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	<title>Globo Rural &#8211; PORTAL LJ</title>
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	<description>PORTAL LJ, Notícias de Palmas, Miracema e Região, Leal Junior, Leal Junior, Notícias, Mato Grosso, Brasil, Documentos, Transparência, Governo, Governamental, Leis, Notícias, Galeria de Fotos</description>
	<lastBuildDate>Thu, 16 Jul 2026 17:52:00 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Globo Rural &#8211; PORTAL LJ</title>
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	<item>
		<title>Preço do boi gordo segue estável, mas já ocorrem negócios a cotações maiores</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/preco-do-boi-gordo-segue-estavel-mas-ja-ocorrem-negocios-a-cotacoes-maiores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 17:50:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado pecuário teve mais um dia de estabilidade em quase todo o Brasil nesta quarta-feira (15/7). No entanto, foram registradas algumas negociações acima dos preços de referência, informa a consultoria Safras &#38; Mercado. Segundo Fernando Iglesias, analista da Safras, o atual posicionamento das escalas de abate força as indústrias a adotar uma postura mais [&#8230;]]]></description>
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<p>O mercado pecuário teve mais um dia de estabilidade em quase todo o Brasil nesta quarta-feira (15/7). No entanto, foram registradas algumas negociações acima dos preços de referência, informa a consultoria Safras &amp; Mercado.</p>



<p>Segundo Fernando Iglesias, analista da Safras, o atual posicionamento das escalas de abate força as indústrias a adotar uma postura mais agressiva na compra de gado. “Resta saber se com a recente elevação dos preços haverá avanços das escalas de abate”, destaca.</p>



<p>Das 33 regiões monitoradas pela Scot Consutoria, 30 não tiveram mudanças no preço do boi gordo na comparação diária. Houve quedas apenas no sul e norte do Tocantins, enquanto em Santa Catarina a cotação subiu.</p>



<p>Nas praças de Araçatuba (SP) e Barretos (SP), referências para o mercado, o preço do boi gordo seguiu em R$ 330 a arroba para o pagamento a prazo. Também não houve mudanças nas cotações do “boi China” e da novilha.</p>



<p>Já o preço da vaca subiu R$ 3, para R$ 310 a arroba. Segundo a Scot, os vendedores seguiam segurando a oferta em busca de melhores valores, principalmente para as fêmeas, o que sustentou a alta da vaca.</p>



<p>Em São Paulo, segundo a Scot, os negócios ocorreram de forma pontual. Parte da indústria esteve fora das compras, enquanto outras ofereciam as mesmas referências de cotações.</p>



<p>Já no atacado paulista, os preços da carne bovina com osso e suína vêm registrando queda nesta parcial de julho, enquanto o valor do frango resfriado está em alta. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), desde do início do mês, a carcaça casada bovina acumula desvalorização de 2,04%, enquanto a carcaça especial suína recua 0,82%. Já o preço do frango resfriado registra aumento de 0,98%.</p>



<p>Pesquisadores do Cepea apontam que o movimento de baixa das cotações das carnes bovina e suína reflete um mercado ainda marcado pelo consumo doméstico moderado na primeira quinzena de julho, período em que a reposição de estoques no atacado costuma ocorrer de forma mais cautelosa.</p>



<p>No mercado bovino, a queda nos preços da arroba e a dificuldade de repasse dos preços ao varejo limitam as negociações. Ao mesmo tempo, a oferta mais restrita de animais terminados e o bom desempenho das exportações ajudam a limitar desvalorizações mais intensas. Quanto à carne suína, embora os embarques permaneçam aquecidos, a demanda doméstica ainda enfraquecida mantém as cotações sob pressão.</p>



<p>O preço do frango, por sua vez, mantém um desempenho mais favorável. Essa proteína tem preço mais competitivo que o das outras carnes e, portanto, beneficia-se do movimento de substituição por parte dos consumidores, mantendo a demanda firme.</p>
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		<title>Poder de compra do suinocultor paulista recua em julho</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/poder-de-compra-do-suinocultor-paulista-recua-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 17:45:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[O poder de compra do suinocultor paulista diante dos principais insumos da atividade (milho e farelo de soja) recuou na parcial de julho (até o dia 14) frente ao mês anterior. Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que, frente ao derivado de soja, é a quarta baixa consecutiva e o [&#8230;]]]></description>
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<p>O poder de compra do suinocultor paulista diante dos principais insumos da atividade (milho e farelo de soja) recuou na parcial de julho (até o dia 14) frente ao mês anterior. Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que, frente ao derivado de soja, é a quarta baixa consecutiva e o menor patamar desde janeiro de 2024. Na comparação com o milho, o poder de compra é o mais baixo desde janeiro de 2023.</p>



