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	<title>Saúde &#8211; PORTAL LJ</title>
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	<description>PORTAL LJ, Notícias de Palmas, Miracema e Região, Leal Junior, Leal Junior, Notícias, Mato Grosso, Brasil, Documentos, Transparência, Governo, Governamental, Leis, Notícias, Galeria de Fotos</description>
	<lastBuildDate>Mon, 20 Apr 2026 19:53:50 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Saúde &#8211; PORTAL LJ</title>
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	<item>
		<title>HGP realiza mutirão de cirurgias pediátricas neste fim de semana</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/hgp-realiza-mutirao-de-cirurgias-pediatricas-neste-fim-de-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 19:53:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[esse final de semana, nos dias 18 e 19, o Hospital Geral de Palmas (HGP) realizou um mutirão de cirurgias pediátricas eletivas, beneficiando cerca de 20 crianças. A ação faz parte do Programa de Aprimoramento da Gestão Hospitalar (PAGH-Cirúrgico), conhecido como Opera Tocantins, que objetiva agilizar &#160;o atendimento dos usuários, &#160;regulados na&#160;Central Estadual de Regulação&#160;conforme [&#8230;]]]></description>
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<p>esse final de semana, nos dias 18 e 19, o Hospital Geral de Palmas (HGP) realizou um mutirão de cirurgias pediátricas eletivas, beneficiando cerca de 20 crianças. A ação faz parte do Programa de Aprimoramento da Gestão Hospitalar (PAGH-Cirúrgico), conhecido como Opera Tocantins, que objetiva agilizar &nbsp;o atendimento dos usuários, &nbsp;regulados na&nbsp;Central Estadual de Regulação&nbsp;conforme os trâmites do &nbsp;Sistema Único de Saúde (SUS).</p>



<p>Segundo a médica cirurgiã pediátrica Maria Fernanda Coelho de Melo, &#8220;essa é uma ação que a gente vem fazendo todos os meses para dar celeridade na fila de cirurgias do SUS. São cirurgias de médio porte, como hérnias umbilicais, inguinais, cirurgia de testículos e fimose. Neste fim de semana conseguimos atender 20 crianças entre 2 e 11 anos, que tiveram alta no mesmo dia&#8221;.</p>



<p>Os mutirão do opera &nbsp;conta com suporte logística de equipe de apoio (rouparia, nutrição, copa e manutenção), além da coordenação de enfermagem do centro cirúrgico e ala pediátrica, setor de documentação e internação, logística do centro cirúrgico, cirurgiões e anestesistas que atuam de forma integrada para garantir segurança, agilidade e qualidade no cuidado às crianças atendidas.A criança Rute da Silva Alves, de dois anos, foi uma das pacientes atendidas no mutirão. Segundo a mãe, Haylla da Silva Luz, &#8220;minha filha passou pelo procedimento de hérnia&nbsp;umbilical&nbsp;no sábado, e teve alta no mesmo dia.&nbsp;Graças a Deus ela está se recuperando bem&#8221;.&nbsp;</p>
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		<title>Pré-eclâmpsia na gravidez: saiba o que é, os riscos e como se prevenir</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/pre-eclampsia-na-gravidez-saiba-o-que-e-os-riscos-e-como-se-prevenir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 16:54:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante a gravidez, a maioria das mulheres têm muito medo de&#160;complicações na gestação, uma delas sendo a pré-eclâmpsia. Mas o que seria essa doença exatamente? Em resumo,&#160;a&#160;pré-eclâmpsia é uma doença causada pela alteração dos rins&#160;decorrente da pressão alta na gravidez.&#160;Segundo a ginecologista e obstetra Juliana Clemente, isso ocorre porque, quando uma paciente gestante apresenta níveis [&#8230;]]]></description>
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<p>Durante a gravidez, a maioria das mulheres têm muito medo de&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/gravida-infartou-fim-gestacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">complicações na gestação</a>, uma delas sendo a pré-eclâmpsia. Mas o que seria essa doença exatamente?</p>



<p>Em resumo,&nbsp;<strong>a&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/pre-eclampsia-e-hellp-lexa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pré-eclâmpsia é uma doença causada pela alteração dos rins</a>&nbsp;decorrente da pressão alta na gravidez.</strong>&nbsp;Segundo a ginecologista e obstetra Juliana Clemente, isso ocorre porque, quando uma paciente gestante apresenta níveis elevados de pressão arterial, isso pode causar alterações nos vasos, entre eles os vasos dos rins, levando à perda de proteína pela urina.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A pressão alta é uma doença silenciosa, porém na gestação existem alguns sinais, como, inchaço, principalmente quando ocorre nas mãos e face. Dor de cabeça com pontinhos brilhantes nas vistas como se fossem formigas e dor na barriga próxima ao estômago também são sintomas associados a níveis aumentados de pressão”, explica.</p>
</blockquote>



