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	<title>Agricultura e Pecuária &#8211; PORTAL LJ</title>
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	<lastBuildDate>Sat, 27 Jun 2026 12:48:23 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Agricultura e Pecuária &#8211; PORTAL LJ</title>
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		<title>Adeus ao cortador de grama? Ovelhas fazem manutenção de jardins nos EUA</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/adeus-ao-cortador-de-grama-ovelhas-fazem-manutencao-de-jardins-nos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 12:37:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[O trabalho começa sem motores, sem fumaça e sem o barulho característico dos cortadores de grama. Em vez disso, um trailer estaciona na frente da casa, cercas móveis são instaladas e, poucos minutos depois,&#160;um grupo de pequenas ovelhas assume o serviço. A cena tem se tornado cada vez mais comum em bairros da região de [&#8230;]]]></description>
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<p>O trabalho começa sem motores, sem fumaça e sem o barulho característico dos cortadores de grama. Em vez disso, um trailer estaciona na frente da casa, cercas móveis são instaladas e, poucos minutos depois,&nbsp;um grupo de pequenas ovelhas assume o serviço.</p>



<p>A cena tem se tornado cada vez mais comum em bairros da região de Washington, D.C., nos Estados Unidos, graças à Lamb Mowers, empresa criada pelo norte-americano Cory Suter. Especializada em manejo natural da vegetação,&nbsp;a companhia utiliza ovelhas da raça Babydoll Southdown para aparar gramados, controlar ervas daninhas e substituir parte do trabalho&nbsp;normalmente realizado por máquinas.</p>



<p>Enquanto as ovelhas pastam, moradores costumam se reunir para observar o trabalho. Crianças se aproximam das cercas para ver os animais de perto, vizinhos param para tirar fotos e&nbsp;a manutenção do jardim acaba se transformando em um pequeno evento comunitário.</p>



<p>De acordo com a Lamb Mowers, a história da empresa começou em 2016, quando Suter passou a utilizar suas próprias ovelhas para controlar a vegetação em uma propriedade de permacultura no norte da Virgínia.&nbsp;O objetivo era reduzir o uso de equipamentos movidos a combustível e evitar herbicidas químicos.</p>



<p>A iniciativa deu certo. Além de consumirem gramíneas e plantas invasoras, os animais conseguiam acessar áreas íngremes ou de difícil alcance para máquinas convencionais. Pouco tempo depois,&nbsp;o que era uma solução para a propriedade se transformou em um negócio.</p>



<p>Hoje, os rebanhos percorrem residências, condomínios, vinhedos, áreas de preservação ambiental e espaços públicos da região.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As &#8220;jardineiras&#8221; mais fofas do bairro</h2>



<p>Parte do sucesso da Lamb Mowers está diretamente ligada às suas protagonistas. As ovelhas pertencem à raça Babydoll Southdown, originária da Inglaterra e considerada&nbsp;uma das menores do mundo.</p>



<p>Com cerca de 45 a 60 centímetros de altura,&nbsp;elas chamam atenção pela aparência que lembra um bicho de pelúcia: corpo compacto, lã abundante e rosto arredondado. Algumas das estrelas do rebanho têm até nomes próprios, como Oreo, Marshmallow, Ice Cream e Mr. Snuggles.</p>



<p>A escolha da raça não foi apenas estética. Por serem&nbsp;menores e mais leves, as Babydoll Southdown conseguem circular pelos jardins sem compactar excessivamente o solo ou causar danos significativos às áreas paisagísticas, segundo a empresa.</p>



<p>Embora a imagem das ovelhas trabalhando seja o principal atrativo, a proposta da empresa está ligada a um conceito conhecido como&nbsp;pastejo direcionado, técnica utilizada há décadas na agricultura para controlar a vegetação por meio do comportamento natural dos animais.</p>