<p>Os preços do suíno vivo, do milho e do farelo registraram pequenos aumentos neste mês em São Paulo, mas as altas foram um pouco mais intensas para os insumos, pressionando o poder de compra, destacam pesquisadores do Cepea.</p>



<p>Assim, o suinocultor paulista pode adquirir, neste mês, 4,92 quilos de milho ou 3,13 quilos de farelo de soja com a venda de um quilo do suíno vivo, recuos de 0,6% e de 0,4% frente a junho.</p>



<p>Enquanto a oferta de animais segue elevada neste mês – o que tem impossibilitado valorizações mais significativas –, a demanda pela carne suína na ponta final do mercado está mais aquecida nesta primeira quinzena. Para a segunda metade de julho, contudo, o Cepea espera retração na procura pela proteína, tendo em vista o menor poder de compra da população.</p>
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		<title>Preços do café sofrem volatilidade com preocupações com o clima e qualidade</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/precos-do-cafe-sofrem-volatilidade-com-preocupacoes-com-o-clima-e-qualidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 17:27:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado de café arábica tem registrado forte volatilidade. No entanto, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os fundamentos altistas seguem predominando, sustentados por preocupações com o clima, pelo atraso da colheita da safra 2026/27 no Brasil e por incertezas quanto à qualidade dos grãos. Nesta terça-feira (14/7), o indicador Cepea/Esalq [&#8230;]]]></description>
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<p>O mercado de café arábica tem registrado forte volatilidade. No entanto, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os fundamentos altistas seguem predominando, sustentados por preocupações com o clima, pelo atraso da colheita da safra 2026/27 no Brasil e por incertezas quanto à qualidade dos grãos.</p>



<p>Nesta terça-feira (14/7), o indicador Cepea/Esalq do café arábica registrou a cotação de R$ 1.755,35 a saca de 60 quilos, uma alta acumulada de 11,19% desde o início de julho.</p>



<p>Pesquisadores do Cepea destacam que a safra brasileira 2026/27 é bastante aguardada por agentes de mercado, visto que os estoques globais de café arábica estavam bastante restritos até o começo da colheita. Neste contexto, embora os fundamentos altistas permaneçam presentes no mercado internacional, a elevada volatilidade reduziu o ritmo dos negócios no mercado interno.</p>
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		<item>
		<title>Preço do algodão recua, e diferença com valores de exportação diminui</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/preco-do-algodao-recua-e-diferenca-com-valores-de-exportacao-diminui/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 17:24:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço do algodão em pluma perdeu força nos últimos dias, enquanto a recuperação da paridade de exportação reduziu a diferença entre os valores internos e de exportação, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Nesta terça-feira (14/7), o indicador Cepea/Esalq para o algodão em pluma registrou a cotação de R$ 4,0528 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O preço do algodão em pluma perdeu força nos últimos dias, enquanto a recuperação da paridade de exportação reduziu a diferença entre os valores internos e de exportação, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).</p>



<p>Nesta terça-feira (14/7), o indicador Cepea/Esalq para o algodão em pluma registrou a cotação de R$ 4,0528 a libra-peso, uma queda acumulada de 1,70% desde o início de julho.</p>



<p>Segundo o Cepea, no mercado doméstico, compradores seguem relatando dificuldades na aprovação da qualidade de parte dos lotes ofertados. Além disso, as indústrias continuam apontando lentidão nas vendas de manufaturados, o que reforça a postura cautelosa nas aquisições. Nesse cenário, algumas empresas oferecem preços menores em novas compras, pressionando as cotações.</p>



