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	<title>Economia &#8211; PORTAL LJ</title>
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	<description>PORTAL LJ, Notícias de Palmas, Miracema e Região, Leal Junior, Leal Junior, Notícias, Mato Grosso, Brasil, Documentos, Transparência, Governo, Governamental, Leis, Notícias, Galeria de Fotos</description>
	<lastBuildDate>Thu, 18 Jun 2026 14:21:45 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Economia &#8211; PORTAL LJ</title>
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		<title>Puxado por queda no setor de combustíveis, varejo recua 1,5% em abril</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/puxado-por-queda-no-setor-de-combustiveis-varejo-recua-15-em-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 13:24:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O volume de&#160;vendas do comércio varejista&#160;no país&#160;recuou&#160;1,5% em abril, em relação a março. Os dados, divulgados nesta terça-feira (16/6), são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o levantamento, no acumulado em 12 meses, a taxa foi de crescimento foi&#160;1,5%. Os combustíveis e lubrificantes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O volume de&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/brasil/vendas-no-varejo-crescem-04-em-janeiro-diz-ibge" target="_blank" rel="noreferrer noopener">vendas do comércio varejista</a>&nbsp;no país&nbsp;<strong>recuou</strong>&nbsp;1,5% em abril, em relação a março. Os dados, divulgados nesta terça-feira (16/6), são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<a href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IBGE</a>).</p>



<p>De acordo com o levantamento, no acumulado em 12 meses, a taxa foi de crescimento foi&nbsp;<strong>1,5%</strong>.</p>



<p>Os combustíveis e lubrificantes tiveram o maior declínio nas vendas: -6,2%. O recuo ocorre paralelamente à instabilidade nos preços, provocada pela alta do petróleo — associada à guerra no Oriente Médio — e as medidas do governo federal para tentar conter os preços.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a PMC</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Iniciada em janeiro de 1995, a pesquisa produz indicadores sobre o comportamento conjuntural do comércio varejista no país.</li>



<li>Para calcular a Pesquisa Mensal de Comércio, o IBGE monitora a receita bruta de revenda nas empresas formais, com 20 ou mais trabalhadores, cuja atividade principal é o comércio varejista.</li>



<li>A PMC traz indicadores de faturamento real e nominal, pessoal ocupado e salários e outras remunerações.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Em março deste ano, o varejo teve alta de&nbsp;<strong>0,7%</strong>. O gerente da PMC, Cristiano Santos, pontua que a retração de agora veio após meses de resultados positivos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Os três primeiros meses, na margem, tiveram um crescimento significativo, a ponto de elevar o patamar do comércio para o nível histórico recorde. Assim, há um efeito de base, quando uma variação positiva a mais é de menor suscetibilidade”, afirma.</p>
</blockquote>



<p>No total, o comércio varejista tem oito atividades pesquisadas. Além de combustíveis e lubrificantes, outros cinco subgrupos tiveram resultados negativos em abril. Os avanços foram apenas em hipermercados supermercados, produtos&nbsp; alimentícios, bebidas e fumo (1,3%) e livros, jornais, revistas e papelaria (1,1%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja todos os setores:</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Combustíveis e lubrificantes: -6,2%;</li>



<li>Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: 1,3%;</li>



<li>Tecidos, vestuário e calçados: -0,1%;</li>



<li>Móveis e eletrodomésticos: -0,8%;</li>



<li>Artigos farmacêuticos, medicinais, ortopédicos. e de perfumaria: -0,1%;</li>



<li>Livros, jornais, revistas. e papelaria: 1,1%;</li>



<li>Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação: -4,5%;</li>



<li>Outros artigos de uso pessoal e doméstico: -4,6%.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Comércio Varejista Ampliado</h2>



<p>O comércio varejista ampliado inclui veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo, e registrou&nbsp;<strong>recuo</strong>&nbsp;de 0,7% em abril na comparação com março. Frente a abril de 2025, houve alta de 1,4%. Em 12 meses, o varejo ampliado tem avanço de 0,2.</p>



<p>Veículos e motos, partes e peças registraram retração de -0,7% enquanto material de construção teve queda de 3,6%. Atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo não possui divulgação nessa comparação por não apresentar número suficiente de meses para ser submetida à modelagem de ajuste sazonal, informou o IBGE.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prévia do PIB: IBC-Br mostra avanço de 0,5% na economia em abril</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/previa-do-pib-ibc-br-mostra-avanco-de-05-na-economia-em-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 13:14:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) mostra que a economia brasileira&#160;avançou 0,5%&#160;em abril, na comparação com o mês anterior. Os dados foram divulgados pelo Banco Central (BC) nesta quarta-feira (17/6).&#160;A indústria e o setor de serviços motivaram o avanço, enquanto a agropecuária ficou estável. Em março, na comparação com fevereiro, houve&#160;recuo de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) mostra que a economia brasileira&nbsp;<strong>avançou 0,5%</strong>&nbsp;em abril, na comparação com o mês anterior. Os dados foram divulgados pelo Banco Central (<a href="https://www.bcb.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BC</a>) nesta quarta-feira (17/6).&nbsp;<strong>A indústria e o setor de serviços motivaram o avanço, enquanto a agropecuária ficou estável</strong>.</p>