<p>Em vez de combustível fóssil, as ovelhas utilizam apenas a energia obtida da própria alimentação. Enquanto removem a vegetação,&nbsp;também devolvem nutrientes ao terreno por meio do esterco, contribuindo para a matéria orgânica do solo.</p>



<p>O sistema reduz ruídos, elimina emissões associadas ao uso de cortadores a gasolina e&nbsp;dispensa parte dos produtos químicos&nbsp;normalmente empregados no controle de plantas invasoras.</p>



<p>Além das &#8220;diárias de jardinagem&#8221;, em propriedades maiores, o serviço pode durar mais de um dia. Nesses casos, a empresa oferece o chamado &#8220;Sheep-over&#8221;, uma espécie de hospedagem temporária para os animais.</p>
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		<title>Mercado do boi gordo tem poucos negócios e frigoríficos reduzem ritmo de compras</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/mercado-do-boi-gordo-tem-poucos-negocios-e-frigorificos-reduzem-ritmo-de-compras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 11:50:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado apresentou ritmo mais lento nesta quinta-feira (25/6), afirma o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Na maior parte das regiões, os preços permaneceram estáveis, refletindo a postura cautelosa dos compradores, que seguem ativos, mas mantendo ofertas nos mesmos patamares observados no início da semana. Ainda assim, em determinadas praças, foram registrados [&#8230;]]]></description>
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<p>O mercado apresentou ritmo mais lento nesta quinta-feira (25/6), afirma o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Na maior parte das regiões, os preços permaneceram estáveis, refletindo a postura cautelosa dos compradores, que seguem ativos, mas mantendo ofertas nos mesmos patamares observados no início da semana. Ainda assim, em determinadas praças, foram registrados movimentos pontuais, reforçando o comportamento regionalizado das negociações.</p>



<p>Segundo o Cepea, em Campo Grande (MS) e Sorriso (MT), o cenário foi de estabilidade. Já nas regiões de Três Lagoas (MS), Cassilândia (MS), Pará e oeste da Bahia, houve queda pontual de R$ 5 por arroba. Por outro lado, em Goiânia (GO), a liquidez esteve mais aquecida após valorização pontual de R$ 5 na arroba do boi gordo.</p>



<p>Diante desses movimentos, a liquidez, de forma geral, foi moderada ao longo da quinta-feira, afirma o Cepea. Parte dos vendedores seguem adiando o retorno ao mercado, na expectativa de novos reajustes. As escalas de abate seguem curtas em boa parte do país, atendendo, em média, sete dias.</p>



<p>Já a Scot Consultoria registrou quedas para o boi gordo na maioria das 33 regiões monitoradas em relação à terça-feira (23/6). A empresa não divulgou cotações nesta quarta-feira (24/6) devido ao feriado municipal em Bebedouro (SP), onde é sua sede.</p>



<p>Segundo a Scot, houve recuos nos preços em 22 praças, enquanto outras 10 tiveram estabilidade em comparação com a terça-feira. Apenas no oeste do Rio Grande do Sul houve alta de valores.</p>



<p>Em Araçatuba (SP) e Barretos (SP), praças de referência para o mercado, o boi gordo caiu R$ 3, para R$ 342 a arroba. O “boi China” e a novilha também recuaram R$ 3, para R$ 347 e R$ 329 a arroba, respectivamente. Já a vaca caiu R$ 2, para R$ 318 a arroba.</p>



<p>Não houve excedente de oferta nas praças paulistas, afirma a Scot. Entretanto, os frigoríficos reduziram o ritmo das compras e alongaram as escalas de abate. Entre os que atuavam na exportação, houve preocupação em relação às vendas para a China. Parte deles relatou não ter fechado novos acordos com compradores chineses no curto prazo e, por essa razão, apresentou menor necessidade de compra imediata. Além disso, o mercado interno esteve com escoamento lento.</p>
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		<title>Poder de compra do avicultor paulista continua subindo</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/poder-de-compra-do-avicultor-paulista-continua-subindo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 10:47:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[A elevação no preço do frango vivo e as baixas nas cotações dos principais insumos utilizados na atividade, milho e farelo de soja, nesta parcial de junho frente ao mês anterior, levaram o poder de compra do avicultor paulista a registrar alta pelo terceiro mês consecutivo, apontam dados do Centro de Estudos Avançados em Economia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A elevação no preço do frango vivo e as baixas nas cotações dos principais insumos utilizados na atividade, milho e farelo de soja, nesta parcial de junho frente ao mês anterior, levaram o poder de compra do avicultor paulista a registrar alta pelo terceiro mês consecutivo, apontam dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).</p>



