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Home Economia

Incentivos fiscais devem totalizar mais de R$ 900 bilhões em 2026, diz levantamento

G1 por G1
20/12/2025
em Economia
Tempo de leitura: 7 minutos
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• Anton Petrus / Getty Images

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A Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco Nacional) divulgou nesta semana um estudo identificando o que considera ser os incentivos fiscais a setores da sociedade.

🔎São valores que deixam de ingressar nos cofres públicos, por conta de leis aprovadas, beneficiando setores específicos da economia, regiões ou contribuintes por meio da isenção ou redução de tributos.

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Segundo a entidade, o “Privilegiômetro Tributário” aponta também o valor que o governo federal deixou de arrecadar em razão de concessões a um grupo de contribuintes sem contrapartida comprovada.

“[Incentivos] sem a existência de contrapartida adequada, notória ou comprovada por estudos técnicos, para o desenvolvimento econômico sustentável sem aumento da concentração de renda ou redução das desigualdades no país”, diz a Unafisco.

Os incentivos identificados pela entidade englobam, ainda, benefícios não captados pelo Demonstrativo dos Gastos Tributários (DGT) da Receita Federal, documento divulgado anualmente que lista vários subsídios a empresas e setores da sociedade.

Para o Unafisco, os benefícios fiscais devem superar R$ 900 bilhões em 2026, dos quais quase R$ 620 bilhões representariam “privilégios”.

Entre eles, estão a ausência da tributação de lucros e dividendos, de grandes fortunas, benefícios para parcelamentos especiais (concedidos no passado), para a Zona Franca de Manaus, ao Simples Nacional e para a cesta básica.

Veja abaixo os principais incentivos listados

Benefícios fiscais identificados pelo Unafisco — Foto: Reprodução de estudo

Benefícios fiscais identificados pelo Unafisco — Foto: Reprodução de estudo

▶️Atento ao alto volume de incentivos existente, que diminui a arrecadação e dificulta o almejado equilíbrio das contas públicas, o governo federal aprovou no Congresso Nacional nesta semana projeto que corta isenções tributárias. As regras valem já para 2026.

🖊️ Além disso, determina que conceder, ampliar ou prorrogar incentivos deverão conter estimativa de beneficiários, metas de desempenho e mecanismos de transparência e monitoramento.

Senado aprova redução de benefícios fiscais e maior tributação de bets e fintechs

Tributação de lucros e dividendos

▶️Para o Unafisco Nacional, o principal benefício fiscal existente no Brasil é a ausência da tributação da distribuição dos lucros e dividendos das empresas para pessoas físicas (que não consta no demonstrativo da Receita Federal).

A entidade estimou que seria possível arrecadar cerca de R$ 150 bilhões por ano com essa tributação.

A projeção está em linha com cálculos de outros analistas. Nota técnica do economista Sérgio Gobetti, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), estima que a arrecadação superaria R$ 100 bilhões por ano, considerando alíquota média praticada na OCDE.

  • A distribuição de lucros e dividendos é isenta de tributação no Brasil, que é um dos poucos países do mundo que têm alíquota zero. A taxação ocorria até 1995, quando passou a ser isenta.
  • A alíquota média do países da OCDE sobre a distribuição de lucros e dividendos, por sua vez, foi de 24,7% em 2024, segundo dados da Tax Foundation. Nesse grupo, somente Estônia e Letônia não tributam lucros e dividendos.

A partir de janeiro do próximo ano, o governo vai taxar quem tem renda mensal superior a R$ 50 mil com uma alíquota progressiva que pode chegar a 10%.

Não haverá um imposto específico para dividendos, mas eles serão, também, incluídos na tributação da renda global da pessoa física.

“Utiliza-se referencialmente o valor de R$ 160,1 bilhões a título de privilégio tributário em razão da não tributação de lucros e dividendos (ano-base 2024, atualizado para o ano de 2025), e subtraindo o valor de R$ 32,12 bilhões em consonância com o Projeto de Lei nº 1087/2025 (do IR, sancionado por Lula), tem-se que o valor do privilégio referente à isenção de tributação de lucros e dividendos é de R$ 146,1 bilhões [no Brasil]”, diz o estudo do Unafisco.

▶️O setor produtivo tem se posicionado contra a tributação dos lucros e dividendos sem uma redução da tributação corporativa (que atualmente é bem maior do que nos países desenvolvidos), argumentando que isso elevaria a carga tributária total sobre as empresas, desestimularia investimentos e limitaria o crescimento econômico.

Imposto sobre fortunas

O Unafisco também lista como benefício fiscal a “renúncia” existente na tributação sobre grandes fortunas no Brasil – não listado também pelo Fisco.

A entidade diz que essa tributação, focada sobre o patrimônio, tem previsão constitucional, mas aguarda a edição de lei complementar.

O imposto sobre fortunas, no modelo do Unafisco, incidiria sobre um patrimônio líquido superior a R$ 4,6 milhões com alíquota de 4,8% tributando 220 mil contribuintes — o que representa 0,1% da população brasileira.

A Associação calcula que o potencial arrecadatório seria de R$ 100 bilhões em 2026, valor que poderia ser reproduzido nos anos subsequentes (dependendo de como fosse regulamentado pelo Congresso Nacional).

▶️A proposta de taxar grandes fortunas é defendida pelo Banco Mundial e, também, pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

▶️Críticos da taxação de grandes fortunas, entretanto, afirmam que ela pode provocar evasão de divisas, ou seja, fuga de capitais e de patrimônio do país.

Bases de tributação no Brasil

Números da Receita Federal mostram que a principal forma de tributação do país continuou sendo, no ano passado, os impostos sobre bens e serviços, ou seja, os tributos indiretos embutidos nos preços, algo que penaliza os mais pobres, pois o peso dos tributos é o mesmo para todos (e consome, com isso, uma parcela maior da renda de quem ganha menos). Esse é um problema que não foi corrigido com a reforma tributária.

Ao mesmo tempo, ainda segundo o Fisco, os tributos sobre o lucro, renda e o ganho de capital do brasileiro arrecadam bem menos no Brasil do que a média da OCDE, formada por países mais ricos, assim como os impostos sobre o patrimônio. Este tipo de tributação é focada nos mais ricos.

Por sua vez, os chamados impostos corporativos, ou seja, aqueles cobrados das empresas, estão entre os mais altos do mundo no Brasil, diz o Banco Mundial, assim como os impostos sobre a folha de pagamentos. A Receita explicitou recentemente, por exemplo, que as contribuições destinadas ao FGTS e ao Sistema S não existem em outros países, encarecendo a contratação de mão de obra formal no Brasil.

▶️De acordo com economistas, os recursos obtidos por meio da taxação de lucros e dividendos (incidentes sobre a renda) poderiam ser utilizados para reduzir a tributação sobre o consumo, incidente sobre a população mais pobre, e melhorar a chamada “progressividade” do sistema brasileiro – taxar proporcionalmente mais quem é mais rico. Ou para reduzir o IRPJ de empresas, que está acima da média mundial.

▶️ Uma taxação específica para distribuição de lucros e dividendos, junto com uma redução no IR das empresas, foram temas propostos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e seu ministro da Economia, Paulo Guedes. Essas propostas chegaram a ser aprovadas pela Câmara em 2021, mas não foram levadas adiante no Senado Federal.

▶️O Ministério da Fazenda do governo Lula admitiu que uma reforma mais ampla do Imposto de Renda seria necessária para promover uma maior progressividade, ou seja, taxar proporcionalmente mais os ricos — como acontece nos países desenvolvidos —, mas avaliou que esse tipo de reforma tem de ser feita no início de cada governo.

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