<p>Em março, na comparação com fevereiro, houve&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/brasil/previa-do-pib-ibc-br-mostra-recuo-de-07-na-economia-em-marco" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recuo de 0,7% na economia</a>. Porém, no trimestre, houve&nbsp;<strong>avanço</strong>&nbsp;de&nbsp;<strong>1,2%</strong>.</p>



<p>Para chegar ao resultado, o Banco Central fez ajuste sazonal (cálculo que remove as flutuações sazonais de uma série temporal para comparar períodos diferentes).</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda o IBC-Br, a “prévia do PIB”</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>O indicador é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto.</li>



<li>O IBC-Br incorpora estimativas de crescimento para os setores agropecuário, industrial e de serviços. O cálculo é feito com ajuste sazonal, o que permite comparar períodos diferentes.</li>



<li>IBC-Br é uma das ferramentas usadas pelo Banco Central para definir a taxa básica de juros do país, a Selic.<br>PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país.</li>



<li>Uma alta significa que a economia está crescendo em ritmo bom, enquanto um recuo implica encolhimento da produção econômica da nação.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>No mês, o IBC-Br por setores produtivos,&nbsp;<strong>a agropecuária ficou estável, ou seja, com variação nula (0,0%)</strong>. Apresentaram&nbsp;<strong>variação positiva</strong>&nbsp;os setores de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>indústria (0,4%); e</li>



<li>serviços (0,3%).</li>
</ul>



<p>Na comparação com abril do ano passado, o IBC-Br teve elevação de 0,9%. Em 12 meses, o indicador do BC apresentou aumento de 1,6%. No ano, a chamada “prévia do PIB” registrou expansão de 1,3%. Todas essas variações foram calculadas sem ajustes sazonais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB deve desacelerar em 2026 e entrar para top 10</h2>



<p>Economistas alertam para a desaceleração da economia brasileira neste ano devido aos juros altos e ao atual patamar da inflação, fatores que seguem preocupando a equipe do presidente&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/tag/lula" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Luiz Inácio Lula da Silva</a>&nbsp;(PT).</p>



<p>Em 2025, a&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/brasil/pib-2025-ibge" target="_blank" rel="noreferrer noopener">economia avançou 2,3%</a>. O governo federal espera repetição do desempenho, mas o Banco Central, bancos e outras instituições financeiras têm projeções mais modestas que partem de 1,6%.</p>



<p>O Fundo Monetário Internacional (<a href="https://www.imf.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FMI</a>) projetou a volta do Brasil neste ano ao posto de&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/brasil/fmi-preve-brasil-de-volta-ao-top-10-do-pib-mundial-gracas-ao-petroleo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">10ª maior economia global</a>. A informação consta no relatório Perspectiva Econômica Mundial (WEO, na sigla em inglês), lançado no dia 14 de abril deste ano.</p>



<p>O documento do FMI traz como novidade aumento na projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (<a href="https://www.metropoles.com/tag/pib" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PIB</a>) brasileiro, no patamar de 1,9%. A nova projeção do FMI é 0,3 ponto percentual superior à estimativa anunciada em janeiro deste ano.</p>



<p>A instituição internacional considera que o país será favorecido pelo contexto da guerra no Oriente Médio por ser um exportador de petróleo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Espera-se que a guerra tenha um pequeno efeito líquido positivo em 2026, devido ao fato de o país ser um exportador líquido de energia, impulsionando o crescimento em cerca de 0,2 ponto percentual”, diz trecho do documento.</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Copom: mercado se divide entre manutenção e corte da taxa de juros</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/copom-mercado-se-divide-entre-manutencao-e-corte-da-taxa-de-juros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 13:07:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) decide, nesta quarta-feira (17/6), a condução da política monetária no Brasil. Após duas reduções consecutivas de 0,25 ponto percentual, que levaram a taxa Selic de 15% para&#160;14,50%&#160;ao ano, o&#160;Banco Central&#160;(BC) se vê agora diante de um cenário ainda mais complexo, marcado por deterioração fiscal, inflação resistente e aumento das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Comitê de Política Monetária (<a href="https://www.metropoles.com/tag/copom">Copom</a>) decide, nesta quarta-feira (17/6), a condução da política monetária no Brasil. Após duas reduções consecutivas de 0,25 ponto percentual, que levaram a taxa Selic de 15% para&nbsp;<strong>14,50%</strong>&nbsp;ao ano, o&nbsp;<a href="https://www.bcb.gov.br/">Banco Central</a>&nbsp;(BC) se vê agora diante de um cenário ainda mais complexo, marcado por deterioração fiscal, inflação resistente e aumento das incertezas externas.</p>



<p>O mercado financeiro está dividido sobre a decisão.&nbsp;Enquanto uma ala defende a manutenção dos juros, outra ainda vê espaço para um corte adicional de 0,25%, embora com menor convicção do que nas reuniões anteriores.</p>



<p>Até pouco tempo, no entanto, predominava entre economistas a avaliação de que o Copom daria continuidade ao ciclo de queda de forma gradual, mantendo o ritmo de cortes.</p>