<p>De acordo com a especialista, a prevenção é através do uso de&nbsp;<strong><a href="https://www.metropoles.com/saude/remedio-pre-eclampsia-cancer" target="_blank" rel="noreferrer noopener">medicação para prevenir</a>&nbsp;ou retardar o aparecimento de pré-eclâmpsia em pacientes de alto risco.</strong>&nbsp;Também há o monitoramento da pressão em todas as&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/falta-pre-natal-risco-anomalias-bebes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">consultas de pré-natal.</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Tempo que fezes levam para passar pelo intestino pode afetar a saúde</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/tempo-que-fezes-levam-para-passar-pelo-intestino-pode-afetar-a-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 16:51:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O tempo que as fezes levam para atravessar o intestino pode influenciar mais do que apenas a frequência com que uma pessoa vai ao banheiro. Uma revisão científica&#160;indica que a velocidade do chamado trânsito intestinal está ligada a mudanças nas bactérias que vivem no intestino&#160;e pode ter relação com diferentes aspectos da saúde. A análise, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O tempo que as fezes levam para atravessar o intestino pode influenciar mais do que apenas a frequência com que uma pessoa vai ao banheiro. Uma revisão científica<strong>&nbsp;indica que a velocidade do chamado trânsito intestinal está ligada a mudanças nas bactérias que vivem no intestino</strong>&nbsp;e pode ter relação com diferentes aspectos da saúde.</p>



<p>A análise, publicada na&nbsp;<a href="https://gut.bmj.com/content/72/1/180" target="_blank" rel="noreferrer noopener">revista científica Gut</a>&nbsp;em 2023, reuniu dados de dezenas de estudos.&nbsp;Os resultados sugerem que pessoas com trânsito intestinal mais rápido ou mais lento apresentam microbiomas intestinais bastante diferentes entre si.</p>



<p><a href="https://www.metropoles.com/saude/microbioma-intestinal-detectar-cancer-cedo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O microbioma</a> é o conjunto de bactérias e outros microrganismos que vivem no sistema digestivo e desempenham funções importantes no organismo. Segundo os pesquisadores, compreender melhor essa relação pode ajudar a explicar <strong>por que algumas pessoas desenvolvem determinados problemas de saúde</strong> e por que dietas ou tratamentos não funcionam da mesma forma para todos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Ao levar em consideração as diferenças no tempo de trânsito intestinal, podemos avançar na compreensão das interações entre dieta, microbiota e doenças”, escreveram os nutricionistas Nicola Procházková e Henrik Roager, da Universidade de Copenhague, que lideraram o estudo, em comunicado.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Por que o tempo de trânsito importa?</h2>



<p>O trânsito intestinal corresponde ao tempo que os alimentos levam para percorrer o sistema digestivo até serem eliminados.&nbsp;Durante esse percurso, as bactérias intestinais entram em contato com o conteúdo presente no intestino e produzem substâncias resultantes da digestão.</p>



<p>Quanto mais tempo o material permanece no cólon, maior é o período de interação entre bactérias e nutrientes. O processo influencia a fermentação de alimentos, a acidez do intestino e a produção de compostos que podem afetar diferentes funções do organismo.</p>



<p>Estudos anteriores já associaram o trânsito intestinal lento e a constipação a problemas metabólicos e inflamatórios, além de condições neurológicas como a&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/parkinson-com-celulas-tronco-japao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">doença de Parkinson</a>.</p>



<p>Os pesquisadores quiseram investigar se o próprio tempo de trânsito poderia ajudar a explicar diferenças na composição da microbiota intestinal entre indivíduos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como os cientistas medem o trânsito intestinal</h2>



<p>Medir o tempo de trânsito intestinal não é tão simples quanto observar a frequência das evacuações. Em alguns estudos, os participantes ingerem cápsulas com sensores que registram o percurso pelo sistema digestivo.</p>



<p>Outra ferramenta utilizada é a chamada Escala de Bristol, que&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/vida-e-estilo/o-que-seu-coco-diz-sobre-voce-entenda-a-cor-a-forma-e-a-frequencia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">classifica as fezes</a>&nbsp;de acordo com sua consistência.&nbsp;Fezes mais duras costumam indicar trânsito intestinal mais lento, enquanto fezes mais líquidas estão associadas a trânsito mais rápido.</p>



<p>Há ainda métodos simples usados em pesquisas, como acompanhar quanto tempo o corpo leva para eliminar alimentos facilmente identificáveis, como milho ou corantes ingeridos junto com as refeições.</p>



<p>Todos esses métodos ajudam a estimar quanto tempo os alimentos permanecem no intestino antes de serem eliminados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diferenças nas bactérias do intestino</h2>



<p>Ao analisar os estudos disponíveis, os pesquisadores observaram que pessoas com trânsito intestinal rápido tendem a ter microbiomas dominados por bactérias que se multiplicam rapidamente e prosperam em&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/nutricionista-lista-carboidratos-para-voce-comer-sem-culpa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dietas ricas em carboidratos</a>.</p>



<p>Já em indivíduos com trânsito intestinal mais lento, as bactérias predominantes costumam ser espécies que se desenvolvem melhor em ambientes ricos em proteínas.</p>



<p>Outro ponto observado foi que tanto o trânsito muito rápido quanto o muito lento estavam associados a menor diversidade de bactérias intestinais. Uma microbiota menos diversa costuma ser considerada um sinal de menor equilíbrio intestinal.</p>