<p>Pelo lado da oferta, cotonicultores permanecem atentos ao desenvolvimento e à colheita da próxima safra, bem como ao cumprimento dos contratos a termo. Enquanto parte dos produtores busca liquidar os estoques remanescentes da safra 2024/25, outra parcela mantém os preços firmes, restringindo a liquidez no mercado físico. Comerciantes, por sua vez, seguem realizando fechamentos &#8220;casados&#8221; e aquisições voltadas ao cumprimento das programações previamente estabelecidas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Exportações de arroz batem recorde e ajudam a recuperar preços no Brasil</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/exportacoes-de-arroz-batem-recorde-e-ajudam-a-recuperar-precos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 17:21:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[As exportações brasileiras de arroz bateram recorde no primeiro semestre de 2026. Foram embarcadas 1,1 milhão de toneladas entre janeiro e junho, um aumento de 83% em relação ao mesmo período de 2025. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz), com base em informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As exportações brasileiras de arroz bateram recorde no primeiro semestre de 2026. Foram embarcadas 1,1 milhão de toneladas entre janeiro e junho, um aumento de 83% em relação ao mesmo período de 2025. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz), com base em informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).</p>



<p>O aumento das exportações de arroz contribuiu para reduzir a pressão de oferta no mercado interno, criando condições para uma recuperação gradual dos preços pagos aos produtores. A avaliação é do presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Denis Dias Nunes.</p>



<p>Nesta terça-feira (14/7), o indicador Cepea/Irga-RS para o arroz em casca registrou a cotação de R$ 63,30 a saca de 50 quilos, uma alta de 5,10% no acumulado de julho. Desde o início de 2026, a cotação já aumentou 18,4%.</p>



<p>&#8220;O forte ritmo das exportações deu liquidez aos produtores, que puderam direcionar parte da produção ao mercado externo, evitando uma oferta excessiva no mercado doméstico&#8221;, analisa. Nunes também destaca que os mecanismos de apoio ao escoamento contribuíram para melhorar a remuneração da saca.</p>



<p>O presidente da Federarroz também ressaltou que o comércio exterior vem absorvendo parte importante da produção disponível. No primeiro semestre, a balança comercial do arroz registrou superávit de aproximadamente 400 mil toneladas. &#8220;A nossa expectativa é de que o Brasil alcance cerca de 2 milhões de toneladas exportadas ao longo de 2026, com um dos maiores saldos comerciais dos últimos anos&#8221;, projeta.</p>



<p>Para Nunes, esse movimento já começa a refletir no mercado interno. &#8220;Os preços iniciaram um processo de recuperação e a tendência é de continuidade da valorização nos próximos meses, resultado do trabalho realizado para ampliar o escoamento da safra durante o primeiro semestre&#8221;, aposta.</p>



<p>Em relação ao segundo semestre, o dirigente projeta um cenário mais favorável para a cadeia produtiva do arroz. &#8220;A evolução dos preços dependerá, principalmente, do comportamento da safra norte-americana e da produção nos países asiáticos, que já sofrem influência do fenômeno El Niño&#8221;, conclui.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Boi gordo começa a semana com preços estáveis e poucos negócios</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/boi-gordo-comeca-a-semana-com-precos-estaveis-e-poucos-negocios-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:52:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[A semana começou sem mudanças no mercado pecuário. Segundo a Scot Consultoria, parte da indústria frigorífica esteve fora das compras de gado, mesmo com escalas de abate encurtadas. As unidades que estavam ativas ofereciam as mesmas referências de preços do fechamento da semana passada. Dessa foram, poucos negócios foram realizados. Nesta segunda-feira (13/7), das 33 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A semana começou sem mudanças no mercado pecuário. Segundo a Scot Consultoria, parte da indústria frigorífica esteve fora das compras de gado, mesmo com escalas de abate encurtadas. As unidades que estavam ativas ofereciam as mesmas referências de preços do fechamento da semana passada. Dessa foram, poucos negócios foram realizados.</p>



<p>Nesta segunda-feira (13/7), das 33 regiões monitoradas pela Scot, 31 não tiveram mudanças no preço do boi gordo. Foram registradas quedas apenas no sul de Minas Gerais e no oeste do Maranhão.</p>



<p>Nas praças de Araçatuba (SP) e Barretos (SP), referências para o mercado, o preço do boi gordo seguiu em R$ 330 a arroba para o pagamento a prazo. As cotações do “boi China”, da vaca e da novilha também não sofreram alterações.</p>



<p>No mercado atacadista da carne com osso, a cotação das carcaças caiu na comparação feita semana a semana, informa a Scot. Apesar do reabastecimento dos estoques para a segunda quinzena do mês, o mercado esteve devagar e as compras foram comedidas para evitar a formação de estoques elevados, o que manteve as cotações pressionadas. O varejo também esteve lento e com pouco escoamento. A expectativa era de estabilidade a queda com a virada da primeira quinzena, tanto no atacado como no varejo.</p>