<p>A média do frango vivo negociado no Estado de São Paulo está em R$ 5,12 o quilo na parcial de junho (até o dia 24), alta de 1,1% frente à média de maio. Segundo pesquisadores do Cepea, após a forte valorização verificada de abril para maio, o movimento altista se arrefeceu em junho, influenciado pelo leve enfraquecimento da procura por lotes de animais.</p>



<p>No mercado de insumos, segundo levantamento do Cepea, a desvalorização do milho está atrelada ao fato de que compradores estão retraídos neste período de safra. Para o farelo de soja, o preço também está em queda neste mês, devido à maior oferta.</p>



<p>Dessa forma, neste mês, o avicultor paulista consegue comprar 4,82 quilos de milho com a venda de um quilo de frango, 3,9% a mais que em maio. Quanto ao farelo de soja, o produtor consegue adquirir 3,06 quilos do derivado, o maior volume desde novembro de 2025, com alta de 3,7% frente ao registrado no mês passado.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vendas de laranjas avançam, mas clima limita a colheita da safra</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/vendas-de-laranjas-avancam-mas-clima-limita-a-colheita-da-safra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 10:45:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[As negociações envolvendo a laranja da temporada 2026/27 entre citricultores e indústria têm avançado de forma mais efetiva nos últimos dias, apontam pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O período foi caracterizado pelo avanço das renegociações contratuais e pelas primeiras compras mais frequentes de fruta para processamento. No mercado industrial, segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As negociações envolvendo a laranja da temporada 2026/27 entre citricultores e indústria têm avançado de forma mais efetiva nos últimos dias, apontam pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O período foi caracterizado pelo avanço das renegociações contratuais e pelas primeiras compras mais frequentes de fruta para processamento.</p>



<p>No mercado industrial, segundo o Cepea, cresce tanto o número de contratos de curto prazo firmados para a temporada corrente quanto as negociações de balcão, embora em patamares inferiores aos observados nos contratos.</p>



<p>Pesquisadores do Cepea destacam também que o clima passou a limitar o avanço da colheita. As chuvas registradas ao longo da semana no Estado de São Paulo reduziram significativamente o ritmo das operações no campo e podem comprometer os trabalhos também nos próximos dias, especialmente em áreas com maior volume de precipitação.</p>



<p>Além disso, muitos produtores ainda avaliam que a parcela de frutas aptas à colheita permanece relativamente restrita e, diante desse cenário, optam por postergar tanto a colheita quanto a definição das entregas à indústria.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tocantins figura entre os principais exportadores de carne bovina do país com US$ 633 milhões em vendas ao mercado internacional</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/tocantins-figura-entre-os-principais-exportadores-de-carne-bovina-do-pais-com-us-633-milhoes-em-vendas-ao-mercado-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ascom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 17:24:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tocantins consolidou-se como um dos principais exportadores de proteína animal do Brasil, reforçando a pecuária como uma das principais forças do desenvolvimento econômico tocantinense. Em 2025, a carne bovina respondeu por 21,1% de todas as exportações tocantinenses, movimentando aproximadamente US$ 633 milhões, tornando-se o principal produto industrializado da pauta exportadora estadual e o segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Tocantins consolidou-se como um dos principais exportadores de proteína animal do Brasil, reforçando a pecuária como uma das principais forças do desenvolvimento econômico tocantinense. Em 2025, a carne bovina respondeu por 21,1% de todas as exportações tocantinenses, movimentando aproximadamente US$ 633 milhões, tornando-se o principal produto industrializado da pauta exportadora estadual e o segundo item mais exportado pelo estado, atrás apenas da soja, segundo Relatório Estratégico de Exportações de Carne Bovina do Tocantins.</p>