<p>Segundo os autores,&nbsp;os resultados indicam que o tempo de trânsito intestinal pode ser um fator importante para entender como o intestino funciona e como ele influencia a saúde geral.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Ao incluir medições do tempo de trânsito intestinal em estudos sobre o microbioma, podemos compreender melhor as ligações entre bactérias intestinais, dieta e doenças”, escreveram os pesquisadores.</p>
</blockquote>



<p>Eles também afirmam que reconhecer as diferenças no ritmo intestinal de cada pessoa pode ajudar no desenvolvimento de tratamentos mais personalizados, incluindo recomendações dietéticas e o uso de probióticos ou outros suplementos.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fome excessiva? Endocrinologista lista principais sintomas da diabetes</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/fome-excessiva-endocrinologista-lista-principais-sintomas-da-diabetes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 16:48:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Digite / paVocê está sentindo mais sede que o normal e uma vontade de beber água constante? Fome excessiva ou perda de peso inexplicável? Esses&#160;sintomas podem indicar o desenvolvimento da diabetes. Por serem sinais iniciais,&#160;muitas pessoas não dão importância e atribuem o quadro ao cansaço, estresse ou até má alimentação. Especialistas explicam que a visão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Digite / paVocê está sentindo mais sede que o normal e uma vontade de beber água constante? Fome excessiva ou perda de peso inexplicável? Esses&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/sintomas-diabetes-visiveis-e-silenciosos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sintomas podem indicar o desenvolvimento da diabetes</a>. Por serem sinais iniciais,<strong>&nbsp;muitas pessoas não dão importância e atribuem o quadro ao cansaço, estresse ou até má alimentação</strong>.</p>



<p>Especialistas explicam que a visão embaçada, repetições de infecções urinárias e candidíase também podem ser manifestações iniciais da condição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual a diferença entre os tipos de diabetes?</h2>



<p>Existem três tipos de diabetes. Enquanto o tipo 1 surge de forma abrupta pela falta de produção de insulina, o tipo 2 (que afeta nove em cada 10 pacientes) é silencioso e leva anos para se consolidar. Já a diabetes gestacional é uma condição temporária ou de alerta detectada durante a espera pelo bebê.</p>



<p>Além dos&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/sintomas-como-saber-glicose-alta" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sintomas clássicos da glicose alta</a>&nbsp;— como sede constante, aumento da frequência urinária, fome excessiva, cansaço, perda de peso sem explicação e visão turva — algumas pessoas também podem apresentar feridas que demoram a cicatrizar, formigamento nas mãos e nos pés ou&nbsp;<strong>áreas de pele escurecida, no pescoço ou nas axilas</strong>.</p>



<p>Em conjunto, os sintomas chamam atenção para o fato de que&nbsp;<strong>o corpo já perdeu parte da capacidade de manter o controle metabólico</strong>.</p>



<p><a href="https://www.metropoles.com/saude/principais-sintomas-diabetes-tipo-2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">No caso da diabetes tipo 2</a>, a percepção do problema é ainda mais difícil, pois os sintomas surgem de maneira gradual. “A glicose se eleva aos poucos, durante anos, sem provocar sinais. A doença pode evoluir de forma silenciosa, porque o corpo vai se adaptando, e as pessoas só percebem quando começam as complicações”, explica a médica Jamilly Drago.</p>



<p>De acordo com ela, os sintomas, isoladamente, também podem acontecer por outros motivos. Mas, quando aparecem com frequência, em conjunto ou sem uma explicação clara, é importante investigar. A diabetes não deve ser diagnosticada só por esses sinais, mas eles são, sim, um alerta importante para procurar avaliação médica e fazer exames.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como funciona o diagnóstico da diabetes?</strong></h2>



<p>O diagnóstico da diabetes é confirmado por exames laboratoriais simples e acessíveis.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Os principais são a glicemia de jejum, a hemoglobina glicada e o teste oral de tolerância à glicose. Esses exames permitem não só identificar a diabetes, mas também detectar fases iniciais de desregulação metabólica, antes mesmo dos sintomas aparecerem”, explica o médico Wandyk Allison, pós-graduado em endocrinologia.</p>
</blockquote>



<p>Quando a diabetes não é diagnosticada e tratada, o impacto no corpo vai muito além do aumento da glicose. De acordo com Allison,&nbsp;<strong>há um processo contínuo de inflamação, resistência à insulina e dano progressivo aos vasos sanguíneos</strong>. Com o tempo, isso pode levar a doenças cardiovasculares, comprometimento dos rins, alterações na visão, lesões nos nervos e uma queda global na energia, na disposição e na qualidade de vida.</p>



<p>A recomendação é procurar um médico de forma preventiva.&nbsp;Pessoas acima de 30 a 35 anos, indivíduos com sobrepeso ou gordura abdominal, histórico familiar de diabetes, sedentarismo, sono inadequado, estresse crônico, pressão alta, alterações no colesterol e mulheres que tiveram diabetes gestacional devem realizar exames periódicos.&nbsp;Além disso, qualquer sinal persistente, como cansaço inexplicável ou aumento da sede e da urina, já justifica uma avaliação.</p>