<p>Apesar disso, a piora do ambiente fiscal do país levou a uma mudança significativa das expectativas.&nbsp;A leitura dos economistas é que o risco aumentou, os juros futuros subiram e parte do mercado passou a considerar mais prudente uma pausa no processo de flexibilização, ao menos até que haja maior clareza sobre a trajetória das contas públicas.</p>



<p>A dificuldade do governo em avançar em medidas estruturais de ajuste, somada à pressão por gastos e à tramitação de “pautas-bomba” no Congresso, com impacto potencial de&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/brasil/pautas-bomba-somam-impacto-de-r-111-bilhoes-por-ano-diz-governo">R$ 111 bilhões por ano, tem elevado o prêmio de risco exigido pelos investidores</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inflação e cenário externo</h2>



<p>Esse movimento afeta diretamente a curva de juros e tem contaminado as expectativas de inflação.&nbsp;A&nbsp;<strong>inflação</strong>&nbsp;acumulada de 12 meses, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (<a href="https://www.metropoles.com/tag/ipca">IPCA</a>) está em  <strong>4,72%</strong> , acima do centro da meta, de<strong>&nbsp;3% ao ano</strong>, e as projeções para horizontes mais longos vêm sendo revisadas para cima de forma persistente.</p>



<p>Esse comportamento sugere que o processo de convergência para a meta pode ser mais lento, o que justificaria uma postura mais conservadora do Copom.</p>



<p>O cenário externo também adiciona complexidade na decisão do colegiado. A volatilidade internacional aumentou nas últimas semanas, em meio a tensões geopolíticas envolvendo o<strong>&nbsp;Oriente Médio</strong>&nbsp;e incertezas sobre a política monetária mundial, principalmente com relação aos&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/tag/estados-unidos">Estados Unidos</a>, que voltou a adotar um tom protecionista e a ameaçar países com&nbsp;<strong>taxas comerciais</strong>.</p>



<p>Para o economista-chefe do C6 Bank, Felipe Salles, o colegiado deve continuar a calibração dos juros. No entanto, a piora no cenário prospectivo de inflação, com expectativas desancoradas, resiliência da atividade econômica e pressões no mercado de trabalho, exige ainda uma política monetária contracionista.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A incerteza sobre a resolução do conflito no Oriente Médio, somada às surpresas inflacionárias recentes e ao aumento da incerteza no cenário de política monetária global, reforça a necessidade de cautela adicional na condução dos juros”, diz ele.</p>
</blockquote>



<p>O gestor de Portfolio da Oby Capital, Camilo Cavalcanti, no entanto, aposta na manutenção da taxa justificada pela piora das expectativas de inflação para 2027 e 2028.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Os dados recentes de atividade e emprego que sinalizam que a política monetária atual talvez não esteja tão restritiva quanto se esperava. O acordo entre EUA e Irã feito neste fim de semana pode ser um contraponto positivo para que o BC continue cortando os juros, mas seus efeitos não devem ser tão imediatos nas expectativas”, explicou.</p>
</blockquote>



<p>Apesar disso, é consenso entre os especialistas que o Copom deve adotar um&nbsp;<strong>tom neutro em seu comunicado</strong>, semelhante ao da reunião passada, sem deixar claro quais serão os próximos passos da condução da política monetária.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda a situação dos juros no Brasil</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>A taxa básica de juros, <a href="https://www.metropoles.com/tag/selic">Selic</a>, é o principal instrumento do Banco Central para controlar a<strong> inflação</strong>;</li>



<li>Cabe ao Copom decidir os rumos da <strong>política monetária</strong>, sempre com o objetivo de garantir a estabilidade dos preços;</li>



<li>Quando os <strong>juros sobem</strong>, o crédito fica mais caro, o que desestimula o consumo e os investimentos;</li>



<li>Com menor demanda, a tendência é de desaceleração da atividade econômica e alívio nas <strong>pressões inflacionárias</strong>;</li>



<li>Por outro lado, projeções de mercado indicam que há ceticismo quanto à possibilidade de a Selic voltar a patamares de um dígito no atual governo e durante o mandato do presidente <a href="https://www.metropoles.com/tag/gabriel-galipolo">Gabriel Galípolo</a> à frente do BC.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Bolsa Família de junho começa a ser pago nesta 4ª; veja o calendário</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/bolsa-familia-de-junho-comeca-a-ser-pago-nesta-4a-veja-o-calendario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 13:11:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://lealjunior.com.br/?p=138531</guid>

					<description><![CDATA[O governo federal libera, a partir desta quarta-feira (17/6), o pagamento do&#160;Bolsa Família&#160;de junho. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), neste mês o&#160;benefício será pago a 19,34 milhões de famílias, que totalizam cerca de&#160;50,1 milhões de pessoas. O valor médio do benefício ficou em&#160;R$ 677,66. O montante liberado soma&#160;R$ 13,08 bilhões. Nesta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O governo federal libera, a partir desta quarta-feira (17/6), o pagamento do&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/tag/bolsa-familia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bolsa Família</a>&nbsp;de junho. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), neste mês o&nbsp;<strong>benefício será pago a 19,34 milhões de famílias</strong>, que totalizam cerca de&nbsp;<strong>50,1 milhões de pessoas</strong>.</p>



