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	<title>Saúde &#8211; PORTAL LJ</title>
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	<description>PORTAL LJ, Notícias de Palmas, Miracema e Região, Leal Junior, Leal Junior, Notícias, Mato Grosso, Brasil, Documentos, Transparência, Governo, Governamental, Leis, Notícias, Galeria de Fotos</description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Jul 2026 18:57:45 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Saúde &#8211; PORTAL LJ</title>
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		<title>Dois novos casos de possível cura do HIV são anunciados em conferência</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/dois-novos-casos-de-possivel-cura-do-hiv-sao-anunciados-em-conferencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 18:57:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Até hoje,&#160;poucas pessoas foram consideradas possivelmente curadas do HIV. Nesta segunda (27/7),&#160;mais dois indivíduos passaram a fazer parte da seleta lista, que chega a 13 pacientes. Médicos apresentaram os dois casos na 26ª Conferência Internacional Sobre Aids, que acontece no Rio de Janeiro. Os&#160;pacientes receberam transplante de células-tronco&#160;para tratar outras condições&#160;e já estão há pelo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Até hoje,&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/mundo/paciente-tem-remissao-do-hiv-apos-transplante-de-medula-ossea-do-irmao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">poucas pessoas foram consideradas possivelmente curadas do HIV</a>. Nesta segunda (27/7),&nbsp;mais dois indivíduos passaram a fazer parte da seleta lista, que chega a 13 pacientes.</p>



<p>Médicos apresentaram os dois casos na 26ª Conferência Internacional Sobre Aids, que acontece no Rio de Janeiro. Os<strong><a href="https://www.metropoles.com/saude/setimo-paciente-em-remissao-hiv" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;pacientes receberam transplante de células-tronco</a>&nbsp;para tratar outras condições</strong>&nbsp;e já estão há pelo menos um ano sem usar medicamentos antiretrovirais para controlar o HIV.</p>



<p>O paciente do Kansas, como está sendo identificado um deles, é um homem de 21 anos que tinha HIV e uma forma agressiva de leucemia. Ele passou por um<strong>&nbsp;transplante de células-tronco de uma doadora compatível que tinha a mutação rara CCR5-delta32, que evita que o HIV entre nas células.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>O jovem teve complicações, recebeu mais um transplante, e os médicos suspenderam o uso de antirretrovirais em fevereiro de 2025. Pelo menos 14 meses depois, o&nbsp;HIV continuou sem ser encontrado no sangue e também não foram achadas células infectadas que pudessem recomeçar a infecção.</p>
</blockquote>



<p>Já o outro paciente tinha duas formas do HIV e passou por um transplante de células-tronco de um doador que também tinha a mutação CCR5-delta32. Quatro anos após a intervenção, os medicamentos antirretrovirais foram suspensos. Um ano depois,<strong> exames laboratoriais não conseguiram encontrar vírus HIV que pudesse se multiplicar.</strong></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o HIV e sua diferença para a aids?</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>O vírus da imunodeficiência humana (HIV) é um microrganismo que ataca o sistema imunológico. <strong>Quando não é tratado, ele pode evoluir para a aids</strong> (síndrome da imunodeficiência adquirida), que representa o estágio mais avançado da infecção pelo HIV.</li>



<li>Embora não exista a cura para a aids, <strong>o tratamento antirretroviral pode controlar a infecção</strong>, permitindo que pessoas vivendo com HIV tenham uma vida longa e saudável.</li>



<li>O tratamento correto pode fazer com que o paciente atinja a carga viral indetectável para o HIV, ou seja, tão baixa que não pode ser detectada por testes padrão. Nesse caso, <strong>a pessoa também não transmite o vírus</strong>.</li>



<li>O HIV é transmitido principalmente através de fluidos corporais específicos, durante o <strong>sexo sem proteção,</strong> compartilhamento de seringas e de mãe para filho durante o parto, quando não for bem assistido.</li>



<li>Beijos, suor, ou qualquer outra forma de contato íntimo, incluindo o sexo feito com preservativo,<strong> não transmite o HIV. </strong></li>



<li>O <strong>SUS disponibiliza testes rápidos para o HIV</strong> e também o tratamento preventivo com a profilaxia pré-exposição (PrEP), com o uso de um remédio diário. Procure um serviço de saúde e informe-se para saber se você tem indicação para PrEP.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Cura do HIV é complicada</h2>



<p>Apesar de apresentar remissão por mais de um ano,&nbsp;médicos e pesquisadores ainda evitam falar em cura do HIV.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>O vírus pode estar escondido em células de defesa que ficam adormecidas e não são atingidas pelos antirretrovirais, assim como em unidades do intestino e do sistema nervoso. Por isso, os pacientes seguem sendo acompanhados por anos.</p>
</blockquote>



<p>Todos os pacientes considerados em possível remissão até hoje passaram por transplantes de células-tronco para lidar com outras condições, como leucemia, linfoma e outras doenças do sangue. Apesar de ótimos resultados,&nbsp;<strong>o procedimento não é considerado uma opção para curar a doença em larga escala</strong>&nbsp;— os<a href="https://www.metropoles.com/saude/mulher-com-hiv-e-curada-apos-tratamento-polemico-com-celulas-tronco" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;riscos do transplante ainda são muito mais expressivos que os benefícios.</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Justiça determina que Hospital Dom Orione mantenha atendimento pelo SUS</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/justica-determina-que-hospital-dom-orione-mantenha-atendimento-pelo-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 18:45:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça do Tocantins deferiu, nesta segunda-feira (27), o pedido de tutela antecipada apresentado pelo Governo do Estado e determinou que a Casa de Caridade Dom Orione mantenha integralmente a prestação dos serviços hospitalares contratualizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi proferida pela juíza Renata Teresa da Silva Macor, durante o Plantão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Justiça do Tocantins deferiu, nesta segunda-feira (27), o pedido de tutela antecipada apresentado pelo Governo do Estado e determinou que a Casa de Caridade Dom Orione mantenha integralmente a prestação dos serviços hospitalares contratualizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi proferida pela juíza Renata Teresa da Silva Macor, durante o Plantão Judicial.</p>