<p>Por outro lado, mudanças no estilo de vida têm um impacto direto e profundo no controle da doença.</p>



<p>“Alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, melhora do sono, controle do estresse e redução do excesso de peso podem não apenas controlar os sintomas, mas, em muitos casos, levar à remissão da diabetes tipo 2 em fases iniciais. Isso significa devolver ao corpo parte do controle metabólico que foi perdido”, conclui Allison.ra escolher um bloco</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>SES-TO mobiliza Dia D contra a dengue em Araguaína e amplia vacinação para pessoas de 15 a 59 anos</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/ses-to-mobiliza-dia-d-contra-a-dengue-em-araguaina-e-amplia-vacinacao-para-pessoas-de-15-a-59-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 11:47:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) mobilizou, neste sábado, 18, o Dia D de vacinação contra a dengue em Araguaína e região, em parceria com o Ministério da Saúde (MS) e o município. A ação reúne equipes de saúde em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS), com oferta da vacina ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) mobilizou, neste sábado, 18, o Dia D de vacinação contra a dengue em Araguaína e região, em parceria com o Ministério da Saúde (MS) e o município. A ação reúne equipes de saúde em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS), com oferta da vacina ao longo do dia, e segue durante a semana.</p>



<p>A abertura ocorreu na Unidade Básica de Saúde (UBS) José Resende, com alinhamento das estratégias de atuação entre os profissionais envolvidos. A mobilização integra uma estratégia ampliada de enfrentamento à dengue na região de saúde Médio Norte Araguaia, onde a vacinação foi estendida para pessoas de 15 a 59 anos, conforme análise epidemiológica da região.</p>



<p>Morador de Araguaína, Cleberson Moura de Souza, que já teve dengue junto com a esposa e a filha, aproveitou a oportunidade para se imunizar e reforçou o alerta à população. &#8220;Eu acho muito importante agora ter essa vacina, então venham se vacinar, porque eu sei o quanto é ruim pegar dengue&#8221;, destacou.</p>



<p>Ao contextualizar a iniciativa, a diretora de Vigilância das Doenças Transmissíveis e Não Transmissíveis da SES-TO, Gisele Luz, explicou que a medida segue orientação do Ministério da Saúde e fortalece as ações já em andamento. &#8220;Neste momento, é fundamental manter o controle do vetor e avançar na vacinação para ampliar a cobertura, reduzir a circulação do vírus e diminuir os casos graves, internações e óbitos. Todos os 17 municípios do Médio Norte participam dessa estratégia. Nas demais regiões do Estado, a vacinação segue para os públicos preconizados, como pessoas de 10 a 14 anos e trabalhadores da Atenção Primária. Aqui, ampliamos para a faixa de 15 a 59 anos com o objetivo de reduzir a incidência da doença&#8221;, afirmou.</p>



<p>Diante do cenário epidemiológico, a secretária municipal de Saúde de Araguaína, Dênia Rodrigues, ressaltou o esforço conjunto para ampliar a adesão da população. &#8220;Estamos vivendo um momento de epidemia de dengue e não estamos medindo esforços para esta campanha. Desde o início, diversos mutirões vêm sendo realizados no município e, hoje, intensificamos com o Dia D. A vacina está disponível em todas as 23 unidades básicas de saúde, e é fundamental que a população participe&#8221;, pontuou.</p>



<p>Reforçando a importância da prevenção contínua, a superintendente de Vigilância em Saúde do município, Thaise Helena, destacou que a vacinação deve estar aliada aos cuidados no dia a dia. &#8220;A vacina é cuidado, é prevenção. É uma estratégia que chega em um momento difícil. Pedimos que a população compareça às unidades para se vacinar e também mantenha os cuidados em casa, evitando água parada. Precisamos unir forças contra a dengue&#8221;, afirmou.</p>



<p>Ao tratar das medidas preventivas, a gerente de Vigilância das Arboviroses da SES-TO, Christhiane Bueno Hundertmarck, alertou para o papel da população no controle do mosquito. &#8220;As arboviroses representam um desafio constante para a saúde pública. Com apenas dez minutos por dia, é possível vistoriar o quintal, eliminar recipientes com água parada e evitar criadouros do mosquito&#8221;, orientou.</p>



<p>De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Prefeitura de Araguaína até a última quinta-feira, 9 de abril, o município já registrou 2.411 casos confirmados de dengue em 2026, com outros 1.739 ainda aguardando resultado de exames.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comer pão pode engordar mesmo sem exagerar no consumo de calorias</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/comer-pao-pode-engordar-mesmo-sem-exagerar-no-consumo-de-calorias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 12:24:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O pão é um alimento milenar e no mundo todo é costume incluir esse carboidrato na dieta. De acordo com um&#160;estudo conduzido por pesquisadores da Osaka Metropolitan University, no Japão, o&#160;consumo de pão&#160;pode contribuir para o ganho de peso, mesmo sem excesso de calorias. Embora&#160;o ganho de peso esteja associado ao consumo excessivo de calorias, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O pão é um alimento milenar e no mundo todo é costume incluir esse carboidrato na dieta. De acordo com um&nbsp;<a href="https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/mnfr.70394" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo conduzido por pesquisadores da Osaka Metropolitan University</a>, no Japão, o&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/comer-pao-todo-dia-faz-mal-ou-bem" target="_blank" rel="noreferrer noopener">consumo de pão</a>&nbsp;pode contribuir para o ganho de peso, mesmo sem excesso de calorias.</p>