<p>Em janeiro de 2026, o estado registrou o melhor resultado para o mês em sua série histórica de exportações, com faturamento de US$ 119,5 milhões. Desse total, US$ 37,3 milhões vieram do segmento de carnes, conforme dados do Comex Stat. O resultado significa que, a cada cinco dólares exportados pelo Tocantins, aproximadamente um tem origem na cadeia da carne bovina, demonstrando a força e a competitividade do setor nos mercados nacional e internacional.</p>



<p>O desempenho reflete um conjunto de ações desenvolvidas pelo Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro) e Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), voltadas à manutenção do status sanitário do rebanho, vigilância epidemiológica, rastreabilidade animal, fiscalização do trânsito agropecuário e fortalecimento das condições exigidas pelos mercados internacionais para a exportação de carne bovina que garante a credibilidade de um rebanho superior a 11,7 milhões de animais no estado.</p>



<p><strong>Zona livre de aftosa</strong></p>



<p>Os avanços sanitários alcançados pelo Tocantins têm sido fundamentais para ampliar a presença da carne bovina tocantinense em mercados de alto valor agregado e rigorosos protocolos de importação.</p>



<p>Em 2025, o Tocantins alcançou o reconhecimento internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação, pela Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa). Atualmente, a produção estadual chega a países como China, Espanha, Canadá, Egito e Índia, demonstrando a confiança internacional na qualidade da carne produzida no estado.</p>



<p>A China permanece como o principal destino da carne bovina tocantinense, absorvendo 55,6% de tudo o que é exportado pelo estado. Na sequência aparecem Espanha (5,7%), Canadá (4,5%), Egito (3,8%) e Índia (3,4%). O Tocantins também exporta para mercados como Tailândia, Turquia, Suíça, Estados Unidos, Arábia Saudita e Irã.</p>



<p>&#8220;O grande volume de exportações de carne bovina reforça a força do nosso agronegócio e mostra que o Tocantins está preparado para competir nos mercados mais exigentes do mundo. Seguiremos investindo para gerar mais oportunidades, emprego e renda para a nossa população&#8221;, destaca o governador Wanderlei Barbosa.</p>



<p>O secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Fred Sodré, ressalta o trabalho integrado entre governo e setor produtivo. &#8220;O Tocantins reúne condições favoráveis para o desenvolvimento da pecuária e vem ampliando sua participação no comércio internacional graças à qualidade da produção e ao compromisso de toda a cadeia produtiva com a excelência&#8221;, avalia.</p>



<p><strong>Expansão de Mercado</strong></p>



<p>Impulsionado pelo aumento da demanda chinesa; expansão do rebanho; melhoria dos frigoríficos habilitados para exportação e valorização internacional da proteína animal, a partir de 2020, o Tocantins entrou em um novo ciclo de expansão das exportações com embarques mensais entre US$ 20 milhões e US$ 50 milhões. Já entre 2023 e 2025, o estado atingiu um novo patamar, registrando exportações que&nbsp;ultrapassaram US$ 50 milhões mensais e chegaram próximas de US$ 70 milhões em determinados períodos.</p>



<p>Com reconhecimento sanitário internacional, expansão dos mercados compradores e avanços na rastreabilidade do rebanho, o estado fortalece sua posição como referência na pecuária nacional e amplia sua relevância no cenário global das exportações de carne bovina.</p>