<p>A ação foi ajuizada pelo Estado após a direção do Hospital Dom Orione comunicar a intenção de suspender procedimentos eletivos de média e alta complexidade, alegando atraso em repasses financeiros. Entre os serviços que poderiam ser interrompidos estavam cirurgias cardíacas, neurocirurgias, cirurgias urológicas e endovasculares, especialidades que fazem do hospital uma das principais referências em atendimento de alta complexidade da Macrorregião Norte do Tocantins.</p>



<p>Na decisão, a magistrada destacou que a saúde é um direito fundamental assegurado pela Constituição Federal e que os serviços prestados por instituições privadas contratadas pelo SUS possuem natureza essencial, não podendo ser interrompidos em razão de controvérsias financeiras. Segundo a decisão, eventuais divergências relacionadas a pagamentos devem ser solucionadas pelas vias administrativas ou judiciais, sem prejuízo à população usuária do sistema público de saúde.</p>



<p>O Governo do Tocantins informou à Justiça que já adotou medidas para regularizar a situação financeira, incluindo a realização de auditoria e encontro de contas para apuração dos valores devidos. Também comprovou o pagamento de R$ 2.451.939,32, efetuado no último dia 23 de julho, referente aos contratos firmados com a instituição hospitalar, reduzindo o saldo pendente desses instrumentos para R$ 12.641.061,68.</p>



<p>Ao analisar o caso, a magistrada considerou que havia elementos suficientes para demonstrar a probabilidade do direito alegado pelo Estado e o risco de prejuízos à população caso os atendimentos fossem interrompidos. A decisão ressalta que a suspensão dos serviços poderia provocar o cancelamento de procedimentos especializados, aumentar a fila de espera e comprometer a assistência a pacientes que dependem do SUS.</p>



<p>Com a tutela antecipada, o Hospital Dom Orione deverá manter a regular prestação de todos os serviços hospitalares e ambulatoriais previstos nos Contratos Administrativos nº 127/2022 e nº 410/2026, incluindo consultas, exames, internações, leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), atendimentos de urgência e emergência, além de procedimentos cirúrgicos eletivos e de alta complexidade.</p>



<p>Em caso de descumprimento da ordem judicial, foi fixada multa diária de R$ 10 mil, limitada inicialmente a R$ 100 mil. A Justiça também determinou a intimação imediata da instituição para cumprimento da decisão.</p>



<p>A Secretaria de Estado da Saúde reafirma seu compromisso com a continuidade da assistência à população tocantinense e destaca que seguirá adotando todas as medidas administrativas e judiciais necessárias para garantir o funcionamento regular da rede pública de saúde e preservar o atendimento aos usuários do SUS.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo alerta para transmissão de superbactéria entre pets e humanos</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/estudo-alerta-para-transmissao-de-superbacteria-entre-pets-e-humanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 18:42:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://lealjunior.com.br/?p=144059</guid>

					<description><![CDATA[Cães e gatos podem ter um papel na circulação de uma das bactérias mais resistentes aos antibióticos já conhecidas. Um estudo publicado na revista&#160;Applied and Environmental Microbiology&#160;em 15 de junho encontrou forte&#160;semelhança genética entre cepas da bactéria&#160;Acinetobacter baumannii&#160;isoladas de animais de estimação e de pacientes humanos, sugerindo que pode haver transmissão entre as duas espécies. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Cães e gatos podem ter um papel na circulação de uma das bactérias mais resistentes aos antibióticos já conhecidas. Um estudo publicado na revista&nbsp;<a href="https://journals.asm.org/doi/10.1128/aem.00038-26" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Applied and Environmental Microbiology</a>&nbsp;em 15 de junho encontrou forte&nbsp;<strong>semelhança genética entre cepas da bactéria&nbsp;<em>Acinetobacter baumannii</em>&nbsp;isoladas de animais de estimação e de pacientes humanos, sugerindo que pode haver transmissão entre as duas espécies.</strong></p>



<p>Conhecida por causar infecções graves,&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/distrito-federal/saiba-qual-e-a-superbacteria-se-espalhou-pelo-hospital-da-crianca" target="_blank" rel="noreferrer noopener">principalmente em hospitais</a>, a&nbsp;<em>A. baumannii</em>&nbsp;é considerada um patógeno de prioridade máxima pela Organização Mundial da Saúde (OMS) devido à&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/uso-indiscriminado-antibioticos-preocupa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">resistência a diversos antibióticos</a>.&nbsp;Nos últimos anos, cientistas também passaram a investigar sua capacidade de circular entre animais e pessoas.</p>



<p>A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade Agrícola de Nanjing, do Instituto de Tecnologia de Wuhu e da Universidade de Medicina Chinesa de Nanjing.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que os pesquisadores encontraram</h2>



<p>O trabalho começou após a identificação da bactéria em embriões de galinhas e patos que morreram antes da eclosão.</p>



<p>Ao comparar esse material com centenas de amostras coletadas em outros animais e em humanos, os pesquisadores perceberam que as aves e os animais de produção carregavam cepas bem diferentes das encontradas em pessoas.</p>



<p>Já as bactérias isoladas de cães, gatos e cavalos eram&nbsp;<strong>praticamente idênticas às que circulavam em hospitais das mesmas regiões.</strong></p>



<p>Ao todo, os cientistas analisaram 509 amostras da bactéria coletadas em 17 países, envolvendo 33 espécies animais, e compararam esses dados com milhares de amostras obtidas de pacientes.</p>