<p>O valor médio do benefício ficou em&nbsp;<strong>R$ 677,66</strong>. O montante liberado soma&nbsp;<strong>R$ 13,08 bilhões</strong>.</p>



<p>Nesta quarta, o pagamento cai para beneficiários com Número de Identificação Social – NIS de final 1. O calendário segue até o dia 30, de acordo com o número final do NIS, e sempre em dias úteis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Confira o cronograma:</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>NIS de final 1: 17 de junho</li>



<li>NIS de final 2: 18 de junho</li>



<li>NIS de final 3: 19 de junho</li>



<li>NIS de final 4: 22 de junho</li>



<li>NIS de final 5: 23 de junho</li>



<li>NIS de final 6: 24 de junho</li>



<li>NIS de final 7: 25 de junho</li>



<li>NIS de final 8: 26 de junho</li>



<li>NIS de final 9: 29 de junho</li>



<li>NIS de final 0: 30 de junho</li>
</ul>



<p>De acordo com o MDS, a Região Nordeste concentra o maior número de lares contemplados pelo programa, com cerca de 8,97 milhões de famílias beneficiadas. No Sudeste, o pagamento alcança 5,5 milhões de domicílios, enquanto o Norte registra 2,49 benefícios pagos; o Sul, 1,32 milhão; e o Centro-Oeste, 1,03 milhão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem pode receber</h2>



<p>Para ter acesso ao Bolsa Família, é necessário que a renda por pessoa do núcleo familiar seja de, no máximo, R$ 218 por mês. As famílias nesse perfil devem estar inscritas no&nbsp;<a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/consultar-dados-do-cadastro-unico-cadunico" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cadastro Único</a>, com os dados atualizados.</p>



<p>O valor mínimo pago pelo programa é de R$ 600 por família, que pode ser complementado conforme a composição familiar. O governo concede um adicional de R$ 50 para crianças entre 7 e 11 anos, adolescentes, e para gestantes e lactantes. Além disso, beneficiários com crianças até 6 anos recebem R$ 150.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CNI: novas tarifas dos EUA podem afetar um terço das exportações do Brasil</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/cni-novas-tarifas-dos-eua-podem-afetar-um-terco-das-exportacoes-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 14:19:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://lealjunior.com.br/?p=138372</guid>

					<description><![CDATA[Uma projeção da&#160;Confederação Nacional da Indústria&#160;(CNI) aponta que novas tarifas propostas pelo governo dos&#160;Estados Unidos&#160;(EUA) podem atingir cerca de um&#160;terço das exportações brasileiras ao país. Segundo o levantamento, publicado nesta segunda-feira (15/6),&#160;31,6% dos produtos exportados passariam a enfrentar tarifa de até 37,5%, o que representa um aumento de 27,5 pontos percentuais em relação à alíquota [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma projeção da&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/tag/cni">Confederação Nacional da Indústria</a>&nbsp;(CNI) aponta que novas tarifas propostas pelo governo dos&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/tag/estados-unidos">Estados Unidos</a>&nbsp;(EUA) podem atingir cerca de um<strong>&nbsp;terço das exportações brasileiras ao país</strong>.</p>



<p>Segundo o levantamento, publicado nesta segunda-feira (15/6),&nbsp;31,6% dos produtos exportados passariam a enfrentar tarifa de até 37,5%, o que representa um aumento de 27,5 pontos percentuais em relação à alíquota atual, de 10%.</p>



<p>Outros 3,6% das exportações teriam elevação mais moderada, com tarifas passando de 10% para 12,5%. Caso as medidas avancem, 35,2% dos embarques brasileiros aos EUA seriam impactados diretamente.</p>



<p>Ao considerar também tarifas já aplicadas com base na Seção 232 da legislação norte-americana,&nbsp;<strong>o total de exportações sujeitas a algum tipo de taxação adicional pode chegar a 54,1%.</strong></p>



<p>As propostas ainda não entram em vigor imediatamente. O processo depende de consulta pública e audiências antes de uma decisão final por parte do governo dos EUA.</p>



<p>O presidente da CNI, Ricardo Alban, afirma que a eventual imposição das tarifas tende a gerar efeitos negativos para ambos os lados.</p>



<p>“As medidas aumentariam custos para empresas, reduziriam a competitividade e criariam incertezas para investimentos. O caminho mais eficiente é o diálogo baseado em critérios técnicos”, disse.</p>



<p>Entre os produtos mais expostos, está o ferro gusa, que pode passar a pagar tarifa de 37,5%, ante os atuais 10%. O item respondeu por&nbsp;<strong>US$ 1,5 bilhão</strong>&nbsp;em exportações brasileiras para os EUA em 2024.</p>



<p><strong>Produtos que podem ser afetados com tarifa de até 37,5%</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ferro gusa não ligado;</li>



<li>Açúcar de cana em forma sólida;</li>



<li>Sebo não comestível;</li>



<li>Álcool etílico não desnaturado;</li>



<li>Molduras de madeira de pinho.</li>
</ul>



<p><strong>Produtos com possível tarifa de 12,5%</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Minério de ferro e pelotas;</li>



