A Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) apoia avanços na ciência e tecnologia, como também a especialização proativa de profissionais da Pasta. Na terça-feira, 20, a SES-TO divulga a fase de conclusão de doutorado do coordenador de Odontologia do Hospital Geral de Palmas (HGP), Dr. Rodrigo Martins, com pesquisa em território internacional, como incentivo à modernização e inovação em saúde.
Cirurgião dentista, mestre em periodontia, especialista em implantodontia e periodontia, o Dr. Rodrigo Martins é doutorando em implantodontia e coordena o Serviço de Odontologia Clínica do HGP e atualmente está em licença para se especializar. Está em fase de conclusão do doutorado na Universidade de Guarulhos e como parte do currículo, também realiza pesquisa na Harvard School of Dental Medicine.
Com as orientações adquiridas na universidade, a assistência odontológica do SUS tocantinense será impactada positivamente, com atualizações. A pesquisa busca o desenvolvimento de biomateriais para a reconstrução de defeitos ósseos a partir de tecnologias de impressão 3D. Os resultados poderão impactar diretamente a maneira pela qual esses defeitos são tratados, gerando mais conforto e eficácia.
“As possibilidades são enormes, uma vez que especialidades como ortopedia, neurocirurgia, cirurgia bucomaxilofacial, cirurgia de cabeça e pescoço, odontologia e especialidades que são oferecidas pelo SUS, poderão se beneficiar com essa nova tecnologia”, afirmou o coordenador.
O Dr. Rodrigo Martins é orientado por profissionais pesquisadores com influências mundiais, como o Dr. Jamil Shibli e o Dr. David Wu, reconhecido como um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento de novas tecnologias de regeneração óssea.
A pesquisa
O tema central da pesquisa realizada pelo coordenador da Odontologia do Hospital Geral de Palmas (HGP), Dr. Rodrigo Martins é sobre o aprimoramento de biomateriais utilizados nos procedimentos cirúrgicos de regeneração óssea. Com a pesquisa, todos os pacientes que possuem indicação de enxertos ósseos, tanto na odontologia quanto na medicina, poderão ser beneficiados.
O grande benefício é o de não ser necessária remoção de osso de outra parte do corpo do paciente, além da possibilidade de que o defeito possa ser preenchido por um enxerto impresso em três dimensões, necessárias com exatidão para corrigir os defeitos. Para o aprimoramento desses blocos sintéticos, estão sendo pesquisadas proteínas que podem melhorar ainda mais essa resposta, conduzindo a uma cicatrização mais adequada.