<p>Segundo a equipe,&nbsp;as cepas encontradas em animais de estimação apresentavam mais de 99% de semelhança genética com as isoladas em humanos.&nbsp;Em alguns casos, essa similaridade ultrapassava 99,5%.</p>



<p>Além disso, cães e gatos carregavam genes que tornam a bactéria resistente aos carbapenêmicos, antibióticos considerados uma das últimas opções de tratamento para infecções graves. Esses genes não foram identificados nas amostras de aves, animais silvestres ou de criação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contato próximo pode favorecer transmissão</h2>



<p>Para os pesquisadores, o&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/colunas/e-o-bicho/dia-da-familia-o-pet-como-parte-essencial-da-configuracao-afetiva" target="_blank" rel="noreferrer noopener">contato diário e muito próximo entre pessoas e animais</a>&nbsp;de estimação pode facilitar a circulação dessas bactérias.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Nossos resultados sugerem que a&nbsp;<em>A. baumannii</em>&nbsp;tem maior potencial de transmissão entre animais de companhia e humanos do que entre humanos e animais de produção, aves ou animais silvestres. Esse potencial pode estar relacionado ao contato próximo entre pets e seus tutores”, escreveram os autores.</p>
</blockquote>



<p>Apesar dos resultados,<strong>&nbsp;o estudo não comprova que um cão ou gato tenha transmitido</strong>&nbsp;a bactéria diretamente para uma pessoa.</p>



<p>Os pesquisadores explicam que a análise encontrou apenas evidências genéticas indicando que as bactérias circulam entre humanos e animais, mas ainda não foi possível demonstrar exatamente quando, como ou em que direção essa transmissão ocorreu.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Próximos passos</h2>



<p>Segundo os autores,&nbsp;<strong>serão necessárias novas pesquisas para acompanhar a circulação da bactéria em animais e pessoas e entender com que frequência essa transmissão realmente acontece.</strong></p>



<p>Esse conhecimento pode ajudar no desenvolvimento de estratégias para reduzir a disseminação de bactérias resistentes aos antibióticos, um dos principais desafios atuais da saúde pública mundial.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo mostra que reservas de gordura podem ajudar a combater vírus</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/estudo-mostra-que-reservas-de-gordura-podem-ajudar-a-combater-virus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 14:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://lealjunior.com.br/?p=143774</guid>

					<description><![CDATA[Estruturas que armazenam gordura dentro das células podem desempenhar um papel muito mais importante do que se imaginava. Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade La Trobe, na Austrália, mostra que&#160;essas pequenas reservas ajudam o organismo a identificar infecções virais e a ativar rapidamente a resposta do sistema imunológico. Os resultados, publicados na revista&#160;Nature Communications&#160;em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estruturas que armazenam gordura dentro das células podem desempenhar um papel muito mais importante do que se imaginava. Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade La Trobe, na Austrália, mostra que&nbsp;<strong>essas pequenas reservas ajudam o organismo a identificar infecções virais e a ativar rapidamente a resposta do sistema imunológico.</strong></p>



<p>Os resultados, publicados na revista&nbsp;<a href="https://www.nature.com/articles/s41467-026-74016-w" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nature Communications</a>&nbsp;em 5 de junho, indicam que essas estruturas, chamadas de&nbsp;<strong>gotículas lipídicas</strong>,&nbsp;podem ajudar no desenvolvimento de novos antivirais que reforçam as defesas naturais do organismo, em vez de atacar diretamente os vírus.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A pesquisa demonstra que elas são centros de controle vitais e ativos para nos defender contra vírus”, afirma a professora Karla Helbig, uma das responsáveis pelo estudo, em comunicado.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Como a gordura ajuda a combater vírus</h2>



<p>As gotículas lipídicas são pequenas estruturas presentes no interior das células e, até pouco tempo atrás, eram vistas apenas como depósitos de gordura. O novo estudo mostra que elas também participam da&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/sentir-doente-defesa-do-corpo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">defesa do organismo</a>&nbsp;logo nos primeiros momentos de uma infecção.</p>



<p>Durante os experimentos, os pesquisadores observaram que, ao detectar um vírus, essas estruturas mudam sua composição e  passam a concentrar determinados ácidos graxos e proteínas ligadas ao sistema imunológico, criando um ambiente que dificulta a multiplicação do vírus e favorece a produção de moléculas antivirais.</p>



<p>Em testes com gotículas lipídicas produzidas em laboratório, a inclusão de dois ácidos graxos específicos, o ácido araquidônico e o ácido eicosapentaenoico, reduziu a replicação viral e aumentou a produção de interferons — proteínas fundamentais para a resposta do sistema imunológico.</p>



<p>Segundo Helbig, essa estratégia pode oferecer uma vantagem importante em relação aos antivirais atuais.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Em vez de atacar os próprios vírus, o que muitas vezes leva à resistência aos medicamentos, esta pesquisa aponta maneiras de fortalecer o mecanismo antiviral do próprio corpo”, explica.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">O que a descoberta pode representar</h2>



<p>Os pesquisadores acreditam que esse mecanismo poderá ajudar no desenvolvimento de medicamentos capazes de agir contra diferentes vírus, sem depender das características de um único agente infeccioso.<strong>&nbsp;“Ao manipular gotículas lipídicas ou administrar gorduras antivirais específicas, pode ser possível desenvolver antivirais que funcionem contra muitos tipos diferentes de vírus”</strong>, afirma Helbig.</p>



<p>Para Ebony Monson, coautora do estudo, a descoberta também pode contribuir para melhorar a&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/mundo-continua-despreparado-para-pandemias" target="_blank" rel="noreferrer noopener">preparação diante de futuras pandemias</a>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Dependemos, em grande parte, das vacinas, mas elas&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/tempo-criar-vacina-caso-nova-pandemia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">levam tempo para ser desenvolvidas</a>&nbsp;e protegem contra vírus específicos. Como os vírus sofrem mutações rapidamente, essa proteção pode diminuir com o tempo”, diz.</p>
</blockquote>