<p>O presidente da Adapec, Lenito Coelho Abreu, enfatiza a importância da sanidade animal para o desempenho do setor. &#8220;O reconhecimento internacional do Tocantins como zona livre de febre aftosa sem vacinação amplia a confiança dos mercados compradores e fortalece a presença da nossa carne bovina no cenário global. Esse resultado é fruto de um trabalho permanente de vigilância, prevenção e defesa sanitária realizado em parceria com o setor produtivo&#8221;, frisa.</p>



<p><strong>Vantagens competitivas</strong></p>



<p>Os resultados alcançados pela pecuária tocantinense também são impulsionados por vantagens estruturais que ampliam a competitividade do setor. Com um dos maiores rebanhos bovinos da Região Norte e vasta oferta de pastagens, o estado reúne condições favoráveis para a expansão sustentável da produção.</p>



<p>Os investimentos do Governo do Tocantins em infraestrutura e integração logística, aliados à conexão com a Ferrovia Norte-Sul, ao Porto de Itaqui e aos corredores de exportação do Arco Norte, têm contribuído para otimizar o escoamento da produção e ampliar o acesso aos mercados internacionais. Associados aos custos competitivos da atividade pecuária, esses fatores reforçam o potencial do Tocantins para consolidar sua posição entre os principais exportadores de carne bovina do país.</p>



<p><strong>Rastreabilidade</strong></p>



<p>Outro passo importante para a modernização da cadeia produtiva é a implantação do sistema de rastreabilidade individual dos animais. Desde 2025, a Adapec atua alinhada ao Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (Pnib), promovendo capacitações técnicas e conscientização dos produtores rurais.</p>



<p>A partir de 2027, a identificação individual será obrigatória para fêmeas bovinas e bubalinas, na vacinação contra brucelose. O objetivo é que todo o rebanho bovino brasileiro esteja rastreado até 2032, ampliando a transparência e a competitividade da produção nacional. Com crescimento consistente das exportações e presença em mercados cada vez mais exigentes, a expectativa é de que a pecuária bovina continue sendo um dos principais motores da economia tocantinense, contribuindo para a geração de emprego, renda e desenvolvimento regional.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Preços dos grãos começam a sexta-feira em baixa na bolsa de Chicago</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/precos-dos-graos-comecam-a-sexta-feira-em-baixa-na-bolsa-de-chicago/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 16:43:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço do milho opera em leve baixa nesta manhã de sexta-feira (26/6) na bolsa de Chicago. Os contratos com entrega para julho de 2026 caem 0,18%, cotado a US$ 4,14 o bushel. O avanço rápido das exportações americanas do grão ajuda a pressionar as cotações, segundo a consultoria Granar. Soja A soja também opera [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O preço do milho opera em leve baixa nesta manhã de sexta-feira (26/6) na bolsa de Chicago. Os contratos com entrega para julho de 2026 caem 0,18%, cotado a US$ 4,14 o bushel.</p>



<p>O avanço rápido das exportações americanas do grão ajuda a pressionar as cotações, segundo a consultoria Granar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Soja</h2>



<p>A soja também opera em baixa nesta manhã. Os contratos com entrega para julho de 2026, de maior volume negociado, recua 0,44%, cotado a US$ 11,2275 o bushel.</p>



<p>O grão volta a cair nesta sexta após ensaiar uma recuperação na quinta-feira (25/6), quando fechou o pregão em alta de 1,69%, influenciado por dados de demanda firme e a indicação de que a procura pode crescer.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Trigo</h2>



<p>Por fim, o trigo se desvaloriza. Os contratos para setembro de 2026 caem 2,37%, cotados a US$ 5,8735 o bushel.</p>



<p>As baixas respondem a uma tomada de ganhos dos investidores após fortes altas nas últimas semanas, motivados pela baixa produtividade nos Estados produtores, aponta a Granar.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cacau sobe e atinge maior valor em cinco meses na bolsa de Nova York</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/cacau-sobe-e-atinge-maior-valor-em-cinco-meses-na-bolsa-de-nova-york/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço do cacau segue em alta na bolsa de Nova York nesta quinta-feira (25/6). Os contratos da amêndoa com vencimento em setembro de 2026 avançam 4,40%, cotados a US$ 5.192 a tonelada. A valorização do cacau, que atinge seu maior valor em cinco meses, é causado pelas fortes chuvas na Costa do Marfim, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O preço do cacau segue em alta na bolsa de Nova York nesta quinta-feira (25/6). Os contratos da amêndoa com vencimento em setembro de 2026 avançam 4,40%, cotados a US$ 5.192 a tonelada.</p>