<li>Lajes de quartzito;</li>



<li>Óleos essenciais de laranja;</li>



<li>Silício;</li>



<li>Pasta de madeira química.</li>
</ul>



<p>O levantamento da CNI considera listas de exceções divulgadas pelo&nbsp;<strong>Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos</strong>&nbsp;(USTR), mantendo fora das novas tarifas produtos já atingidos por medidas anteriores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Investigação comercial e justificativas dos EUA</h2>



<p>As propostas têm origem em investigações conduzidas com base na Seção 301 da legislação comercial norte-americana. Em um dos processos, voltado especificamente ao Brasil, o USTR concluiu que&nbsp;práticas relacionadas ao comércio digital, tarifas preferenciais, propriedade intelectual, acesso ao etanol e combate ao desmatamento poderiam ser consideradas restritivas ao comércio dos EUA.</p>



<p>Como resultado, foi sugerida a aplicação de uma tarifa adicional de&nbsp;<strong>25%</strong>&nbsp;sobre produtos brasileiros, com exceções para cerca de 1.698 itens, como café, suco de laranja e carne.</p>



<p>Em paralelo, outra investigação tratou de&nbsp;<strong>trabalho forçado</strong>&nbsp;em cerca de 90 países. O Brasil foi incluído na lista de nações que, segundo o órgão, não aplicariam de forma efetiva restrições à importação de bens produzidos nessas condições. Nesse caso, a proposta é uma tarifa extra de&nbsp;<strong>12,5%</strong>, com isenção para 1.655 produtos.</p>



<p>Quando as duas medidas incidem simultaneamente sobre um mesmo item, a sobretaxa pode atingir&nbsp;<strong>37,5%.</strong></p>



<p>As medidas ainda estão em fase de discussão. O USTR marcou audiências públicas para os dias<strong>&nbsp;6 e 7 de julho</strong>, quando empresas, entidades e governos poderão apresentar contribuições.&nbsp;Também será possível enviar manifestações por escrito.</p>



<p>Para a CNI, essa etapa abre espaço para o Brasil contestar tecnicamente as propostas e tentar evitar a adoção das tarifas, consideradas pela entidade como prejudiciais à relação econômica entre os dois países.</p>
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		<title>Tesouro paga R$ 834,80 milhões em dívidas garantidas pela União</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/tesouro-paga-r-83480-milhoes-em-dividas-garantidas-pela-uniao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 14:13:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O&#160;Tesouro Nacional&#160;pagou&#160;R$ 834,80&#160;milhões&#160;em&#160;dívidas&#160;garantidas pela União em maio deste ano, segundo relatório divulgado pelo órgão nesta segunda-feira (15/6). De acordo com os dados do Tesouro, a maior parte do montante pago no mês está relacionada a débitos do Rio de Janeiro, que somaram R$ 619,61 milhões. Também foram pagos R$ 212,36 milhões referentes ao Rio Grande [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O&nbsp;<a href="https://www.gov.br/tesouronacional/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tesouro Nacional</a>&nbsp;pagou&nbsp;<strong>R$ 834,80</strong>&nbsp;milhões&nbsp;em&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/tag/dividas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">dívidas</a>&nbsp;garantidas pela União em maio deste ano, segundo relatório divulgado pelo órgão nesta segunda-feira (15/6).</p>



<p>De acordo com os dados do Tesouro, a maior parte do montante pago no mês está relacionada a débitos do Rio de Janeiro, que somaram R$ 619,61 milhões. Também foram pagos R$ 212,36 milhões referentes ao Rio Grande do Sul.</p>



<p>Além dos estados, a União honrou valores menores ligados a municípios, com destaque para: Paranã (TO) (R$ 99,88 mil) e Santanópolis (BA) (R$ 67,91 mil).</p>



<p>Esses pagamentos ocorrem quando governos estaduais ou municipais deixam de cumprir compromissos financeiros em operações de crédito que contam com garantia da União.</p>



<p>Quando isso ocorre, o governo federal faz&nbsp;o pagamento aos credores e passa a cobrar posteriormente o valor do ente federativo inadimplente.</p>



<p>Para recuperar os recursos, a União pode reter repasses constitucionais, como transferências do Fundo de Participação dos Estados e dos Municípios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Total dos pagamentos</h2>



<p>No acumulado desde 2016, a União desembolsou&nbsp;<strong>R$ 88,73 bilhões</strong>&nbsp;para honrar dívidas garantidas de entes subnacionais.</p>



<p>No ano, o total de pagamentos equivale a R$ 2,21 bilhões. O estado do Rio de Janeiro concentra a maior parcela desse valor, com R$ 1,41 bilhão pago até agora.</p>



<p>Em seguida, aparece o Rio Grande do Sul, com R$ 677,66 milhões.</p>



<p>Segundo o Tesouro Nacional, parte relevante desses pagamentos está ligada a estados que participam do Regime de Recuperação Fiscal (RRF).</p>



<p>O programa foi criado para ajudar unidades da federação com graves dificuldades financeiras a reorganizar as contas públicas e retomar a capacidade de pagamento de suas dívidas.</p>