<p>Segundo a pesquisadora, estimular uma via de defesa já existente no organismo pode tornar a resposta mais rápida diante do surgimento de novos vírus. “Esperamos que nossa pesquisa contribua para respostas mais rápidas e resilientes a ameaças virais emergentes e melhore significativamente a preparação global para pandemias”, conclui.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cientistas criam gel que pode regenerar dentes deteriorados pela cárie</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/cientistas-criam-gel-que-pode-regenerar-dentes-deteriorados-pela-carie/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 13:17:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://lealjunior.com.br/?p=143777</guid>

					<description><![CDATA[Uma parceria entre pesquisadores da Escola de Farmácia e do Departamento de Engenharia Química e Ambiental da Universidade de Nottingham, no Reino Unido,&#160;resultou na criação de um gel dental sem flúor capaz de regenerar o esmalte do dente danificado pela cárie.&#160;De acordo com a&#160;Organização Mundial da Saúde (OMS), a cárie é a doença não transmissível&#160;mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma parceria entre pesquisadores da Escola de Farmácia e do Departamento de Engenharia Química e Ambiental da Universidade de Nottingham, no Reino Unido,&nbsp;resultou na criação de um gel dental sem flúor capaz de regenerar o esmalte do dente danificado pela cárie.&nbsp;De acordo com a&nbsp;<a href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/sugars-and-dental-caries" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organização Mundial da Saúde (OMS)</a>, a cárie é a doença não transmissível&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/5-duvidas-caries-como-tratar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mais comum no mundo</a>, atingindo cerca de 2,5 bilhões de pessoas.</p>



<p>Para desenvolver o novo produto,&nbsp;<strong>os pesquisadores se inspiraram em proteínas naturais responsáveis por guiar a formação dos dentes na infância.</strong>&nbsp;Conforme o estudo publicado na revista científica Nature Communications, o gel entra na superfície dentária e preenche as microfissuras c<a href="https://www.metropoles.com/saude/acucar-realmente-provoca-carie" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ausadas pela cárie</a>, dando suporte à regeneração da camada mineral.</p>



<p><strong>A principal base de funcionamento do gel é a captura de íons de cálcio e fosfato que estão presentes na própria saliva e induzem um processo chamado de mineralização epitaxial.</strong>&nbsp;Dessa forma, novos cristais crescem alinhados à estrutura do dente, permitindo a recuperação do esmalte saudável.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Além disso, o produto também apresenta eficácia no tratamento da dentina exposta — tecido que contém canais ligados ao nervo e que, quando expostos, causam sensibilidade dental em contato com calor, frio e doces. Formando essa cobertura, o gel alivia o desconforto e cria uma base resistente para a fixação de restaurações e obturações.</p>
</blockquote>



<p>Segundo Abshar Hasan, pesquisador de pós-doutorado e principal autor do estudo, <strong>o esmalte dental tem uma estrutura única que protege os dentes ao longo da vida contra agressões físicas, químicas e térmicas.</strong></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Quando nosso material é aplicado ao esmalte desmineralizado ou erodido, ou à dentina exposta, ele promove o crescimento de cristais de forma integrada e organizada, recuperando a arquitetura do nosso esmalte natural saudável. Testamos as propriedades mecânicas desses tecidos regenerados em condições que simulam ‘situações da vida real’, como escovação, mastigação e exposição a alimentos ácidos, e descobrimos que o esmalte regenerado se comporta exatamente como o esmalte saudável”, destacou ao ScienceDaily.</p>
</blockquote>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h3 class="wp-block-heading">Destaques do estudo:</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Inovação no tratamento dental:</strong> gel sem flúor capaz de reconstruir o esmalte dentário danificado.</li>



<li><strong>Mecanismo biomimético:</strong> inspirado em proteínas da infância, ele preenche fissuras e usa cálcio e fosfato da própria saliva para fazer novos cristais crescerem alinhados ao dente.</li>



<li><strong>Solução para a sensibilidade</strong>: além de reparar o esmalte, o material pode cobrir a dentina exposta, aliviando dores e sensibilidades causadas por calor, frio ou doces.</li>



<li><strong>Resistência comprovada:</strong> testes mostraram que o esmalte regenerado apresentou a mesma força e durabilidade de um dente natural.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>A descoberta pode ser uma solução para um obstáculo&nbsp;enfrentado pela odontologia há anos, já que o esmalte é o tecido mais duro do corpo humano e não se regenera sozinho.&nbsp;Nesse sentido, vale ressaltar que os tratamentos atuais com flúor apenas fortalecem o mineral remanescente.</p>



<p>Para chegar aos resultados, os pesquisadores realizaram testes em laboratório, submetendo o tecido regenerado a simulações de desgastes do dia a dia, entre eles&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/escovar-os-dentes-prevencao-carie" target="_blank" rel="noreferrer noopener">escovação repetida</a>, forças de mastigação e contato com alimentos ácidos.</p>



<p>Os resultados mostraram que o esmalte restaurado com o gel apresentou comportamento semelhante ao de dentes saudáveis. Outro ponto é que a aplicação do produto é rápida, segura e parecida com a já utilizada por dentistas na aplicação de flúor.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Estudo identifica neurônios que protegem o coração durante o estresse</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/estudo-identifica-neuronios-que-protegem-o-coracao-durante-o-estresse/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 11:23:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://lealjunior.com.br/?p=143780</guid>