<p>Embora&nbsp;<strong>o ganho de peso esteja associado ao consumo excessivo de calorias</strong>, o estudo indica que o tipo de alimento também pode influenciar esse processo. Isso porque o organismo não reage da mesma forma a todos os nutrientes.</p>



<p>A pesquisa descobriu, a partir de teste com camundongos, que dietas ricas em pão de trigo e outros carboidratos levaram ao aumento da massa de gordura corporal, por mudanças no funcionamento do metabolismo. Os cientistas observaram que os animais que consumiram mais pão apresentaram menor gasto energético. Com o metabolismo mais lento, o corpo passa a queimar menos calorias e a direcionar a energia disponível para o armazenamento de gordura.</p>



<p>Além disso, foram identificadas alterações na expressão de genes ligados à conversão de carboidratos em gordura, o que reforça a tendência de acúmulo.<strong>&nbsp;Na prática, isso significa que, mesmo que a ingestão calórica seja igual, o corpo pode favorecer o ganho de peso dependendo da composição da dieta</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Preferência por carboidratos muda o metabolismo</h2>



<p>No experimento, os camundongos puderam escolher entre uma dieta padrão saudável e opções como&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/nutricionista-revela-qual-e-o-pao-mais-saudavel-para-comer-sem-culpa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pão simples, farinha de trigo assada e farinha de arroz</a>.</p>



<p>Os resultados mostraram uma forte preferência por alimentos ricos em carboidratos.&nbsp;<strong>Esse comportamento foi acompanhado por aumento de peso e acúmulo de gordura,</strong>&nbsp;principalmente nos machos.</p>



<p>Exames laboratoriais indicaram que o fenômeno não ocorreu por comer mais ou se exercitar menos, mas por alterações internas do organismo.&nbsp;Genes ligados à conversão de carboidratos em gordura foram ativados, enquanto a queima de calorias diminuiu. Em um dos testes, os pesquisadores voltaram a alimentar os animais com a dieta padrão. Com isso, o ganho de peso cessou e as alterações metabólicas foram revertidas.</p>



<p>O resultado sugere que os efeitos do consumo elevado de carboidratos podem ser temporários, desde que haja mudança na alimentação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pão engorda mesmo ou depende da dieta?</h2>



<p>O<a href="https://www.metropoles.com/vida-e-estilo/faz-mal-saiba-o-papel-do-pao-no-processo-de-emagrecimento" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;papel do pão no ganho de peso</a>&nbsp;não é tão simples quanto parece e depende de fatores como tipo de alimento, quantidade e combinação na dieta. Segundo a nutricionista Taynara Abreu, do Hospital Mantevida, o alimento, por si só, não é o único responsável pelo aumento de peso.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O pão, isoladamente, não engorda. O ganho de peso está relacionado ao consumo total de calorias.&nbsp;No entanto, estudos recentes mostram que carboidratos refinados, como o pão branco, podem influenciar o metabolismo além das calorias, com redução do gasto energético e maior tendência ao acúmulo de gordura”, explica.</p>
</blockquote>



<p>A especialista destaca que, na prática, o impacto do alimento está mais ligado ao padrão alimentar como um todo. “O problema costuma ser o contexto: consumo excessivo ao longo do dia, associação com alimentos calóricos e baixa ingestão de fibras e proteínas”, afirma.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Endocrinologista lista os 6 maiores erros no controle da glicemia</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/endocrinologista-lista-os-6-maiores-erros-no-controle-da-glicemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 12:22:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Manter a glicemia sob controle&#160;vai muito além de cortar o açúcar do café. Na prática,&#160;hábitos aparentemente inofensivos podem dificultar, e muito, o equilíbrio dos níveis de glicose no sangue. O problema é que esses erros costumam passar despercebidos até que os sintomas apareçam. De acordo com a endocrinologista Isabela Carballal, do Hospital Brasília, em Águas [&#8230;]]]></description>
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<p><a href="https://www.metropoles.com/vida-e-estilo/nutricao/diabetes-erros-comuns-que-impedem-o-controle-real-da-glicemia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Manter a glicemia sob controle</a>&nbsp;vai muito além de cortar o açúcar do café. Na prática,&nbsp;hábitos aparentemente inofensivos podem dificultar, e muito, o equilíbrio dos níveis de glicose no sangue. O problema é que esses erros costumam passar despercebidos até que os sintomas apareçam.</p>



<p>De acordo com a endocrinologista Isabela Carballal, do Hospital Brasília, em Águas Claras (DF), sinais como&nbsp;<strong>cansaço excessivo, sede constante, vontade frequente de urinar, visão turva e dificuldade de concentração</strong>&nbsp;são indicativos comuns de glicemia desregulada, mas que muitas vezes são ignorados por serem sutis e progressivos.</p>



