlador do artista antecedeu os episódios de violência registrados pela Polícia Civil. Em entrevista à TV Cabo Branco, nesta segunda-feira (26/1), ela descreveu uma rotina de vigilância constante e restrições impostas pelo então marido.
Segundo Raphaella, o ciúme excessivo se manifestava em situações cotidianas e limitava sua autonomia.
“O que eu estava achando que era ciúme, que era normal, na verdade, já era controle. Ele era muito ciumento. Eu não podia ir à academia sozinha, tinha que estar com a minha mãe. Se eu fosse só, eu tinha que avisar a hora que eu chegava, quando eu estava indo, quando eu estava lá, quando eu saía, se eu passasse mais que uma hora na academia, ele começava a dizer que eu estava fazendo alguma coisa de errado, começava a brigar comigo”.
A médica contou ainda que as agressões começaram poucos dias após o casamento, realizado em novembro de 2025, ainda durante a lua de mel: “Cinco dias depois, quando eu estava na minha lua de mel, ele já me bateu.”
João Lima se apresentou à Polícia Civil na manhã desta segunda-feira (26/1), em João Pessoa (PB), após a ordem de prisão. A informação foi confirmada pela defesa do cantor ao Metrópoles.
As agressões filmadas por câmeras de segurança ocorreram no dia 18 de janeiro. A denúncia aponta que o cantor “teria agredido a vítima com socos, apertos na mandíbula e amordaçamento para silenciar seus gritos” e que, em um dos episódios, teria entregado uma faca à mulher e mandado que ela se matasse.