					<description><![CDATA[Muito além de responder aos comandos do cérebro, o coração possui um sistema nervoso próprio que ajuda a controlar seus batimentos. Um estudo publicado nessa quarta-feira (22/7) na&#160;revista Cell&#160;mostra que essa&#160;rede de neurônios tem funções diferentes e desempenha um papel importante para proteger o órgão em situações de estresse. A pesquisa, realizada por cientistas da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muito além de responder aos comandos do cérebro, o coração possui um sistema nervoso próprio que ajuda a controlar seus batimentos. Um estudo publicado nessa quarta-feira (22/7) na&nbsp;<a href="https://www.cell.com/cell/fulltext/S0092-8674(26)00760-9?_returnURL=https%3A%2F%2Flinkinghub.elsevier.com%2Fretrieve%2Fpii%2FS0092867426007609%3Fshowall%3Dtrue" target="_blank" rel="noreferrer noopener">revista Cell</a>&nbsp;mostra que essa&nbsp;<strong>rede de neurônios tem funções diferentes e desempenha um papel importante para proteger o órgão em situações de estresse.</strong></p>



<p>A pesquisa, realizada por cientistas da Escola de Medicina da Universidade Yale, nos Estados Unidos, foi conduzida em camundongos e pode contribuir para uma melhor compreensão de&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/sinais-de-doencas-cardiovasculares" target="_blank" rel="noreferrer noopener">doenças cardíacas</a>, como insuficiência cardíaca, infarto e arritmias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o “pequeno cérebro” do coração</h2>



<p>Assim como o&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/gastroenterologista-intestino-cerebro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">intestino possui um sistema nervoso próprio</a>, o coração também conta com uma rede de neurônios conhecida como sistema nervoso cardíaco intrínseco. Essas células ficam distribuídas no tecido que envolve o órgão e se comunicam tanto entre si quanto com o cérebro para ajudar a controlar o funcionamento cardíaco.</p>



<p>Até agora, pouco se sabia sobre o papel de cada um desses neurônios porque eles <strong>são extremamente raros</strong> e representam cerca de 0,01% das células presentes no tecido cardíaco.</p>



<p>Para investigar a rede,&nbsp;os pesquisadores modificaram geneticamente camundongos para identificar todos os neurônios do coração.&nbsp;Depois, mapearam seus genes e descobriram dois grupos principais de células com funções diferentes.</p>



<p>Um deles, chamado&nbsp;<strong>Npy+</strong>, mostrou ser indispensável para manter o coração funcionando. Quando estimulado, reduziu a frequência cardíaca dos animais. Já sua eliminação levou à&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/insuficiencia-cardiaca-cardiologista-lista-sinais-e-fatores-de-risco" target="_blank" rel="noreferrer noopener">insuficiência cardíaca</a>&nbsp;e à morte dos camundongos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como o coração reage ao estresse</h2>



<p>O segundo grupo de neurônios, chamado&nbsp;<strong>Ddah1+</strong>, parecia não produzir nenhum efeito quando era ativado ou eliminado. Mas uma observação feita durante um experimento mudou essa conclusão.</p>



<p>Enquanto media a pressão arterial de um camundongo sem esses neurônios, uma pesquisadora percebeu que o animal morreu logo após o procedimento. A equipe repetiu os testes e verificou que&nbsp;cerca de dois terços dos camundongos sem os neurônios Ddah1+ morreram quando submetidos a situações de estresse.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Imediatamente antes da morte do animal, ocorre uma queda repentina na frequência cardíaca, e ela nunca se recupera”, explica Rui Chang, neurocientista da Escola de Medicina da Universidade de Yale, e coautor da pesquisa.</p>
</blockquote>



<p>Os cientistas passaram então a expor os animais a diferentes&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/estresse-sinais-quando-procurar-ajuda" target="_blank" rel="noreferrer noopener">situações estressantes</a>&nbsp;e observaram o mesmo resultado. Por outro lado, quando esses neurônios eram estimulados, os camundongos apresentavam maior chance de sobreviver.</p>



<p>Segundo os autores, isso indica que esse<strong>&nbsp;grupo de células funciona como uma espécie de proteção para o coração durante momentos de estresse intenso.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que a descoberta pode representar</h2>



<p>Embora o estudo tenha sido realizado em camundongos, os pesquisadores destacam que genes presentes nesses neurônios também foram identificados em células cardíacas humanas, o que sugere que mecanismos semelhantes possam existir nas pessoas.</p>



<p>Para Chang, compreender melhor o sistema é importante porque ele está relacionado a doenças como infarto, insuficiência cardíaca e arritmias.</p>



<p>Hoje, alguns tratamentos já atuam sobre essa rede de neurônios de forma indireta, como a&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/tecnologia-arritmia-ajuda-aposentada" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ablação cardíaca,</a>&nbsp;procedimento usado para tratar certos distúrbios do ritmo do coração. No entanto, os cientistas afirmam que conhecer melhor a função das células poderá tornar essas intervenções mais precisas e favorecer o desenvolvimento de novas terapias.</p>
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		<title>Férias saudáveis: Saúde Palmas orienta famílias sobre cuidados necessários nesta época do ano</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/ferias-saudaveis-saude-palmas-orienta-familias-sobre-cuidados-necessarios-nesta-epoca-do-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada do calor típico desta época do ano, a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) reforça orientações simples de prevenção para garantir férias mais seguras. Entre as recomendações estão beber água ao longo de todo o dia, proteger-se do sol e evitar exposição solar nos horários mais quentes (entre 10 e 16 horas), priorizar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a chegada do calor típico desta época do ano, a Secretaria Municipal de Saúde (Semus) reforça orientações simples de prevenção para garantir férias mais seguras. Entre as recomendações estão beber água ao longo de todo o dia, proteger-se do sol e evitar exposição solar nos horários mais quentes (entre 10 e 16 horas), priorizar alimentos leves, frutas e sucos naturais, além de manter os cuidados de rotina com a saúde.</p>