<p>A valorização do cacau, que atinge seu maior valor em cinco meses, é causado pelas fortes chuvas na Costa do Marfim, que dificultam o escoamento da commodity em seu maior produtor mundial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Café</h2>



<p>Já o preço do café opera em baixa na bolsa de Nova York. após chuvas atrapalharem a colheita do grão no Brasil nos últimos pregões, investidores realizam lucros nesta manhã, segundo a Barchart.</p>



<p>Os lotes com entrega para setembro de 2026 caem 0,09%, cotados a US$ 2,7695 a libra-peso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Açúcar</h2>



<p>O açúcar opera em leve alta na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em outubro de 2026 sobem 0,43%, negociados a US$ 14,08 a libra-peso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Algodão</h2>



<p>Já o algodão opera em alta. Os papéis da pluma com entrega para dezembro de 2026 avançam 0,71%, cotados a 76,80 centavos de dólar por libra-peso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Suco de laranja</h2>



<p>Por fim, os contratos de suco de laranja concentrado e congelado operam em baixa. Os papéis mais negociados, com vencimento em setembro de 2026, estão cotados a US$ 1,4515 a libra-peso, com recuo de 0,81%.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Preço da carne suína recua, mas perde competitividade em relação à bovina e ao frango</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/preco-da-carne-suina-recua-mas-perde-competitividade-em-relacao-a-bovina-e-ao-frango/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:32:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço médio da carcaça especial suína comercializada no atacado da Grande São Paulo está em queda em junho, influenciado pelos estoques elevados da indústria, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Nesta quarta-feira (24/6), a cotação estava em R$ 8,60 o quilo, uma queda de 0,35% desde o início do mês. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O preço médio da carcaça especial suína comercializada no atacado da Grande São Paulo está em queda em junho, influenciado pelos estoques elevados da indústria, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Nesta quarta-feira (24/6), a cotação estava em R$ 8,60 o quilo, uma queda de 0,35% desde o início do mês.</p>



<p>Segundo o Cepea, a demanda por cortes suínos está elevada neste mês, principalmente por conta das festividades típicas deste período do ano e do clima mais frio em parte das regiões do País. Porém, uma vez que os estoques da indústria estão elevados, essa maior procura não se traduziu em alta nos preços da carcaça especial suína.</p>



<p>Nesse cenário, de acordo com pesquisadores do Cepea, a carcaça suína vem perdendo competitividade em relação às duas principais concorrentes (carcaça casada bovina e frango resfriado), que apresentam baixas ainda mais intensas em junho no atacado paulista. Com isso, foi interrompida uma sequência de oito meses seguidos de ganhos para a carne suína em comparação com a bovina e de dois em relação ao frango resfriado.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Preço do boi gordo segue pressionado com proximidade do fim da cota chinesa de carne</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/preco-do-boi-gordo-segue-pressionado-com-proximidade-do-fim-da-cota-chinesa-de-carne/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 13:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado pecuário teve negociações abaixo das referências médias de preços em grande parte do país. Nesta quarta-feira (24/6), o indicador Cepea/Esalq do boi gordo, baseado nas praças do Estado de São Paulo, apresentou a cotação de R$ 340,50 a arroba, estabilidade na comparação com o dia anterior. No acumulado de junho, o preço recua [&#8230;]]]></description>
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<p>O mercado pecuário teve negociações abaixo das referências médias de preços em grande parte do país. Nesta quarta-feira (24/6), o indicador Cepea/Esalq do boi gordo, baseado nas praças do Estado de São Paulo, apresentou a cotação de R$ 340,50 a arroba, estabilidade na comparação com o dia anterior. No acumulado de junho, o preço recua 2,63%.</p>