<p>Em relação ao mercado externo, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgou os dados das exportações brasileiras de carne bovina in natura referentes aos oito primeiros dias úteis de julho. Até o momento, foram exportadas 104,664 mil toneladas neste mês, o que corresponde a uma média diária de 13,083 mil toneladas embarcadas. Em julho do ano passado, a média diária foi de 12,082 mil toneladas, o que representa um aumento de 8,7%.</p>



<p>O preço médio pago por tonelada segue em patamar elevado, alcançando US$ 6.383,22. Trata-se do segundo maior valor médio registrado para um mês de julho, ficando atrás apenas de julho de 2022, quando atingiu US$ 6.548,90 por tonelada.</p>



<p>Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), caso esse ritmo de embarques seja mantido ao longo do mês, julho poderá registrar um volume expressivo de exportações, reforçando o cenário de forte demanda internacional pela carne bovina brasileira.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Preço do trigo sobe no Brasil, influenciado por mercado internacional</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/preco-do-trigo-sobe-no-brasil-influenciado-por-mercado-internacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:46:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[Os preços do&#160;trigo&#160;avançam no Brasil, impulsionados pela perspectiva de menor oferta global, após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduzir a estimativa da safra norte-americana para o menor volume desde 1970/71. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), no Brasil, a disponibilidade restrita da safra “velha” sustentou os preços, enquanto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os preços do&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/trigo/">trigo</a>&nbsp;avançam no Brasil, impulsionados pela perspectiva de menor oferta global, após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduzir a estimativa da safra norte-americana para o menor volume desde 1970/71.</p>



<p>Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), no Brasil, a disponibilidade restrita da safra “velha” sustentou os preços, enquanto a desvalorização do dólar frente ao Real favoreceu as importações e limitou altas mais expressivas no mercado doméstico.<a href="https://globorural.globo.com/pecuaria/boi/noticia/2026/07/carne-vai-ficar-mais-barata-saiba-qual-sera-o-efeito-do-fim-da-cota-chinesa.ghtml"></a></p>



<p>Nesta segunda-feira (13/7), o preço médio do cereal no Paraná registrou avanço de 1,30%, cotado a R$ 1.393,52 a tonelada.</p>



<p>Em termos globais, o USDA reduziu ligeiramente (-0,01%) a estimativa de produção de&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/trigo/">trigo</a>&nbsp;da safra 2026/27 em relação ao relatório de junho, para 819,969 milhões de toneladas. Em comparação com a temporada 2025/26, a baixa deve ser de 2,8%.</p>



<p>Segundo o Departamento, a menor oferta reflete principalmente a redução das projeções para os Estados Unidos e o Canadá, o que foi parcialmente compensado por revisões positivas para Rússia e Ucrânia.</p>



<p>Nos Estados Unidos, a estimativa de produção foi reduzida em 0,5% em relação ao relatório anterior e em 22,6% em relação à safra 2025/26, para 41,81 milhões de toneladas. Caso esse volume se confirme, será o menor da triticultura norte-americana desde a safra 1970/71.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comercialização de milho em Mato Grosso alcança 51% da produção estimada</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/comercializacao-de-milho-em-mato-grosso-alcanca-51-da-producao-estimada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 17:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[A comercialização de&#160;milho&#160;da safra 2025/26 em Mato Grosso, maior produtor do Brasil, atingiu em julho 51,66% da produção estimada. O volume representa avanço de 7,17 pontos percentuais em relação ao mês anterior e de 1,89 na comparação com o mesmo período da safra passada, segundo boletim divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). De [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A comercialização de&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/agricultura/milho/">milho</a>&nbsp;da safra 2025/26 em Mato Grosso, maior produtor do Brasil, atingiu em julho 51,66% da produção estimada. O volume representa avanço de 7,17 pontos percentuais em relação ao mês anterior e de 1,89 na comparação com o mesmo período da safra passada, segundo boletim divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).</p>



<p>De acordo com o instituto, o resultado foi impulsionado pelo avanço da colheita, que alcançou 60,04% da área até a última sexta-feira (10), e pela expectativa de uma safra recorde, que ampliou a oferta e influenciou as cotações da temporada atual.</p>



<p>Nesse cenário, o Imea destaca que o maior volume negociado em junho contribuiu para a estabilidade dos preços no mercado. A saca encerrou o mês com média de R$ 43,10, alta de 0,87% em relação ao mês anterior.</p>