<p>Como parte das orientações, a equipe da Unidade de Saúde da Família (USF) Francisco Júnior, localizada na Arso 41, realizou &#8220;O Piquenique da Saúde&#8221;, ação externa na praia da Graciosa, no final da tarde desta terça-feira, 21. Foram ofertadas aferição de pressão arterial, teste de glicemia e orientações de saúde.</p>



<p>A médica da USF Paulina Gomes da Silva, que acompanhou a ação, reforça que medidas simples no dia a dia fazem toda a diferença para a saúde. &#8220;Temos que falar sempre sobre a importância de praticar exercícios físicos e adotar hábitos saudáveis. Iniciativas como esta são fundamentais para conscientizar a população sobre esse autocuidado&#8221;, destaca.</p>



<p>A coordenadora da USF, Adriana Inez Lopes, destaca a importância de levar as ações de prevenção para fora da unidade. &#8220;Em toda ação externa conseguimos abordar mais pessoas, que às vezes não têm tempo ou não veem necessidade de, por exemplo, aferir uma pressão, fazer um teste de glicemia. Ao estarmos presentes na praia, oferecemos essa oportunidade no momento em que elas estão se exercitando, garantindo um acesso muito mais amplo à prevenção&#8221;, destaca.</p>



<p><strong>Participação</strong><br>O primeiro atendido foi Luiz Demétrio, 75 anos, que teve a pressão arterial aferida. Ele estava na praia da Graciosa com a família, aproveitando o dia com as crianças. O auxiliar de mecânico Valter Morais, 38 anos, o acompanhava e contou ter esquecido o aparelho de medir a pressão de Demétrio em casa. &#8220;Acho uma ação muito boa, é importante cuidar da saúde, e ter profissionais aqui na praia facilita verificar como está indo a pressão e a glicemia&#8221;, afirma.</p>



<p>A técnica de laboratório Umbelina Costa Acevedo, 65 anos, também fez a aferição da pressão arterial e avalia a ação como essencial. &#8220;É uma maravilha, tem que fazer mais ações assim&#8221;, diz.</p>



<p>Para o tatuador Gabriel Oliveira, 27 anos, iniciativas como essa fazem sentido justamente por acontecerem em um local movimentado com o objetivo de praticar exercícios físicos e passear. &#8220;A prevenção nesses locais encontra um público diverso, que está fazendo caminhada e outras atividades físicas&#8221;, destaca.</p>
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		<title>Sedentarismo e obesidade podem aumentar risco de trombose em jovens</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/sedentarismo-e-obesidade-podem-aumentar-risco-de-trombose-em-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:12:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A trombose em jovens costuma ser associada ao uso de&#160;anticoncepcionais hormonais&#160;e predisposição genética, mas&#160;especialistas alertam que essa relação representa apenas uma parte do problema. Sedentarismo, obesidade, tabagismo, cirurgias e longos períodos de imobilidade&#160;também podem favorecer a formação de coágulos, inclusive em pessoas sem doenças prévias. Embora seja mais comum em idosos, a doença também pode [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A trombose em jovens costuma ser associada ao uso de&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/anticoncepcionais-podem-causar-trombose" target="_blank" rel="noreferrer noopener">anticoncepcionais hormonais</a>&nbsp;e predisposição genética, mas<strong>&nbsp;especialistas alertam que essa relação representa apenas uma parte do problema</strong>. Sedentarismo, obesidade, tabagismo, cirurgias e longos períodos de imobilidade&nbsp;também podem favorecer a formação de coágulos, inclusive em pessoas sem doenças prévias.</p>



<p>Embora seja mais comum em idosos, a doença também pode atingir adultos jovens e, quando não identificada rapidamente, pode evoluir para complicações graves, como a embolia pulmonar.&nbsp;<strong>Reconhecer os fatores de risco e os sintomas é essencial para buscar atendimento precoce.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Estilo de vida e genética aumentam o risco</h2>



<p>Segundo o angiologista Thiago Osawa, do Hospital DF Star, da Rede D’Or,&nbsp;<a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/t/trombose" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a trombose</a>&nbsp;raramente ocorre por um único motivo em pacientes jovens.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O estilo de vida atual cobra o seu preço. O hábito de passar horas estático trabalhando no computador, maratonando séries ou jogando videogame sem pausas, somado ao tabagismo, obesidade, desidratação e até cirurgias recentes favorece o desenvolvimento da trombose”, afirma.</p>
</blockquote>



<p>O especialista explica que alguns jovens também apresentam alterações anatômicas ou predisposição genética que aumentam o risco de formação de coágulos <strong>mesmo mantendo hábitos saudáveis.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Sintomas exigem atendimento imediato</h2>



<p>Para o hematologista Rodolfo Kameo, do Hospital Santa Lúcia Sul, em Brasília<strong>,&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/trombose-sintomas-e-como-prevenir" target="_blank" rel="noreferrer noopener">não existem sintomas que antecipem a trombose</a></strong>. Os sinais aparecem quando o problema já está instalado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Uma trombose na perna causa dor persistente e inchaço. Quando o coágulo atinge o pulmão, pode provocar dor no peito, falta de ar, tosse seca e até tosse com sangue”, destaca.</p>
</blockquote>



<p>O hematologista ressalta que&nbsp;a prevenção medicamentosa não é indicada para pessoas saudáveis sem fatores de risco. Já pacientes que tiveram trombose anteriormente ou passarão por situações de maior risco, como cirurgias e gestação, precisam de avaliação médica para definir medidas preventivas.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Sintomas da trombose venosa profunda (TVP)</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Inchaço repentino, geralmente em apenas uma perna.</li>