<p>Nesse modelo, quando a União honra uma parcela garantida, o valor pode ser refinanciado em contratos de longo prazo com os estados, em prazos que podem chegar a até&nbsp;360 meses.</p>



<p>O objetivo é evitar impactos mais severos nas finanças estaduais enquanto os governos implementam medidas de ajuste fiscal previstas no regime.</p>
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		<title>Durigan diz que Lula deve ligar ou mandar carta a Trump sobre tarifaço</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/durigan-diz-que-lula-deve-ligar-ou-mandar-carta-a-trump-sobre-tarifaco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:25:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da&#160;Fazenda,&#160;Dario Durigan, afirmou que o Brasil continua em busca de diálogo com autoridades&#160;norte-americanas&#160;contra a ameaça de imposição de&#160;novas tarifas&#160;a produtos brasileiros. Durigan acrescentou que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), deve enviar uma carta ou fazer uma ligação telefônica&#160; para o presidente Donald Trump. “Presidente deve ligar ou mandar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ministro da&nbsp;<a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fazenda</a>,&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/tag/dario-durigan" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dario Durigan</a>, afirmou que o Brasil continua em busca de diálogo com autoridades&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/tag/estados-unidos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">norte-americanas</a>&nbsp;contra a ameaça de imposição de&nbsp;<strong>novas tarifas</strong>&nbsp;a produtos brasileiros.</p>



<p>Durigan acrescentou que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), deve enviar uma carta ou fazer uma ligação telefônica&nbsp; para o presidente Donald Trump.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Presidente deve ligar ou mandar uma carta para o presidente Trump. Eu também já disse, estou à disposição para falar com o Scott Bessent (secretário do Tesouro dos EUA). O (Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) Marcio Elias Rosa está falando com o Jamieson Greer (secretário de Negócios dos EUA); deve falar agora nesses próximos dias”, revelou.</p>
</blockquote>



<p>A fala de Durigan foi feita na sexta-feira (12/6) ao podcast Warren Política, que foi ao ar na manhã desta segunda-feira (15/6) no YouTube.</p>



<p>Lula e Trump estarão no encontro do G7, grupo das sete maiores economias do mundo, na França. O Brasil não integra o grupo de países-membros, mas participa como convidado. Até o momento, nenhuma agenda entre os dois presidentes foi divulgada.</p>



<p>Na terça-feira (9/6), o ministro da Fazenda disse que, “nos próximos dias”, haveria um encontro virtual entre Marcio Elias e Greer, do qual ele provavelmente participaria.</p>



<p>Durigan acrescentou que o Brasil pode fazer&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/brasil/tarifas-durigan-diz-que-governo-tera-nova-rodada-de-conversas-com-eua" target="_blank" rel="noreferrer noopener">negociações setoriais</a>, ou seja, barganhando temas de interesses paralelos entre os dois países. Nesse caso, entrariam em debate pontos como o etanol e a tecnologia de nuvem dos norte-americanos, além do açúcar e da indústria de aviação brasileiros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As tarifas</h2>



<p>O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) propôs taxar as importações brasileiras em 25% para punir práticas “irrazoáveis”. A proposta consta na conclusão da investigação aberta sobre o Pix pelo governo norte-americano e divulgada nesta segunda. Agora, ela será levada a audiências públicas para discutir o assunto.</p>



<p><strong>A apuração é fundamentada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que trata da política comercial do país.</strong></p>



<p>A segunda medida propõe um acréscimo de 12,5% porque o Brasil teria falhado em impor uma ação legal que proíba a importação de produtos manufaturados com mão de obra de trabalho forçado. O caso foi tratado em uma investigação que envolve ao todo 54 países.</p>
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		<title>PIS/Pasep paga novo lote do abono salarial; confira o calendário</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/pis-pasep-paga-novo-lote-do-abono-salarial-confira-o-calendario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:20:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O pagamento do abono salarial&#160;PIS/Pasep&#160;de 2026, referente ao ano trabalhado de 2024, terá um novo lote iniciado nesta segunda-feira (15/6).&#160;Irão receber o benefício os trabalhadores nascidos nos meses de julho e agosto. Veja o calendário de pagamento do PIS/Pasep 2026: O benfício PIS/Pasep de 2026 é um abono salarial proporcional ao tempo de trabalho em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O pagamento do abono salarial&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/tag/pispasep" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PIS/Pasep</a>&nbsp;de 2026, referente ao ano trabalhado de 2024, terá um novo lote iniciado nesta segunda-feira (15/6).&nbsp;Irão receber o benefício os trabalhadores nascidos nos meses de julho e agosto.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong>Veja o calendário de pagamento do PIS/Pasep 2026:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Nascidos em julho e agosto: 15 de junho.</li>



<li>Nascidos em setembro e outubro: 15 de julho.</li>



<li>Nascidos em novembro e dezembro: 15 de agosto.</li>
</ul>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>O benfício PIS/Pasep de 2026 é um abono salarial proporcional ao tempo de trabalho em 2024. Quem trabalhou os 12 meses recebe o equivalente a um salário mínimo. Já quem atuou por menos tempo, recebe de forma proporcional.</p>