<p>A cardiologista e nutróloga Maysa Lugan, da Clínica Aloe, em Brasília, reforça que, em alguns casos, especialmente na <a href="https://www.metropoles.com/saude/pre-diabetes-como-identificar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pré-diabetes</a>,<strong> a pessoa pode nem apresentar sintomas, o que torna o acompanhamento médico e exames periódicos ainda mais importantes.</strong></p>



<p>As duas especialistas listam os maiores erros de quem está tentando controlar os níveis de glicose no sangue.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Seis erros comuns que dificultam o controle da glicemia</h2>



<h2 class="wp-block-heading">1. Focar apenas no açúcar</h2>



<p>Reduzir doces é importante, mas não resolve a situação sozinha. Pães, massas e outros carboidratos refinados<a href="https://www.metropoles.com/saude/5-legumes-reduzir-glicose-sangue" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;também elevam a glicemia rapidamente</a>, principalmente quando consumidos em excesso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. Ignorar a qualidade da alimentação</h2>



<p>Uma dieta pobre em fibras e proteínas favorece picos de glicose ao longo do dia. Segundo Maysa, isso reduz a saciedade e aumenta a variabilidade da glicemia, dificultando o controle.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Ter uma rotina alimentar irregular</h2>



<p>Pular refeições ou comer em horários desorganizados impacta diretamente os níveis de glicemia, favorecendo oscilações e dificultando a resposta do organismo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. Ser sedentário</h2>



<p>A falta de atividade física reduz a capacidade do corpo de utilizar a glicose. “O exercício melhora a sensibilidade à insulina e ajuda no controle da glicemia”, explica Isabela. A recomendação é&nbsp;<strong>de pelo menos 150 minutos semanais de atividade física.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">5. Subestimar o impacto do estresse e do sono</h2>



<p>Esse é um dos erros mais negligenciados. O estresse aumenta o cortisol, hormônio que eleva a glicemia. Já dormir mal prejudica a ação da insulina e favorece maior instabilidade dos níveis de glicose.</p>



<h2 class="wp-block-heading">6. Não seguir corretamente o tratamento</h2>



<p><a href="https://bvsms.saude.gov.br/automedicacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Automedicação</a>, uso irregular de remédios ou abandono do acompanhamento médico comprometem o controle da glicemia. Segundo as especialistas, quando mudanças no estilo de vida não são suficientes, o uso de medicamentos pode ser necessário, sempre com orientação individualizada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que isso importa</h2>



<p>O controle inadequado da glicemia pode evoluir silenciosamente e aumentar o risco de complicações, como doenças cardiovasculares, problemas renais e danos neurológicos.</p>



<p>Por isso,&nbsp;<strong>mais do que evitar o açúcar, é fundamental olhar para o conjunto: alimentação, sono, atividade física, saúde mental e adesão ao tratamento</strong>. Ignorar qualquer um desses pilares pode comprometer todo o processo, mesmo quando a pessoa acredita estar fazendo “o básico”.</p>
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		<title>Cientistas encontram hormônio que pode ajudar a controlar a obesidade</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/cientistas-encontram-hormonio-que-pode-ajudar-a-controlar-a-obesidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 12:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A obesidade é um dos principais desafios de saúde pública no mundo — a doença é&#160;considerada uma epidemia global pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Um&#160;estudo recente identificou um hormônio natural que pode abrir caminho para novos tratamentos ao atuar diretamente no cérebro e estimular a queima de energia. A pesquisa, conduzida por&#160;cientistas da University [&#8230;]]]></description>
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<p>A obesidade é um dos principais desafios de saúde pública no mundo — a doença é&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/obesidade-1-bilhao-pessoas-oms" target="_blank" rel="noreferrer noopener">considerada uma epidemia global pela Organização Mundial de Saúde (OMS)</a>. Um&nbsp;estudo recente identificou um hormônio natural que pode abrir caminho para novos tratamentos ao atuar diretamente no cérebro e estimular a queima de energia.</p>



<p>A pesquisa, conduzida por&nbsp;<a href="https://ou.edu/news/articles/2026/april/researchers-identify-mechanism-for-body-weight-reducing-hormone" target="_blank" rel="noreferrer noopener">cientistas da University of Oklahoma</a>, nos Estados Unidos, e publicada na&nbsp;<a href="https://www.cell.com/cell-reports/fulltext/S2211-1247(26)00171-3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">revista Cell Reports</a>, mostrou que o hormônio FGF21 reduziu a obesidade em camundongos mesmo sem diminuir a ingestão de alimentos — mas o uso ainda não está disponível para humanos e requer mais estudos clínicos.</p>



<p><strong>A descoberta surpreendeu os cientistas, que esperavam encontrar atuação do hormônio no hipotálamo, área tradicionalmente associada ao controle do peso</strong>. “Ficamos surpresos ao identificar que o alvo é o tronco cerebral”, afirmou o pesquisador Matthew Potthoff, autor do estudo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o FGF21 e por que ele chama atenção?</h2>