<li>Dor persistente, principalmente na panturrilha ou na coxa.</li>



<li>Sensação de peso ou tensão na perna.</li>



<li>Calor na região afetada.</li>



<li>Vermelhidão ou coloração arroxeada da pele.</li>



<li>Dor que pode piorar ao caminhar ou ao ficar em pé.</li>



<li>Veias superficiais mais aparentes em alguns casos.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Prevenção depende de hábitos simples</h2>



<p>De acordo com o angiologista Bruno Lorenção, do Hospital DF Star, da Rede D’Or,&nbsp;pequenas mudanças na rotina ajudam a reduzir significativamente o risco da doença.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A melhor prevenção é se mexer e se hidratar. Quem trabalha sentado deve levantar pelo menos uma vez por hora, além de manter um peso saudável, evitar o cigarro e adotar atividade física regularmente”, orienta.</p>
</blockquote>



<p>O médico acrescenta que,&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/prevencao-trombose-viagens-ferias" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em viagens prolongadas</a>, movimentar as pernas, caminhar durante os intervalos e, quando indicado pelo especialista, utilizar meias de compressão são estratégias importantes para manter a circulação adequada.</p>



<p>Apesar de o anticoncepcional continuar sendo um fator de risco conhecido, especialistas reforçam que a trombose em jovens é uma condição multifatorial. Por isso, conhecer os fatores que favorecem a doença e procurar assistência médica diante de sintomas suspeitos pode fazer toda a diferença no diagnóstico precoce e na prevenção de complicações potencialmente fatais.<br></p>
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		<title>Neurologista alerta que enxaqueca com aura aumenta o risco de ter AVC</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/neurologista-alerta-que-enxaqueca-com-aura-aumenta-o-risco-de-ter-avc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 11:47:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://lealjunior.com.br/?p=143360</guid>

					<description><![CDATA[A enxaqueca&#160;é uma das doenças neurológicas mais comuns do mundo e, na maioria dos casos, não está associada a complicações graves. No entanto, estudos apontam que&#160;pessoas que têm a condição com aura apresentam maior risco de AVC isquêmico&#160;em comparação à população geral, embora o risco absoluto continue baixo. Os especialistas destacam que essa&#160;associação não significa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://www.metropoles.com/saude/dor-de-cabeca-enxaqueca-medicos-explicam" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A enxaqueca</a>&nbsp;é uma das doenças neurológicas mais comuns do mundo e, na maioria dos casos, não está associada a complicações graves. No entanto, estudos apontam que&nbsp;pessoas que têm a condição com aura apresentam maior risco de AVC isquêmico&nbsp;em comparação à população geral, embora o risco absoluto continue baixo.</p>



<p>Os especialistas destacam que essa&nbsp;<strong>associação não significa que quem tem enxaqueca inevitavelmente sofrerá um acidente vascular cerebral</strong>. O principal alerta é para a combinação entre a doença e fatores como tabagismo, hipertensão, diabetes e uso de anticoncepcionais hormonais contendo estrogênio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Enxaqueca com aura concentra o maior risco</h2>



<p>A relação ocorre principalmente em pacientes que têm enxaqueca com aura, caracterizada por sintomas neurológicos temporários, como alterações visuais, sensoriais ou da fala antes da dor de cabeça. Já na enxaqueca sem aura, as evidências atuais não demonstram um aumento consistente do risco de AVC.</p>



<p>Segundo o neurologista Thiago Taya, do Hospital Brasília Águas Claras, embora o risco relativo seja maior,&nbsp;<strong>o número absoluto de casos continua pequeno.&nbsp;</strong><a target="_blank" href="https://whatsapp.com/channel/0029VbAG66BCsU9SjkSicl3C" rel="noreferrer noopener">Entre no canal de WhatsApp&nbsp;do&nbsp;Metrópoles Saúde e Ciência</a></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Esses indivíduos podem apresentar um risco relativo até duas vezes maior para ter um AVC na vida, mas o risco absoluto continua baixo, exigindo acompanhamento e controle dos fatores de risco”, aponta.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Fatores que aumentam ainda mais o risco</h2>



<p>A presença de outros fatores cardiovasculares pode potencializar a chance de um AVC em pessoas que têm enxaqueca com aura. Entre eles estão&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/fumaca-do-cigarro-chega-no-corpo-todo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tabagismo</a>, hipertensão arterial, colesterol elevado, diabetes, obesidade, sedentarismo e consumo excessivo de álcool.</p>



<p>Nas mulheres, o uso de anticoncepcionais combinados com estrogênio merece atenção especial. Diretrizes internacionais<strong>&nbsp;contraindicam esse tipo de contraceptivo para pacientes que têm enxaqueca com aura</strong>, já que ele pode aumentar significativamente o risco de formação de coágulos.</p>



<p>O neurocirurgião Pedro Henrique Cunha, do Hospital Samaritano Higienópolis, da Rede Américas, em São Paulo, ressalta que&nbsp;a combinação de fatores é o principal motivo de preocupação.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Ter enxaqueca com aura não é uma sentença, mas é um bom motivo para levar a prevenção à sério. Ajustar hábitos e fatores de risco desloca o risco de volta para perto do normal”, alerta o médico.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Como diferenciar uma crise de enxaqueca de um AVC</h2>



<p>Apesar de alguns sintomas parecerem semelhantes, especialistas explicam que existem diferenças importantes entre a&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/enxaqueca-com-aura-fator-risco-avc" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aura da enxaqueca e um AVC.</a></p>



<p>Na<strong>&nbsp;enxaqueca com aura, os sintomas costumam surgir gradualmente</strong>, evoluindo ao longo de minutos e desaparecendo em até uma hora. Já&nbsp;<strong>no AVC, os sinais aparecem de forma súbita e incluem perda de força em um lado do corpo, dificuldade para falar, perda de visão e assimetria facial.</strong></p>