<p>Tem direito ao abono quem recebeu mensalmente em 2024, em média, R$ 2.765,93.</p>



<p>Os trabalhadores da iniciativa privada recebem o PIS pela&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/tag/caixa-economica-federal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Caixa Econômica Federal</a>, enquanto os servidores públicos recebem o Pasep pelo Banco do Brasil.</p>



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<p>A iniciativa deve beneficiar 26,9 milhões de trabalhadores da iniciativa privada e do serviço público em todo o país, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (<a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MTE</a>).</p>
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		<title>Focus: mercado sobe projeções para inflação, juros e PIB</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/focus-mercado-sobe-projecoes-para-inflacao-juros-e-pib/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 14:15:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Os analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) subiram a estimativa de inflação para&#160;5,30%&#160;em 2026, ou seja, acima do teto da meta. A elevação na projeção da inflação foi a 14ª seguida.&#160;O movimento tem relação com os efeitos da alta do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio. Em relação ao Produto Interno [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (<a href="https://www.bcb.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BC</a>) subiram a estimativa de inflação para&nbsp;<strong>5,30%</strong>&nbsp;em 2026, ou seja, acima do teto da meta.</p>



<p>A elevação na projeção da inflação foi a 14ª seguida.&nbsp;O movimento tem relação com os efeitos da alta do petróleo provocada pela guerra no Oriente Médio.</p>



<p>Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), houve elevação para&nbsp;<strong>1,96%</strong>. É o que mostra a nova edição do Relatório Focus, divulgada nesta segunda-feira (15/6).</p>



<p>De acordo com o relatório, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (<a href="https://www.metropoles.com/tag/ipca" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IPCA</a>), que mede a inflação oficial do país, deve terminar este ano em&nbsp;&nbsp;5,30%. Em relação ao PIB de 2026, a projeção foi elevada para 1,96%.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Segundo o Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para este ano é de 3%. Como há intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, a meta será cumprida se ficar entre 1,5% e 4,5%.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Inflação estoura teto da meta em 12 meses</h2>



<p>Os preços de bens e serviços do país&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/brasil/saiba-quais-sao-os-viloes-que-fizeram-inflacao-subir-058-em-maio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">avançaram 0,58%</a>&nbsp;em maio deste ano, com isso, o índice está em&nbsp;<strong>4,72%</strong>&nbsp;nos últimos 12 meses. Em 2025, a inflação acumulou alta de 4,26% – valor que ultrapassou o centro da meta, mas permaneceu abaixo do teto.</p>



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<p>Para 2027, o índice esperado foi elevado de 4,03% para 4,10%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB</h2>



<p>Segundo o Focus, o PIB do Brasil para 2026 deve ter crescimento de 1,96%, índice superior à projeção da semana passada (1,91%).</p>



<p>Para 2027, a previsão de crescimento da economia foi&nbsp;<strong>mantida</strong>&nbsp;em 1,70%. Para 2028, a estimativa foi mantida em 2%.</p>



<p>Em 2025, o PIB brasileiro fechou em&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/brasil/pib-2025-ibge" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alta de 2,3%</a>, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p>O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) espera crescimento do PIB na casa de 1,6% em 2026, mesmo patamar previsto pelo BC. O governo Federal acredita em&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/brasil/guerra-governo-sobe-projecao-de-inflacao-e-arrecadacao-r-100-bilhoes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">elevação de 2,3%</a>.</p>



<p>O Fundo Monetário Internacional (FMI) projetou a volta do Brasil neste ano ao posto de 10ª maior economia global. O documento do FMI traz como novidade aumento na projeção de crescimento do PIB brasileiro, no&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/brasil/fmi-preve-brasil-de-volta-ao-top-10-do-pib-mundial-gracas-ao-petroleo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">patamar de 1,9%</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Selic</h2>



<p>A projeção da Selic para o fim deste ano foi&nbsp;<strong>elevada para 13,75%</strong>. Para 2027, a projeção foi elevada para 12%. Para 2028, o mercado subiu estimativa para a Selic de 10,25% ao ano.</p>



<p>Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), nos dias 28 e 29 de abril, a Selic foi&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/brasil/copom-decide-reduzir-selic" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reduzida de 14,75% para 14,5%</a>. A&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/brasil/copom-decide-selic-com-inflacao-em-alta-apos-tres-meses-de-guerra" target="_blank" rel="noreferrer noopener">próxima reunião do colegiado</a>&nbsp;está marcada para iniciar nesta terça-feira (16/6).</p>



<p>A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para controlar a inflação. A Selic é utilizada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dólar</h2>



<p>Os analistas consultados pelo BC subiram a projeção para o dólar em 2026 de R$ 5,15 para R$ 5,20.</p>



<p>Para 2027, a estimativa foi elevada de R$ 5,20 para R$ 5,25.</p>



<p>Para 2028, o mercado manteve a projeção em R$ 5,30.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Relatório Focus</h2>