<p>Produzido<a href="https://www.metropoles.com/saude/disturbio-gordura-no-figado-magros" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;principalmente pelo fígado</a>, o FGF21 tem papel importante na regulação do metabolismo e vem sendo alvo de pesquisas por seu potencial no tratamento da obesidade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Esse hormônio participa da regulação do metabolismo e, no estudo, conseguiu reduzir a obesidade em camundongos ao aumentar o gasto energético, ou seja, fazendo o corpo queimar mais energia, e não simplesmente por cortar a fome. Isso mostra uma via diferente da dos remédios mais conhecidos hoje para perda de peso”, explica a médica Jamilly Drago, da clínica Metasense.</p>
</blockquote>



<p>O estudo identificou que o FGF21 atua no tronco cerebral, especialmente em regiões como o núcleo do trato solitário e a área postrema, que se comunicam com o núcleo parabranquial, formando um circuito responsável pelos efeitos metabólicos.</p>



<p>Esse mecanismo ajuda a explicar por que o hormônio atua de forma diferente dos medicamentos atuais:&nbsp;em vez de reduzir o apetite, ele aumenta o gasto energético do organismo.</p>



<p>Apesar dos resultados promissores, ainda é cedo para afirmar que o hormônio pode<a href="https://www.metropoles.com/saude/tipos-de-obesidade-como-tratar-cada-um" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;reverter a obesidade em humanos</a>. O efeito foi observado apenas em camundongos, e são necessários estudos clínicos para avaliar eficácia e segurança em pessoas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Já é possível usar esse hormônio como tratamento?</h2>



<p>Por enquanto, não. A pesquisa segue em fase experimental e o uso clínico ainda não está disponível. Existem estudos com versões sintéticas do FGF21 em desenvolvimento, principalmente para doenças metabólicas, mas<strong>&nbsp;sem aplicação direta na prática médica até o momento</strong>.</p>
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		<title>Edição genética pode tornar tratamento do câncer mais preciso</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/edicao-genetica-pode-tornar-tratamento-do-cancer-mais-preciso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 16:36:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A edição genética – tecnologia de bioengenharia que possibilita remover, adicionar ou alterar fragmentos do DNA – pode ganhar mais precisão no futuro. Um estudo publicado nesta quarta-feira (15/4), na revista científica&#160;Nature, descreve uma ferramenta baseada em&#160;edição genética, identificada como CRISPR, capaz de ajustar a forma como corta o DNA&#160;de acordo com características químicas presentes [&#8230;]]]></description>
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<p>A edição genética – tecnologia de bioengenharia que possibilita remover, adicionar ou alterar fragmentos do DNA – pode ganhar mais precisão no futuro. Um estudo publicado nesta quarta-feira (15/4), na revista científica&nbsp;<a href="https://www.nature.com/articles/s41586-026-10384-z" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nature</a>, descreve uma ferramenta baseada em&nbsp;edição genética, identificada como CRISPR, capaz de ajustar a forma como corta o DNA&nbsp;de acordo com características químicas presentes nas células. A pesquisa foi conduzida por cientistas do Instituto Van Andel, nos Estados Unidos.</p>



<p><strong>No trabalho, os pesquisadores modificaram a enzima Cas9</strong>, usada na edição genética, para que ela responda a um tipo de marca química do DNA chamada metilação. A metilação é um processo natural do organismo, mas&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/genetica-habitos-vida-longevidade" target="_blank" rel="noreferrer noopener">costuma aparecer de forma alterada em diferentes tipos de células</a>, incluindo células tumorais.</p>



<p>A enzima apresentou comportamentos distintos dependendo da presença dessas marcas nos experimentos feitos em laboratório. Isso mostra que a atividade de edição pode ser influenciada não apenas pela sequência genética, <strong>mas também pelo “estado químico” do DNA.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como os cientistas testaram a técnica</h2>



<p>Para entender se a enzima conseguiria “ler” essas marcas químicas, os pesquisadores fizeram testes em laboratório com diferentes sequências de DNA. Algumas dessas sequências tinham&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/genetica-14-transtornos-mentais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">metilação</a>, enquanto outras não.</p>



<p>Ao aplicar a ferramenta, os cientistas observaram que a<strong>&nbsp;atividade da Cas9 variava de acordo com essas diferenças</strong>. Em certos casos, a enzima teve mais dificuldade para cortar o DNA metilado, mostrando que o processo de edição pode ser influenciado por essas alterações químicas.</p>



<p>O resultado indica que a edição genética pode ser ajustada não apenas pela sequência do DNA, mas também pelo contexto em que ela está. Um dos principais desafios é evitar cortes fora do alvo, que podem causar alterações indesejadas.</p>



<p><strong>Ao considerar também a metilação, a ferramenta descrita no estudo adiciona um novo nível de controle.</strong>&nbsp;Na prática, isso pode ajudar a tornar a edição mais específica, direcionando melhor onde a enzima deve agir.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Relação com o câncer</h2>



<p>Células cancerígenas frequentemente apresentam padrões de metilação diferentes das células normais. Por isso, a capacidade de ajustar a edição genética com base nessas marcas químicas pode, no futuro,&nbsp;<strong>ajudar a diferenciar melhor células saudáveis de células alteradas.</strong></p>



<p>O estudo, no entanto, não testa um tratamento direto contra o câncer, mas aponta um caminho que pode ser explorado em pesquisas futuras.&nbsp;Os experimentos foram realizados em condições de laboratório, sem testes em pacientes.</p>