<p>Mesmo quem já convive com enxaqueca&nbsp;deve procurar atendimento de urgência diante de sintomas diferentes dos habituais.&nbsp;Ter aura pela primeira vez na vida, sentir o sintoma neurológico prolongado ou relatar uma dor de cabeça intensa e repentina, descrita como a pior da vida, são pontos de atenção.</p>



<p>Além do acompanhamento com um neurologista, medidas como abandonar o cigarro, controlar pressão arterial, colesterol e glicemia, praticar atividade física e manter alimentação equilibrada ajudam a reduzir o risco cardiovascular e contribuem para a prevenção do AVC.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Novo remédio contra Alzheimer pode reduzir declínio cognitivo em 50%</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/novo-remedio-contra-alzheimer-pode-reduzir-declinio-cognitivo-em-50/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 11:52:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://lealjunior.com.br/?p=143060</guid>

					<description><![CDATA[Uma nova terapia experimental para a doença de Alzheimer apresentou resultados promissores em um estudo internacional e deve avançar para a fase 3, considerada a última etapa antes de um possível pedido de aprovação pelas agências reguladoras. O medicamento, chamado diranersen (BIIB080), atua de forma diferente dos tratamentos mais recentes: em&#160;vez de combater a proteína beta-amiloide, ele [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma nova terapia experimental para a doença de Alzheimer apresentou resultados promissores em um estudo internacional e deve avançar para a fase 3, considerada a última etapa antes de um possível pedido de aprovação pelas agências reguladoras.</p>



<p><strong>O medicamento, chamado diranersen (BIIB080)</strong>, atua de forma diferente dos tratamentos mais recentes: em&nbsp;vez de combater a proteína beta-amiloide, ele reduz a produção da proteína tau, um dos principais marcadores da doença fortemente relacionado à perda de memória e ao avanço dos sintomas.</p>



<p>Os resultados foram apresentados durante a&nbsp;<a href="https://aaic.alz.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alzheimer’s Association International Conference</a>&nbsp;(AAIC) 2026, em Londres. Segundo a Biogen, responsável pelo desenvolvimento da terapia, trata-se da&nbsp;<strong>primeira vez que um medicamento direcionado à proteína tau</strong>&nbsp;demonstra, em um estudo de fase 2,&nbsp;<strong>redução da proteína no cérebro acompanhada por sinais de benefício clínico.</strong></p>



<p>O&nbsp;<a href="https://investors.biogen.com/news-releases/news-release-details/biogen-presents-phase-2-celia-data-aaic-demonstrating-meaningful" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estudo, chamado CELIA,</a>&nbsp;acompanhou 416 pessoas com comprometimento cognitivo leve ou demência leve causada pelo Alzheimer durante 18 meses. Os participantes receberam diferentes doses do medicamento ou placebo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais achados do estudo</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>416 pacientes</strong>&nbsp;com Alzheimer em estágio inicial;</li>



<li><strong>Acompanhamento por 18 meses;</strong></li>



<li><strong>Redução de até 50% do declínio cognitivo</strong>, dependendo da escala utilizada;</li>



<li><strong>Diminuição de 50% a 65% da proteína tau</strong>&nbsp;no líquido que envolve o cérebro;</li>



<li><strong>Redução dos depósitos da proteína tau</strong>&nbsp;observada em exames de imagem;</li>



<li><strong>Perfil de segurança considerado favorável,</strong>&nbsp;sem registro de edema cerebral (ARIA);</li>



<li>A Biogen informou que<strong>&nbsp;o medicamento seguirá para a fase 3 de estudos.</strong></li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Como o medicamento funciona?</h2>



<p>O Alzheimer é marcado pelo acúmulo de duas proteínas no cérebro:&nbsp;<strong>a beta-amiloide</strong>, que forma placas entre os neurônios,&nbsp;<strong>e a tau, que cria emaranhados dentro das células nervosas.</strong></p>



<p>Enquanto os medicamentos mais recentes têm como alvo a beta-amiloide,&nbsp;o diranersen foi desenvolvido para diminuir a produção da proteína tau.&nbsp;A expectativa dos pesquisadores é que isso ajude a&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/casos-demencia-pode-ser-evitada" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desacelerar a perda das funções cognitivas, como memória, atenção e raciocínio.</a></p>



<p>A terapia é administrada por via intratecal, por meio de uma punção lombar, procedimento que permite levar o medicamento diretamente ao líquido que circula ao redor do cérebro e da medula.</p>



<p>Os pesquisadores avaliaram três doses do medicamento.&nbsp;<strong>Curiosamente, a menor delas, de 60 mg aplicada a cada 24 semanas, apresentou os melhores resultados.</strong></p>



<p>Na comparação com o placebo, essa dose reduziu o declínio cognitivo em 26% na escala CDR-SB, em 42% na ADAS-Cog13 e em&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/7-sindromes-associadas-alzheimer" target="_blank" rel="noreferrer noopener">50% na Mini-Mental State Examination</a>&nbsp;(MMSE),&nbsp;um dos testes mais conhecidos para avaliar memória e outras funções cognitivas.</p>



<p>Apesar dos resultados positivos, o estudo não atingiu seu objetivo principal, que era demonstrar uma melhora progressivamente maior com doses mais altas. Ainda assim, a&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/saude/proteina-ligada-progressao-alzheimer" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Biogen</a>&nbsp;destaca qu<strong>e cinco dos seis desfechos clínicos analisados favoreceram o medicamento</strong>, o que sustentou a decisão de iniciar a fase 3.</p>



<p>Embora os resultados sejam considerados promissores,&nbsp;o diranersen ainda não pode ser usado na prática clínica.&nbsp;A próxima etapa reunirá um número maior de participantes para confirmar se os benefícios observados se repetem e se o tratamento mantém um perfil de segurança adequado.</p>
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