<p>Para a safra 2026/27, que começa após a colheita da soja, a comercialização antecipada já alcançou 7,90% da produção estimada. O percentual representa avanço de 3,44 pontos percentuais no mês e de 1,20 ponto percentual em relação ao mesmo período da safra anterior.</p>



<p>Com o avanço da colheita em Mato Grosso, o Imea também registrou queda de 0,76% no indicador em relação à semana anterior. Com a maior oferta do cereal, a cotação ficou em R$ 40,13 por saca.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Demanda fraca e fim da cota chinesa pressionam boi e carne</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/demanda-fraca-e-fim-da-cota-chinesa-pressionam-boi-e-carne/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 17:58:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[Após recuar dois meses seguidos, o preço do&#160;boi gordo&#160;tende a cair ainda mais em julho, podendo atingir os menores níveis do ano, segundo analistas ouvidos pelo Valor. Com isso, as cotações de cortes bovinos no atacado também devem perder força, movimento que já se inicia de forma sutil. Desde o começo do mês, a arroba [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após recuar dois meses seguidos, o preço do&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/mercado/boi-gordo/">boi gordo</a>&nbsp;tende a cair ainda mais em julho, podendo atingir os menores níveis do ano, segundo analistas ouvidos pelo Valor. Com isso, as cotações de cortes bovinos no atacado também devem perder força, movimento que já se inicia de forma sutil. Desde o começo do mês, a arroba do&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/bovinocultura/boi/">boi</a>&nbsp;gordo teve queda de quase 3%, segundo o indicador Cepea, e ficou em R$ 326,65 na sexta-feira. O quilo dos cortes de traseiro caiu 1% no período e os de dianteiro, 1,2%.</p>



<p>A retração dos preços da arroba e dos cortes vista até agora é resultado da boa oferta de animais para abate e também da demanda menos aquecida, de frigoríficos e consumidores. A perspectiva de saída da China, maior importador da&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/bovinocultura/carne-bovina/">carne bovina</a>&nbsp;brasileira, do mercado, ao menos até outubro, também contribuiu para a queda</p>



<p>Isso porque a cota anual de&nbsp;<a class="" href="https://globorural.globo.com/tudo-sobre/mercado/exportacao/">exportação</a>&nbsp;estabelecida para o Brasil, de 1,106 milhão de toneladas, já foi virtualmente preenchida. Dentro da cota, o tributo é de 12%, mas exportações acima do volume pagam adicional de 55%.</p>



<p>Em relatório publicado no sábado (4/7), a consultoria Safras &amp; Mercados informou que as exportações brasileiras de carne bovina à China em junho, de 158,3 mil toneladas, representam o “esgotamento oficial” da cota brasileira. Até maio, conforme os dados oficiais da China, o Brasil havia preenchido 65,4% da cota. Para contabilizá-la, os chineses consideram a data de chegada dos produtos aos portos do país, e incluem cargas que saíram do Brasil nos últimos meses de 2025 e demoraram cerca de 40 dias para chegar à China.</p>



<p>Com o preenchimento da cota chinesa e a migração para o mercado doméstico de parte da carne que seria exportada, a tendência é de as quedas se acentuarem, tanto da arroba quanto dos cortes.</p>



<p>Levantamento da Safras &amp; Mercados também identificou queda dos preços da carne no atacado paulista, maior mercado consumidor do país. Só na sexta-feira (10), o corte dianteiro caiu R$ 1 por quilo, para R$ 19.</p>



<p>“A China vai fazer falta, são cerca de 130 mil toneladas mensais, e não conseguimos colocar todo esse volume em outros compradores de uma só vez. Mas, como os demais mercados continuam comprando bem, especialmente os Estados Unidos, veremos quedas cadenciadas”, observa a CEO da consultoria Agrifatto, Lygia Pimentel.</p>



<p>Diante da menor demanda chinesa, vários frigoríficos brasileiros, incluindo JBS, Frigol, Better Beef, Plena Alimentos e Iguatemi Beef, começaram a dar férias coletivas a funcionários de algumas de suas plantas, para administrar a oferta de carne no mercado.</p>



<p>Esse movimento das empresas tende a pressionar o valor da arroba, alterando uma dinâmica de mercado, já que tradicionalmente os abates de bois aumentariam em junho e julho. Sem China, porém, o quadro é outro.</p>