<p>O Relatório Focus resume as expectativas de mercado coletadas até a sexta-feira anterior à divulgação. O boletim é divulgado, normalmente, às segundas-feiras.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Saiba quais são os &#8220;vilões&#8221; que fizeram inflação subir 0,58% em maio</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/saiba-quais-sao-os-viloes-que-fizeram-inflacao-subir-058-em-maio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Metrópoles]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 14:25:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://lealjunior.com.br/?p=137846</guid>

					<description><![CDATA[O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi de&#160;0,58%&#160;em maio deste ano, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).&#160;Sete dos nove grupos pesquisados registraram elevação. O índice foi puxado principalmente por&#160;alimentação e bebidas e habitação,&#160;que inclui a conta de energia. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (12/6). Vilã do mês, a&#160;batata-inglesa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (<a href="https://www.metropoles.com/tag/inflacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IPCA</a>), foi de&nbsp;<a href="https://www.metropoles.com/brasil/inflacao-recua-para-058-em-maio-mas-alimentos-continuam-pesando" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>0,58%</strong>&nbsp;em maio deste ano</a>, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<a href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IBGE</a>).&nbsp;<strong>Sete dos nove grupos pesquisados registraram elevação</strong>.</p>



<p>O índice foi puxado principalmente por&nbsp;<strong>alimentação e bebidas e habitação,&nbsp;</strong>que inclui a conta de energia. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (12/6). Vilã do mês, a&nbsp;batata-inglesa teve a maior elevação em alimentos, subindo mais de 44%.</p>



<p>No acumulado de 12 meses, a inflação registra alta de&nbsp;<strong>4,72%</strong>. No ano, ou seja, no acumulado de janeiro a maio do IPCA, a elevação corresponde a&nbsp;<strong>3,20%</strong>.</p>



<p>A meta de inflação para 2026 é de 3%, com variação de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.&nbsp;Com isso, o índice tem piso de 1,5% e teto de 4,5%, conforme estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).</p>



<p>Em maio de 2026, o grupo com o maior impacto na inflação foi&nbsp;<strong>alimentação e bebidas</strong>, que acelerou&nbsp;&nbsp;1,33%. “Vilão” do mês, o setor respondeu por 0,29 ponto percentual (p.p.) da inflação de todo o período.</p>



<p>O segundo grupo de maior relevância foi&nbsp;<strong>habitação</strong>, que inclui a conta de energia, com alta de&nbsp;1,22%, e impacto de 0,16 p.p..</p>



<p>O IBGE pesquisa a inflação dividida em nove grupos distintos. Do total, sete tiveram alta, um resultado negativo (<strong>transportes</strong>) e um com variação nula (<strong>educação</strong>). O peso para cada grupo no IPCA é diferente, pois o instituto considera que alguns itens representam partes maiores nos orçamentos familiares.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vilões</h2>



<p>A alta do grupo&nbsp;<strong>alimentação e bebidas</strong>&nbsp;ficou praticamente estável de abril para maio tendo apresentado elevações respectivas de 1,34% e 1,33% nos dois meses. O resultado fez ele representar o maior impacto entre os grupos no mês: 0,29 ponto percentual.</p>



<p>O subgrupo alimentação no domicílio registrou alta de 1,64%, ante 1,65% em abril. A influência veio principalmente dos itens:</p>



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<ul class="wp-block-list">
<li>batata-inglesa (44,69%);</li>



<li>tomate (20,62%);</li>



<li>cebola (16,80%); e</li>



<li>carnes (1,39%).</li>
</ul>



<p>Também houve quedas, casos do café moído (-2,38%) e das frutas (-0,70%).</p>



<p>A alta do grupo&nbsp;<strong>habitação</strong>&nbsp;(1,22%) teve forte influência da conta de energia elétrica residencial (3,67%). A elevação aconteceu por uma combinação de reajustes em algumas localidades e a vigência da bandeira tarifária amarela. A medida representa um acréscimo na conta de luz de R$ 1,885 a cada 100 kwh consumidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Abastecer ficou mais em conta</h2>



<p>O alívio neste mês veio do grupo transportes, que inclui os combustíveis. Este conjunto de itens teve&nbsp;<strong>retração de 0,46%</strong>&nbsp;em maio.</p>



<p>A explicação para o recuo em transportes está na queda nos preços da maioria dos combustíveis em meio a medida adotadas pelo governo para controlar os preços, diante da alta provocada pela guerra no Oriente Médio, entre Irã, Estados Unidos e Israel.</p>



<p>Veja as variações:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>etanol: -6,20%;</li>



<li>óleo diesel: -2,34%;</li>



<li>gasolina: -1,46%;</li>



<li>gás veicular: +5,81%.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Veja a variação do IPCA por grupos:</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Alimentação e bebidas:  1,33%;</li>



<li>Habitação:  1,22%;</li>



<li>Artigos de residência:  0,08%;</li>



<li>Vestuário:  0,62%;</li>



<li>Transportes:  -0,46%;</li>



<li>Saúde e cuidados pessoais:  0,90%;</li>



<li>Despesas pessoais:  0,41%;</li>



<li>Educação:  0,00% (variação nula)</li>



<li>Comunicação: 0,23%.</li>
</ul>
]]></content:encoded>
					
		
		
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	</channel>
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