As cotações de praticamente todos os produtos da cadeia suinícola vêm recuando de forma expressiva em quase todas as praças acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O movimento de baixa está atrelado ao período de férias escolares e à consequente menor demanda, além da maior oferta tanto de animais vivos quanto da carne suína.
Nesta quarta-feira (21/1), em Santa Catarina, o preço do suíno vivo, cotado pelo indicador Cepea/Esalq, estava em R$ 7,66 o quilo, uma queda acumulada de 8,26% em janeiro. No Paraná, a cotação era de R$ 7,60 o quilo, um recuo de 8,10% na mesma comparação.
No mercado atacadista da carne, com as quedas domésticas, frigoríficos priorizaram os envios externos, visando maior rentabilidade. Esse cenário foi confirmado pelo Cepea a partir de dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), com a média diária de embarques nesta parcial de janeiro se mantendo próxima da observada ao longo de 2025, de 5,1 mil toneladas.
Segundo o Cepea, nesta quarta-feira, no atacado da Grande São Paulo, o preço da carcaça suína especial estava em R$ 11,68 o quilo, uma baixa acumulada de 9,18% desde o início do mês.