<p>Os autores destacam que ainda será necessário avaliar a segurança e a eficácia da técnica em modelos mais complexos antes de qualquer aplicação clínica. Ao levar em conta&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/ciencia/cientistas-genoma-sintetico" target="_blank" rel="noreferrer noopener">não apenas o DNA, mas também suas características químicas</a>, a ciência avança na tentativa de desenvolver&nbsp;<strong>abordagens mais direcionadas aos estudos de doenças como o câncer.</strong></p>
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		<title>Casos de dengue caem 75% no Brasil; malária também registra queda</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/casos-de-dengue-caem-75-no-brasil-malaria-tambem-registra-queda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 16:34:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://lealjunior.com.br/?p=128419</guid>

					<description><![CDATA[Os casos de dengue registraram queda significativa no Brasil em 2026.&#160;Até o início de abril, o país contabilizou cerca de 227,5 mil casos prováveis da doença, número 75% menor do que o observado no mesmo período do ano passado.&#160;Os dados foram apresentados nessa terça-feira (14/4) em Brasília durante a 18ª edição da Expoepi, evento voltado [&#8230;]]]></description>
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<p>Os casos de dengue registraram queda significativa no Brasil em 2026.&nbsp;<strong>Até o início de abril, o país contabilizou cerca de 227,5 mil casos prováveis da doença, número 75% menor do que o observado no mesmo período do ano passado.</strong>&nbsp;Os dados foram apresentados nessa terça-feira (14/4) em Brasília durante a 18ª edição da Expoepi, evento voltado à vigilância em saúde.</p>



<p>No mesmo intervalo de 2025, haviam sido registrados mais de 916 mil casos.&nbsp;A redução mantém uma tendência observada&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/brasil/casos-de-dengue-em-2024-passam-de-64-milhoes-mortes-somam-59-mil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">após o pico de 2024</a>, quando o país enfrentou um cenário crítico com mais de 6 milhões de registros da doença.</p>



<p>Apesar da melhora nos indicadores, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que <strong>a dengue ainda representa um dos principais desafios para o sistema de saúde.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Mesmo com esses avanços, a dengue ainda é a doença que mais nos desafia. Sabemos que há uma grande expectativa em relação à produção de vacinas e ao desenvolvimento de novas alternativas tecnológicas, e seguimos trabalhando para ampliar cada vez mais as ferramentas de prevenção e controle”, pontuou.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Estratégias de controle e vacinação</h2>



<p>Segundo o Ministério da Saúde, a redução dos casos está associada ao&nbsp;fortalecimento das ações de vigilância e controle do mosquito transmissor.&nbsp;Entre as medidas adotadas está a ampliação do uso de armadilhas conhecidas como ovitrampas, utilizadas para monitorar a presença do&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/ciencia/aedes-aegypti-quem-pica-como-dengue" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mosquito&nbsp;<em>Aedes aegypti</em>.</a></p>



<p>Atualmente, a tecnologia está presente em cerca de 1,6 mil municípios e a previsão é alcançar 2 mil cidades até o fim do ano. Outras estratégias incluem o uso de mosquitos estéreis irradiados e a expansão do método Wolbachia, que utiliza bactérias para reduzir a capacidade de transmissão de vírus pelos insetos.</p>



<p>Também houve avanço na&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/vacina-dengue-butantan-protege-5-anos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vacinação contra a dengue</a>. Mais de 1,4 milhão de doses já foram aplicadas em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, público que passou a receber a vacina pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 2024.</p>



<p>Em 2026, o governo também iniciou testes com uma vacina nacional de dose única desenvolvida pelo Instituto Butantan em três municípios-piloto. A estratégia contempla pessoas de 12 a 59 anos, além de profissionais de saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Queda da malária e ações contra a doença de Chagas</h2>



<p>O balanço apresentado durante o evento também aponta avanços no controle de outras doenças infecciosas.&nbsp;Em 2025, o Brasil registrou o menor número de&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/brasil/malaria-tem-numero-recorde-entre-indigenas-e-nao-ha-prazo-para-vacina" target="_blank" rel="noreferrer noopener">casos de malária</a>&nbsp;desde 1979.</p>



<p>A&nbsp;<strong>redução foi de cerca de 15% em relação ao ano anterior</strong>, com queda ainda maior em territórios indígenas. As&nbsp;<strong>mortes também diminuíram, passando de 54 para 39 no período analisado.</strong></p>



<p>Entre as ações apontadas como responsáveis pelo resultado estão a ampliação do diagnóstico, o uso de testes rápidos e o tratamento de milhares de pacientes com medicamentos específicos para a doença.</p>



<p>Já no enfrentamento a doença de Chagas, o Ministério da Saúde anunciou investimento de R$ 11,7 milhões para fortalecer a vigilância em 155 municípios de 17 estados. O objetivo é ampliar o monitoramento do inseto transmissor e melhorar a capacidade de resposta em áreas consideradas de maior risco.</p>



<p>As ações fazem parte da estratégia do programa Brasil Saudável, que busca eliminar diversas doenças, como problemas de saúde pública, até 2030.</p>
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