<p>A coordenadora de mercado pecuário da Agrifatto, Isabella Cavalcante, avalia que os preços do boi gordo podem atingir em julho os níveis mais baixos do ano. “Dada essa combinação de uma maior oferta sazonal com a questão da China, possivelmente em julho veremos os níveis de preços mais baixos do ano para boi gordo”, prevê.</p>



<p>Cesar de Castro Alves, gerente da Consultoria Agro do Itaú BBA, diz que entre o fim de julho e começo de agosto, a partir de quando a exportação “levará um tombo”, começará a surgir no mercado interno um volume adicional, de cargas que deixarão de ser exportadas para a China.</p>



<p>Segundo ele, isso deve se somar ao aumento da oferta de boi gordo proveniente de confinamentos, que tradicionalmente cresce no segundo semestre.</p>



<p>No varejo, com a continuidade das quedas do boi gordo e da carne no atacado, alguns analistas acreditam na possibilidade de redução também dos preços ao consumidor no período em que a China estiver fora das compras.</p>



<p>“Quando o boi cai, a carne no atacado também cai e vice-versa. No varejo é outra história. Acho que não vai ser pequena a queda [dos preços do boi], mas no varejo deve cair menos porque eles vão preservar margens. Se baixar de preço, ajuda o consumo a avançar, já que o frango está muito barato e a carne bovina está perdendo espaço”, afirma Alves, do Itaú BBA.</p>



<p>“Historicamente, quedas agressivas da arroba [do boi] e [da carne] no atacado muitas vezes não chegam ao varejo”, concorda Fernando Iglesias, da Safras &amp; Mercados.&nbsp;Para ele, a demanda fraca também decorre do atual nível de preços da carne e do endividamento das famílias.</p>



<p>Há ainda a concorrência com outras carnes, como de frango e suína. Segundo Isabella Cavalcante, a competitividade do frango em relação à carne bovina “está em um patamar historicamente muito alto”. Isso fragiliza o consumo do produto, acrescenta.</p>



<p>Na avaliação de Iglesias, o cenário no mercado de carne bovina deve mudar no último trimestre em relação ao que se vê atualmente. Isso porque deve haver menor incentivo ao confinamento de gado nos últimos três meses do ano, o que deve levar ao aumento dos preços da arroba do boi gordo.</p>



<p>Além disso, haverá uma retomada da demanda chinesa, pois os importadores já começarão a fazer compras que serão contabilizadas na cota de 2027, diz. O último trimestre também costuma ser o auge do consumo doméstico. “De qualquer forma, acredito que teremos um mercado muito demandado, com quadro de oferta bastante restrito”, resume Iglesias.<a href="https://globorural.globo.com/pecuaria/noticia/2026/07/demanda-fraca-e-fim-da-cota-chinesa-pressionam-boi-e-carne.ghtml#"></a><a href="https://globorural.globo.com/pecuaria/noticia/2026/07/estudo-revela-o-verdadeiro-custo-dos-parasitas-na-producao-de-leite.ghtml"></a></p>
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		<title>Preço da mandioca tem maior alta semanal em quatro meses</title>
		<link>https://lealjunior.com.br/preco-da-mandioca-tem-maior-alta-semanal-em-quatro-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Globo Rural]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 17:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura e Pecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[A oferta de mandioca permanece abaixo da demanda industrial, provocando a maior valorização semanal da raiz desde março, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A média semanal apresentou alta de 2%, com o valor nominal a prazo da tonelada de mandioca para a indústria em R$ 471,05 a tonelada (R$ 0,8192 [&#8230;]]]></description>
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<p>A oferta de mandioca permanece abaixo da demanda industrial, provocando a maior valorização semanal da raiz desde março, informa o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).</p>



<p>A média semanal apresentou alta de 2%, com o valor nominal a prazo da tonelada de mandioca para a indústria em R$ 471,05 a tonelada (R$ 0,8192 por grama de amido). No acumulado das últimas quatro semanas, a valorização é de 1,9%.</p>



<p>Segundo o Cepea, a disponibilidade cada vez menor de lavouras de mandioca de segundo ciclo e o baixo interesse dos produtores em comercializar raízes mais novas, devido à rentabilidade reduzida, têm limitado o avanço da colheita. Além disso, o plantio segue como prioridade para a maioria dos mandiocultores, mesmo diante da possibilidade de redução da área cultivada neste ano.</p>
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