<p>O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) comenta que o mercado do boi gordo segue pressionado, mesmo diante de um cenário internacional de estoques globais de carne bovina nos menores níveis desde 2006 e preços externos próximos das máximas históricas. </p>



<p>Parte desse movimento está relacionada à desaceleração das compras chinesas, uma vez que o Brasil já cumpriu cerca de 65% da cota de exportação destinada ao país asiático até maio, com expectativa de atingir o volume total já em julho, levando frigoríficos exportadores a reduzirem o ritmo de aquisição de animais.</p>



<p>A consultoria Safras &amp; Mercado destaca que os frigoríficos seguem reorganizando a programação de acordo com a expectativa de esgotamento precoce das cotas brasileiras de exportação para a China. Diante disso, surge a necessidade de reduzir os abates. Alguns frigoríficos apontam até mesmo para férias coletivas neste período de maior incerteza quanto ao fluxo de exportação.</p>



<p>“A salvaguarda chinesa vem provocando instabilidade e muita volatilidade no mercado pecuário brasileiro”, afirma Fernando Iglesias, analista da Safras. Diante de preços pouco atrativos no mercado futuro a intenção de confinamento passa a apresentar recuos, com relatos de menor ocupação em vários confinamentos. “Essa situação pode promover altas consistentes durante o último trimestre”, comenta o especialista.</p>



<p>No campo, as condições climáticas típicas do inverno começam a reduzir o desenvolvimento das pastagens no Centro-Sul. Porém, o Cepea lembra que a oferta de gado segue relativamente confortável, já que muitos pecuaristas ainda mantêm animais terminados a pasto disponíveis para venda. Além disso, o atual momento do ciclo pecuário, ainda que influenciado pelo elevado abate de fêmeas nos últimos anos, mantém disponibilidade suficiente de bovinos, especialmente em regiões com maior participação de confinamento.</p>



<p>Na segunda quinzena de junho, o mercado físico apresenta baixa liquidez, com menor interesse tanto de compra quanto de venda e negociações mais lentas. Segundo o Cepea, as escalas de abate seguem entre quatro e 11 dias, enquanto no atacado paulista agentes do setor relatam dificuldade no escoamento da carne bovina, resultando em compras mais cautelosas por parte da indústria.</p>



<p>Já o mercado atacadista apresentou estabilidade em seus preços durante a quarta-feira, ainda com expectativa de recuperação dos preços nos próximos dias, informa a Safras. Além disso, a expectativa de consumo em junho permanece favorável em especial às vésperas dos jogos da Seleção Brasileira.</p>
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		<title>Trigo abre o dia em alta em Chicago, enquanto soja volta a cair</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:52:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço do trigo voltou a subir na bolsa de Chicago nesta manhã de quarta-feira (24/6) diante da realização de lucros por parte dos investidores após três sessões negativas. Os contratos para setembro de 2026 sobem 0,71%, cotados a US$ 6,01 o bushel. Soja Já o preço da soja voltou a cair nesta manhã. Os [&#8230;]]]></description>
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<p>O preço do trigo voltou a subir na bolsa de Chicago nesta manhã de quarta-feira (24/6) diante da realização de lucros por parte dos investidores após três sessões negativas.</p>



<p>Os contratos para setembro de 2026 sobem 0,71%, cotados a US$ 6,01 o bushel.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Soja</h2>



<p>Já o preço da soja voltou a cair nesta manhã. Os contratos com entrega para julho de 2026 caem 0,07%, cotado a US$ 11,16 o bushel.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Milho</h2>



<p>O milho opera em leve alta nesta manhã. Os contratos com entrega para julho de 2026, de maior volume negociado, sobem 0,25%, cotado a US$ 4,1025 o bushel.</p>
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